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Seguro viagem: incremente os serviços de sua agência!

A alta competitividade do setor de turismo torna fundamental que empreendedores busquem a diversificação do escopo de serviços e produtos oferecidos em agências de viagem. Entre as soluções que podem entrar na vitrine está o seguro viagem, uma alternativa vantajosa para vendedor e clientes.

A venda de seguro viagem permite que a empresa aumente a lucratividade dela e também mantenha a relevância frente ao público. A seguir explicamos melhor que serviço é esse, como comercializá-lo e quais as vantagens de trabalhar com ele.

O que é um seguro viagem?

O seguro viagem é uma solução que tem como objetivo cobrir despesas médicas e imprevistos que possam ocorrer durante a viagem. Entre as coberturas previstas por esse tipo de proteção estão os custos médicos, hospitalares e odontológicos.

Esse serviço também pode cobrir outras questões, como orientação em caso de perda ou roubo de documentos, cobertura de despesas relativas ao cancelamento ou mudança da viagem, ressarcimento para voos atrasados, translado de corpo, regresso sanitário e outros.

Uma confusão comum refere-se às diferenças entre seguro e assistência viagem. Apesar de o objetivo de ambos os serviços ser o mesmo, a distinção está na forma de ressarcimento. Com o seguro o cliente deverá arcar com as eventuais despesas que apareçam durante a viagem e, posteriormente, solicita o reembolso junto à seguradora mediante apresentação das notas fiscais originais. No caso da assistência, uma rede de prestadores estará à disposição do viajante, que poderá utilizá-la caso seja necessário.

Em diversos países o seguro viagem é obrigatório para garantir que o turista tenha condições de pagar por despesas médicas caso seja preciso. O Tratado de Schengen, por exemplo, reúne 27 países da Europa que exigem uma cobertura mínima no valor de 30 mil euros para todos os turistas. Países de outras regiões também podem exigir o serviço, como é o caso de Cuba e Austrália.

Qual a importância do seguro viagem?

Disponibilizar o seguro viagem em uma agência de turismo é importante tanto para quem vende quanto para quem compra. Como vimos, existem diversas garantias importantes que são inclusas no serviço. Destacamos a seguir a importância para ambas as partes:

  • para a agência: ao oferecer o seguro garante-se a oferta de um serviço mais completo para o cliente, visto que muitos países exigem esse recurso para permitir a entrada do turista. Destaca-se também a relevância da agência preparar o viajante para qualquer imprevisto, garantindo que um cliente não tenha problemas que não consiga solucionar durante a viagem;
  • para o cliente: no momento de planejar a viagem, poucas pessoas pensam nos imprevistos que podem acontecer, entretanto, estar preparado para eles proporciona mais segurança e tranquilidade para o turista, além de que, em alguns casos, trata-se de uma exigência do país de destino que deve ser cumprida.

Por tais razões, comunicar sobre o seguro já quando o cliente está pesquisando sobre a viagem é uma forma de a agência mostrar que está apta e preparada para todos os tipos de suporte que o consumidor deseja ter ao viajar. Além disso, é importante preparar o consumidor para os custos totais que ele terá.

Quais os benefícios de vender o seguro viagem?

Para a agência de turismo que opta poder vender o seguro viagem existe uma série de vantagens relacionadas ao incremento dos serviços oferecidos ao cliente que vão refletir na lucratividade e solidificação do negócio. Entre os benefícios podemos destacar:

  • fidelização do cliente ao apresentar uma solução de viagem mais completa e segura;
  • atendimento às exigências dos países, fazendo com que o cliente não enfrente problemas no local de destino;
  • aumento da segurança do cliente durante a viagem, tanto no aspecto físico quanto no financeiro, garantindo que não haja despesas imprevistas que inviabilizem a estadia pelo período esperado;
  • receita adicional possível pelo comissionamento da venda de valor superior devido à inclusão do seguro.

Todos esses fatores fazem com que a venda de seguro viagem seja relevante para a agência que deseja fazer um atendimento e suporte mais completo. Caso o cliente precise desse serviço para o destino e não possa contar com a agência, ele vai procurar uma concorrente que ofereça essas vantagens.

Portanto, a competitividade e relevância da agência dependem de o negócio conseguir abarcar todas as demandas do cliente durante o planejamento e realização da viagem e também ter um pós-venda eficiente, garantindo que o consumidor consiga ter acesso ao serviço, se precisar.

Quais estratégias usar para vender?

Uma agência de turismo que pretende iniciar a venda de seguro viagem pode adotar diversas estratégias para alavancar as vendas desse serviço. A seguir destacamos algumas delas:

  • ofereça o seguro para pessoas que vão fazer viagens nacionais ou internacionais. O seguro também pode ser muito útil dentro do próprio país, portanto, aponte os benefícios desse serviço;
  • lembre o cliente da obrigatoriedade do seguro para viagens em diferentes destinos, tantos os países europeus como alguns outros que também pedem esse recurso, ainda que em um valor menor que os adeptos do Tratado de Schengen;
  • atente o cliente a respeito dos custos médicos do país para o qual ele pretende viajar, pois apesar de inesperados, problemas de saúde podem acontecer em qualquer lugar;
  • uma vez que o seguro pode ser adquirido até a véspera do embarque, invista no pós-venda e lembre o cliente sobre a importância desse serviço.

Ao vender o seguro, lembre-se de explicar claramente ao cliente em quais situações ele poderá ser usado, como ele pode acioná-lo no outro país e a importância de ler atentamente os termos e condições do serviço.

Como disponibilizar esse tipo de serviço?

Apesar de ser um serviço muito interessante de ser adicionado ao escopo da agência de viagem, muitos empreendedores esbarram em questões burocráticas devido ao fluxo de caixa insuficiente para negociar com grandes seguradoras.

Nesses casos, uma opção para oferecer esse plano no seu negócio é associar-se a um marketplace de seguros no qual o empreendedor assina o contrato via API ou compartilhamento de tela, com a fornecedora que já possui os contratos com as grandes seguradoras, o que torna o serviço mais completo e com maior cobertura.

Com essas etapas já é possível iniciar a venda de seguros e receber comissões referentes a essas vendas sem precisar preocupar-se com questões burocráticas. Enquanto o marketplace fica responsável pelas fases operacionais da transação, o empreendedor pode dedicar-se apenas às estratégias de vendas.

A venda de seguro viagem é uma alternativa para diversificar e incrementar os serviços disponíveis na sua agência e oferecer um atendimento mais completo e eficiente ao cliente. Quer saber mais como fazer uma parceria com um marketplace de seguros? Entre em contato com nossos especialistas!

Boleto online: você sabe como funciona?

A diversificação das opções de pagamento é uma estratégia eficaz, principalmente se o objetivo é reduzir a inadimplência em negócios de cobrança recorrente e também melhorar a experiência de compra dos clientes. Entre as alternativas que podem ser disponibilizadas, está o boleto online.

O boleto é um título de cobrança emitido por uma instituição bancária, chamada de cedente, e enviado para o titular da cobrança, o sacado, com o valor a ser quitado, a data de vencimento, os locais credenciados para recebimento e também as instruções para pagamento caso haja o vencimento.

Basicamente, o boleto é um título que, após quitado, permite a continuação do processo de compra ou liberação dos serviços contratados. Essa forma de pagamento é vantajosa devido às diversas formas de quitá-la, como casas lotéricas, Correios, bancos e internet banking. Conheça mais dessa solução a seguir.

Como funciona o boleto online?

O boleto bancário online é gerado pela instituição cedente que o envia para o sacado, normalmente por e-mail, com todas as informações para que o consumidor identifique as informações de pagamento, banco, valores e datas.

Atualmente, também é possível que o titular da cobrança possa ele mesmo emitir o boleto online a partir de aplicativos vinculados à empresa prestadora de serviço, o que facilita o processo de pagamento.

Após quitado, o banco recebe o valor, podendo demorar até quatro dias úteis para ser compensado. Posteriormente, a instituição financeira credita o valor na conta da empresa responsável pelo fornecimento do produto ou serviço, de acordo com o período de compensação estipulado em contrato e já com os débitos da taxa de serviço devida ao banco.

Existem dois tipos de boletos, o registrado e o não registrado. As modalidades são distintas e impactam os custos operacionais de manter essa opção de pagamento. Entenda cada uma delas a seguir:

  • boleto não registrado: nestes casos, a taxa cobrada pelo banco refere-se apenas aos boletos quitados pelos clientes, descontando o valor da taxa de serviço quando o pagamento for repassado para a empresa;
  • boleto registrado: nestes casos, a empresa paga cada boleto emitido, mesmo que o cliente não realize o pagamento. Apesar do custo maior, os serviços bancários para este tipo de título inclui auxílio em processos de inadimplência.

A escolha pode ser feita pela empresa de acordo com o volume de boletos emitidos. Caso seja uma quantidade elevada, é possível negociar com o banco taxas mais interessantes. Ter uma estimativa do número de boletos emitidos mensalmente é um ponto de partida importante para decidir qual modalidade é mais vantajosa.

Quais os benefícios dessa forma de pagamento?

Após entender como funciona o pagamento com boleto online, é relevante entender quais as vantagens de atuar com esse tipo de recurso. Conheça a seguir as principais vantagens para as empresas.

Solução mais econômica

Como o boleto online é emitido diretamente em aplicativos e sites ou enviado por meios eletrônicos, ele possui um custo menor para o cliente.

A economia também deve-se às menores taxas de emissão, que são normalmente fixas e com porcentagem muito menor do que as das maquininhas de cartão, por exemplo. Com tais características, os boletos são mais econômicos para as empresas, garantindo uma margem de lucro mais elevada e estável.

Compensação mais rápida

Enquanto em algumas formas de pagamento online, como o cartão de crédito, a compensação pode demorar até 30 dias depois da quitação, no caso dos boletos o repasse para a empresa ocorre em menos tempo. Esse fator torna o fluxo de caixa mais dinâmico, aumentando a segurança financeira do negócio e as possibilidades de investimentos.

Engajamento do cliente

Atualmente, as empresas que atuam com pagamentos recorrentes podem contar com aplicativos e ferramentas próprias para que os clientes emitam os boletos online, visualizem o histórico, entre outros recursos que aumentam o engajamento com a marca.

Essa alternativa permite ainda a diversificação das formas de atendimento e relacionamento com o cliente, melhorando a experiência de compra e a fidelização.

Atendimento mais completo

O boleto bancário é uma alternativa mais segura e também já bastante consolidada de pagamento, o que faz com que agrade diferentes perfis de clientes que se sentem contemplados nas opções disponibilizadas pela empresa.

Com isso, há uma segurança maior em atender com qualidade e segurança um número maior de pessoas, visto que nem todos têm cartões de crédito e débito, por exemplo.

Maior margem para negociação

Uma vez que as taxas de emissão de boletos são mais baixas, o gestor tem maior margem para negociar descontos com os clientes, proporcionando uma experiência mais agradável e satisfatória e também criando soluções que visem à redução da inadimplência.

Uma alternativa é oferecer descontos para os pagamentos em boleto cadastrados no débito automático ou mesmo para clientes que quitarem o débito antes do vencimento, o que aumenta as chances de adimplência.

Segurança nas transações

Apesar de as transações online serem cada vez mais seguras, o pagamento com cartões ainda implica alguns riscos de fraude para o lojista, enquanto o boleto apresenta-se como uma alternativa bastante eficaz. Além disso, como os clientes não precisam inserir dados pessoais e bancários, há uma redução dos custos com ferramentas de segurança e antifraude.

Existem vantagens para os clientes?

Além de todos os benefícios que destacamos para as empresas, há também vantagens para os clientes. A seguir, apresentamos algumas delas que podem, inclusive, ser mostradas aos consumidores:

  • aumento da segurança da transação;
  • garantia de que os dados pessoais não serão roubados;
  • autonomia para emitir o boleto e pagar no internet banking;
  • diversidade dos locais nos quais o pagamento pode ser efetuado;
  • possibilidade de descontos para quitações em dia.

Assim, muitas das vantagens para os lojistas refletem-se também como benefícios para os clientes, que podem usufruir dessa modalidade de pagamento sem riscos.

Como o boleto ajuda a reduzir a inadimplência?

Entre as diferentes vantagens de adotar o boleto online, pode-se citar a possibilidade de reduzir a inadimplência, principalmente se o gestor desenvolver estratégias com esse objetivo.

Com um aplicativo próprio, a empresa pode dar autonomia para que o cliente mude o dia de vencimento, emita o boleto com antecedência, emita segunda via, entre outros serviços, sem precisar solicitar essas alterações a um atendente. Outra possibilidade é avisar, via SMS ou notificação, da proximidade do vencimento, lembrando o cliente sobre o pagamento.

É fundamental que as empresas, principalmente as que atuam com pagamentos recorrentes e precisam administrar a inadimplência e as cobranças, tenham soluções inteligentes de quitação. A facilidade para pagar é um diferencial que impacta diretamente o caixa do negócio.

O boleto online é uma opção prática, econômica e segura, portanto, vale a pena conhecer mais dessa alternativa. Para continuar informado e recebendo novidades sobre o tema, assine nossa newsletter!

Assistência pet: quem pode obter ganhos com esse serviço?

O mercado pet cresceu significativamente no Brasil nos últimos anos, fazendo com que novas opções de produtos e serviços sejam disponibilizadas por empresas especializadas. A assistência pet, também chamada de seguro pet cão e gato, faz parte desse novo escopo de serviços oferecidos.

De acordo com dados do IBGE, os animais de estimação já estão em 44% dos lares no Brasil, com destaque para a região sudeste, na qual 56% das famílias têm um pet. Esse crescimento, somado ao fato de que 63% dos donos consideram os animais como parte da família, motivou um mercado que movimenta R$ 20 bilhões por ano, colocando o Brasil na 3ª posição mundial em gastos nesse segmento.

Com um mercado tão promissor e mais serviços sendo disponibilizados para cuidados com os animais de estimação, disponibilizar a assistência pet torna-se um diferencial para empresas do setor. Saiba mais a seguir!

O que é o seguro pet cão e gato?

A assistência pet consiste em um produto que tem como objetivo atender necessidades do dia a dia e também demandas mais específicas relacionadas aos pets. Esse tipo de seguro proporciona amparo para a família e para o animal em uma série de situações nas quais a ajuda profissional pode ser necessária. Entre as ocasiões nas quais o seguro pet pode ser acionado, citamos:

  • agendamento de consultas;
  • vacinação na residência;
  • orientação telefônica sobre as raças e os hábitos;
  • envio de ração em casos de emergência;
  • hospedagem e translado de animais;
  • consultas emergenciais;
  • informações veterinárias;
  • pagamento das despesas de funeral.

O importante de ter um seguro pet cão e gato é que os animais ficam assegurados para uma série de ocorrências que podem surgir, como de saúde, não ter com quem ficar, ser transportado etc.. Portanto, o produto pode ser útil a qualquer momento e garante que o dono terá uma rede credenciada capaz de dar suporte nesses momentos.

Normalmente, o valor do seguro não é baseado em questões como raça e porte do animal, mas sim na cobertura da assistência e de quantas vezes cada item pode ser acionado. Os seguros para pet mais comuns são, geralmente, voltados para cães e gatos, desde que comprovado que o animal é doméstico e mora na mesma residência que o segurado.

É importante que, antes de fechar esse tipo de assistência, verifique-se a cobertura disponibilizada pela empresa e tenha-se a possibilidade de personalizar o seguro de acordo com as necessidades específicas do animal e da família.

Quais são os benefícios de uma assistência pet?

São diversas as vantagens referentes a ter um seguro para o pet e também de comercializar esse serviço. Conhecer os benefícios para o consumidor final é importante para que o vendedor possa explorar esses aspectos na estratégia de vendas adotada pela companhia.

Dessa forma, destacamos, a seguir, quais são os principais benefícios que podem ser obtidos pela comercialização da assistência pet. Confira!

Vantagens para o empreendedor

Muitos empreendedores podem questionar a relevância de trabalhar com produtos como a assistência pet. Inicialmente, é preciso destacar que se trata de um produto de afinidade e, portanto, empresas relacionadas com o segmento pet podem ter mais sucesso na venda desse tipo de seguro, como pet shops, clínicas, varejistas e outras. Entre os benefícios para o negócio, destacamos:

  • ampliação do escopo de atuação, tornando a empresa mais relevante para o consumidor, o que ainda permite melhorar a fidelização de clientes do negócio;
  • geração de receita adicional devido às comissões referentes à venda do seguro pet;
  • tornar o mix de produtos disponível mais completo com poucas contrapartidas burocráticas e de crédito.

Portanto, iniciar as vendas desse tipo de seguro pode proporcionar diversas vantagens para as empresas, relacionadas tanto ao aumento da lucratividade quanto à relevância para o segmento.

Vantagens para os clientes

Para os clientes, existem diversos benefícios ao contratar um seguro voltado para os animais de estimação. Destacamos, abaixo, os principais:

  • economia nas despesas relacionadas ao animal, visto que determinados serviços e assistências podem ser bastante custosos quando acionados emergencialmente, como é o caso de problemas de saúde, internações e cirurgias;
  • mais tranquilidade para a família, que tem segurança de que o animal estará bem cuidado e assistido em diferentes situações, como durante viagens e períodos de ausência dos donos;
  • acesso facilitado e rápido a informações e suportes que podem ser determinantes nos cuidados com o pet, como dúvidas sobre alimentação, saúde etc.;
  • amparo em diversas situações que envolvam o pet, como esquecer de comprar ração, translado do animal ou mesmo óbito.

Apesar de ainda ser um serviço pouco conhecido pelos donos de pet no Brasil, esses benefícios são bastante significativos nas despesas emergenciais relacionadas ao animal e também no tratamento e no cuidado, portanto, a tendência é que, ao analisar o custo-benefício, mais pessoas vão aderir à solução.

Como vender o seguro pet?

Apesar de ser um serviço bastante benéfico para empresas e clientes, muitos empreendedores têm dúvidas relacionadas sobre como iniciar a venda de seguros. De fato, a negociação com grandes seguradoras é problemática para pequenos e médios negócios, no entanto, os marketplaces de seguro são soluções efetivas para esses casos.

Os marketplaces são empresas que têm contratos com as grandes seguradoras e, ao estabelecer parceria com eles, o empreendedor já pode iniciar a venda de seguros de maneira prática, sem burocracias e sem precisar de crédito adicional.

Para consolidar a venda de assistência pet, entretanto, é importante desenvolver uma estratégia de comercialização que apresente para o público a importância desse tipo de seguro. Algumas dicas são:

  • informe seus clientes sobre esse novo serviço disponível e apresente as vantagens dele;
  • treine a equipe para que ela seja capaz de esclarecer dúvidas sobre o produto;
  • não prejudique a operação da empresa e opte por trabalhar com parceiros que tenham o know-how específico sobre contratação de seguros;
  • pesquise parceiros confiáveis e que façam com que a experiência dos clientes seja realmente satisfatória;
  • prepare a equipe para oferecer e explicar como funciona a assistência.

O mercado de seguro pet cão e gato pode agregar muito a empresas desse segmento que buscam proporcionar experiências mais completas e satisfatórias para os clientes.

Ao iniciar a venda de assistência pet lembre-se de procurar por parceiros de confiança e que tenham conhecimento de mercado na oferta de seguros para que seja possível ampliar o escopo sem prejudicar a operação. Desenvolva também um plano de vendas sólido e que seja escalável.

Gostou dessa nova opção para o segmento e quer saber mais sobre como comercializar assistência pet no seu negócio? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo!

Vendas no varejo: o que fazer para aumentar seu fluxo de caixa?

Com a internet, a concorrência no mercado de produtos e serviços está cada vez mais alta, certo? Isso quer dizer que quem trabalha com vendas no varejo precisa sempre se reformular e estar conectado com o que há de novidade estratégica. Muito mais do que isso, aumentar o fluxo de caixa da sua empresa deve ser uma de suas prioridades!

Mas, afinal, como fazer isso? Tudo é possível se você levar alguns pontos importantes ao pé da letra e, ao mesmo tempo, definir metas e objetivos que devem ser alcançados em curto e médio prazos. Tendo tudo isso em mente, tirar do papel e colocar em prática vai ser mais fácil do que você imagina, e em pouco tempo, seu negócio poderá gerar bons frutos.

Pensando em ajudar você nessa tarefa que envolve um bom jogo de cintura e inteligência de negócio, separamos algumas dicas para aumentar suas vendas no varejo. Confira abaixo!

Tenha um excelente atendimento

Qual cliente que não gosta de ser bem atendido? Pois é, isso é uma realidade e ignorar o fato é perder potenciais consumidores que ainda podem ser fidelizados. Portanto, faça de tudo para atender com excelência o seu consumidor, seja pessoalmente, pela internet, por telefone ou até mesmo por mensagens de texto. Não importa o meio, o que vale é satisfazer o comprador!

Não se esqueça de que com um cliente bem atendido, aumentam as chances do seu negócio ser indicado por ele, além de criar um vínculo maior com essa pessoa que escolheu seus produtos ou serviços. Nada melhor do que ter uma clientela que escolhe você porque quer!

Treine a sua equipe de vendas no varejo

Andando lado a lado com um bom atendimento está uma equipe bem treinada. Vale lembrar que quem está lidando cara a cara todos os dias com o cliente é exatamente o seu colaborador. Ou seja, os profissionais que compõe a sua equipe precisam estar preparados para todos os tipos de situações e sempre serem muito simpáticos e atenciosos.

Dando um passo à frente, é importante mantê-los sempre atualizados sobre as boas práticas e formas de atendimento que sejam ágeis e modernas. Por isso, investir em treinamentos, pelo menos, a cada 3 meses é uma boa solução. Ou até mesmo fazer reuniões esporádicas de alinhamento já podem fazer a diferença no direcionamento dos funcionários.

Mostre o valor de seus produtos

Se você pensa que seus clientes já sabem o suficiente sobre seus produtos, talvez, esteja enganado. É essencial manter uma constante comunicação com os consumidores, para justamente mostrar o quanto seus produtos têm seu valor e utilidade. Só assim você conseguirá convencê-los a optar pela empresa!

Um ótimo modo de fazer isso é mostrando as boas formas de manuseio dos produtos e oferecendo dicas de como usá-los da melhor maneira. Tente também apresentar histórias de clientes reais que usaram os seus serviços ou produtos e tiveram ótimas experiências ou resultados!

Invista em marketing digital

Sim! Essa é uma das mais importantes partes do trabalho de vendas no varejo. Pense sempre que, como a comunicação é a arma do negócio, apostar em marketing digital é um dos braços essenciais para mostrar ao consumidor tudo o que a sua marca tem a oferecer. Muito mais do que isso, a sua empresa vai se mostrar conectada com as novas tecnologias que existem!

E para investir em marketing digital é bom você contar com a ajuda de pelo menos um profissional especialista nisso. Definir os meios de comunicação que vocês vão atuar também conta bastante, como blogs, mídias sociais, envios de mensagens, e-mails marketing, whatsapp e até mesmo a participação direta do cliente no seu site.

Use ferramentas de CRM

Você sabe o que significa CRM? Ele é a Gestão de Relacionamento com o Cliente, ou em inglês, Customer Relationship Management. Essas ferramentas têm como foco principal uma série de práticas com relação direta aos clientes, as quais envolvem boas estratégias de negócio e tecnologias que atendem às necessidades dos consumidores.

Isso quer dizer que você não só pode como deve apostar no CRM. Afinal, é ele quem vai ajudar você a gerenciar valiosas informações sobre o perfil dos seus clientes, além de detectar desejos e um verdadeiro histórico de compra junto a você.

As ferramentas de CRM são, praticamente, o complemento do marketing digital e funcionam melhor ainda se estiverem inseridas nas propostas da comunicação e estratégia do negócio.

Ofereça facilidade de pagamento

Muita gente tem cartão de crédito. Isso é um fato. Porém, tem muito cliente por aí que não conta com essa facilidade. Sendo assim, o que fazer para não perder as vendas no varejo com esse público? O melhor e mais aconselhável é você oferecer um leque de possibilidades para que os consumidores possam realizar o pagamento daquilo que desejam.

Isso inclui desde o tradicional dinheiro em mãos, cheques, débito em conta, cartão de crédito, parcelamento com crédito da própria marca, carnês de prestação, mensalidades e os boletos bancários! Esse último, por exemplo, já virou mania nacional e oferece a praticidade de ser pago em qualquer local até o vencimento. Assim, você consegue aumentar as chances de vendas no varejo!

Como você pode notar, são cerca de 6 dicas básicas e de fácil entendimento que podem ser colocadas em prática o quanto antes. Essas ações fazem parte de todo um conjunto de ideias estratégicas para que você aumente suas vendas no varejo e consiga alcançar, com sucesso, a clientela que tanto deseja.

Mas indo bem além, todas essas práticas podem até mesmo ajudar a sua marca a se destacar no mercado que é tão concorrido, transformar sua empresa como fonte de referência e trazer para mais perto os consumidores que tenham tudo a ver com seu negócio.

As vendas no varejo são muito possíveis e alcançáveis quando você investe em frentes interessantes e que impactam positivamente tanto sua empresa quanto os clientes que tornam o negócio possível.

Gostou? Que tal aprender mais sobre como aplicar o machine learning no varejo e ter muitos bons resultados no negócio? Continue conosco e veja como isso se aplica na prática! Boa leitura.

Saiba como usar o modelo de gestão financeira escolar em seu negócio

Administrar um negócio, independentemente do segmento, demanda diversos cuidados relacionados aos diferentes departamentos. Por exemplo, em uma instituição de ensino existem diferentes áreas que exigem atenção, como plano pedagógico, manutenção e a gestão financeira escolar.

Uma vez que os desafios relacionados à administração escolar implicam no conhecimento sobre diferentes áreas, o que muitas vezes pode sobrecarregar o gestor, preparamos este conteúdo explicando como usar o modelo de gestão financeira nas escolas.

Confira a seguir o que é a gestão financeira, qual a importância dessa área, como integrá-la com as demais e como desenvolver um plano eficiente. Boa leitura!

O que é gestão financeira?

Inicialmente é preciso entender do que se trata a gestão financeira escolar. Esse conceito refere-se a união dos procedimentos administrativos relacionados com todas as finanças da instituição e atividades que dela se desdobram. Com isso, o objetivo da gestão é preservar a organização orçamentária, a eficiência de processos e atividades e o controle administrativo.

É por meio da gestão financeira que uma instituição de ensino pode identificar investimentos e melhorias que beneficiem o plano de ensino, as atividades estudantis, o ambiente escolar e a própria manutenção do local. Também estão envolvidas as questões relacionadas com estoque, folha de pagamento e mensalidades.

É importante que todos os aspectos financeiros sejam integrados, visto que o fluxo de caixa é apenas um e é ele que proporciona segurança fiscal ao negócio.

Qual a importância da gestão financeira integrada com outras áreas?

Com o pressuposto de que uma escola também é uma empresa e, portanto, precisa ter controle financeiro e gerar lucro, é importante que se pense na gestão integrada das áreas para que seja possível obter melhores resultados.

Por exemplo, o controle de estoque é um aspecto central para que haja otimização dos recursos e se evite o desperdício. Dessa forma, a compra de insumos deve ser sempre centralizada na área financeira, visando uma melhor gestão. O mesmo vale para outros departamentos, como o de projeto pedagógico, custos fixos com colaboradores, marketing e publicidade etc.

Uma vez que a questão orçamentária envolve todos os departamentos da instituição, ela deve estar acima deles, direcionando recursos de forma inteligente e estratégica para proporcionar estabilidade e solidez para o negócio e garantir a qualidade e continuidade das operações.

Quais os benefícios dessa prática?

Ao organizar a escola em torno de uma modelo de gestão financeira escolar eficiente, o gestor pode alcançar uma série de benefícios. Entre eles podemos destacar:

  • redução de custos operacionais, otimizando os recursos disponíveis;
  • investimentos estratégicos que permitam reter alunos e melhorar o projeto pedagógico da instituição;
  • adoção de automação em processos que reduzem a burocracia e aumentam a eficiência;
  • incentivo de práticas de não-desperdício, reduzindo gastos com insumos desnecessários ou exagerados;
  • conquista da confiança dos alunos e da comunidade com uma gestão transparente;
  • redução da inadimplência ao melhorar os processos relacionados com os pagamentos;
  • aumento da lucratividade da instituição.

Devido aos diversos benefícios possíveis com a gestão financeira escolar, é importante que gestores dessa área entendam quais processos adotar e como desenvolver um modelo que, de fato, gere tais resultados.

Como fazer uma gestão financeira escolar eficiente?

Uma gestão financeira eficiente é imprescindível para que a escola tenha capacidade de investimento e crescimento, conseguindo atender mais alunos e aumentando a lucratividade do negócio sem prejudicar questões essenciais, como a qualidade de ensino.

A seguir, apresentamos 6 boas práticas para o desenvolvimento de uma gestão financeira eficiente.

Definir prioridades

O primeiro aspecto que deve ser considerado pelo administrador da escola é determinar quais são as prioridades de investimento. Apenas com um direcionamento racional e estratégico do orçamento a instituição alcançará solidez para criar metas mais ousadas.

Entre os itens que podem ser considerados emergenciais, por exemplo, podem estar os insumos e materiais didáticos, a manutenção predial, a formação dos professores ou técnicos, a aquisição de ferramentas e parceiros para o desenvolvimento do negócio, entre outros.

Fazer um planejamento estratégico

Juntamente com a definição das prioridades da escola, o gestor deve elaborar um planejamento estratégico, considerando os objetivos de curto, médio e longo prazo da instituição e traçar os caminhos necessários para que essas metas sejam alcançadas.

Por exemplo, a meta de crescimento pode exigir a construção de novas salas e, portanto, esse item deve ser contemplado no orçamento. No planejamento é possível que o administrador faça uma previsão de quanto será necessário direcionar para cada departamento considerando manutenção das atividades atuais e novos investimentos.

Conforme já execute esse planejamento há alguns anos, a tendência é que ele se torne mais exato e confiável para a previsão dos próximos períodos.

Ter um sistema de gestão

Modelos de gestão baseados no antigo “livro-caixa” com anotações em caderno das entradas e saídas da empresa já não funcionam mais. Atualmente, para manter-se competitivo e relevante diante do público, é fundamental que as instituições invistam em sistemas de gestão financeira automatizados.

Existem empresas especializadas que fornecem sistemas direcionados a segmentos específicos, como o escolar. A vantagem é que a própria ferramenta já considera e tem recursos que atendem as particularidades da área.

Com esses modelos é possível automatizar diversos processos, promovendo uma redução dos custos operacionais que pode ser determinante no aumento da lucratividade da escola e no controle financeiro.

Manter a transparência financeira

A transparência é uma questão fundamental em qualquer tipo de organização. Mantenha todos os comprovantes de pagamento, notas fiscais e despesas da escola. O controle rígido das entradas e saídas é fundamental para que o planejamento seja correto e eficaz.

Para manter o controle, faça balanços mensais e compare despesas de um mês para o outro e de períodos maiores para verificar para onde os investimentos estão sendo direcionados e se os retornos são mensuráveis.

Otimizar os recursos

Apenas com a identificação de quais departamentos estão consumindo mais recursos é possível desenvolver planos estratégicos para otimizar os gastos de cada área.

Por exemplo, o investimento em tecnologias e ferramentas de automação pode desafogar a folha de pagamentos e tornar os processos mais eficientes com um custo menor, melhorando o desempenho em áreas importantes.

Ter uma estratégia de combate à inadimplência

Por fim, as mensalidades também estão no guarda-chuva da gestão financeira e, portanto, as estratégias de combate à inadimplência também. Um sistema de gestão automatizado já pode ser um grande aliado na diminuição dos devedores, pois organiza as formas de cobrança e notificações de contas a vencer.

Desenvolver uma estratégia para contato com alunos devedores de forma cortês e automatizada tem grande relação com pagamentos em dia que são determinantes para um fluxo de caixa saudável na instituição.

A gestão financeira escolar é uma área delicada e por isso deve receber uma atenção compatível com a sua importância. O investimento em novas tecnologias e estratégias é um passo em direção ao melhor controle orçamentário e estabilidade financeira que, por sua vez, estão relacionados com as possibilidades de crescimento e aumento da rentabilidade da escola.

Quer saber mais como um sistema de gestão pode contribuir com a sua escola? Confira o conteúdo “como usar um sistema de mensalidades para engajar clientes” e conheça os potenciais dessa solução!

A Solutions One é especialista em cobrança recorrente e processa mais de 2 milhões de cobranças/mês. Converse conosco e conheça a melhor como podemos ajudá-lo a automatizar seus processos de cobrança.

Como lidar com a sazonalidade em academias?

A cena é comum: enquanto no verão a academia fica lotada, com a chegada do inverno o movimento diminui bruscamente. E é nesse momento que você se pergunta como lidar com a sazonalidade em academias. Pode parecer inevitável enfrentar esse problema, mas há algumas formas de diminuir os efeitos negativos e driblar a fraca procura dos clientes nesses períodos.

Muitas academias, por exemplo, optam por contratar funcionários apenas durante os meses de maior movimento, como no verão, e durante o inverno ficar apenas com freelancers. Mas será mesmo que isso é uma boa solução? Talvez seja melhor você investir em estratégias que realmente tenham um efeito positivo e façam a sua academia sempre ter movimento.

Pensando nisso, separamos algumas dicas para você lidar bem com a sazonalidade em academias e acabar de vez com o problema. Confira e se destaque!

Entre em contato com clientes

O primeiro passo é entender o que os clientes mais gostam e precisam na sua academia. Então, nada melhor do que entrar em contato com eles e fazer até mesmo uma pequena pesquisa, justamente para detectar onde você precisar investir e apostar para evitar a baixa temporada.

Feito isso, ficará muito mais fácil pensar nas estratégias que terão como objetivo atender as necessidades dos frequentadores da sua academia. Vale dizer também que isso afetará diretamente seu resultado, o retorno financeiro e, principalmente, a contratação de funcionários pelo período que você precisa.

Conheça seus clientes

Outro detalhe que anda lado a lado com o contato que você deve ter com os clientes é, sem dúvidas, conhecê-los. Dessa forma, você consegue entender o que os consumidores mais gostam na sua academia e até antecipar tendências para melhor satisfazê-los. Não deixe de tentar ao máximo criar conexões com os clientes, seja pessoalmente ou por outros meios.

Inclusive, esses meios podem ser com a ajuda de importantes ferramentas tecnológicas como a internet, tendo como braço principal as redes sociais e os e-mails. Lembre-se também de estreitar laços com a ajuda de aplicativos próprios, mensagens de texto, ligações e pequenos mimos em datas comemorativas.

Faça uma tabela de sazonalidade

Sim! Eis aqui uma das principais formas de você contornar o problema da sazonalidade em academias: fazendo uma tabela com esses períodos. não se esqueça de que estar preparado sempre é o melhor caminho, e ter em mente e visualmente quando serão os períodos de maior dificuldade já ajuda bastante a se preparar.

Por isso, estude a fundo quais são, de fato, os meses de menor movimento e deixe isso exposto na sala da administração. Assim, toda a sua equipe conseguirá se focar em pular essa barreira, sempre em busca dos melhores resultados e na conquista de clientes, não importa a época do ano. Isso muda bastante o cenário!

Antecipe-se aos momentos de menor movimento

Com a tabela de sazonalidade em mãos, vai ficar muito melhor se antecipar aos momentos de menor movimento. Você vai saber exatamente em qual dia precisa começar a agir, assim como o que deverá ser feito durante todo o período.

Outra dica bacana é oferecer cursos de aperfeiçoamento aos seus colaboradores, porque, com mais qualificação, melhores são as chances de sua equipe conseguir superar a sazonalidade e com bastante conhecimento e experiência no contato com os clientes. Essa é uma das práticas que mais dá certo, você sabia?

Faça promoções

As promoções são uma estratégia que geralmente tendem a dar bons resultados para qualquer tipo de negócio. Tudo porque elas conseguem atrair parcelas de clientela que você nem imaginava, como as que só aparecem muito raramente. Com as promoções é possível manter clientes em períodos mais difíceis e de menor momento.

Vale reforçar que estratégias como essa sempre funcionam quando já existe um cenário favorável: por exemplo, durante a já famosa Black Friday, que acontece em novembro no mundo todo. No Brasil, a ocasião já ganhou força total e vem movimentado o mercado de produtos e serviços como nunca! É um bom momento de apostar nas promoções.

Invista em programas de fidelização

Você já ouviu falar sobre os programas de fidelização? Eles foram mais uma estratégia criada pelo mercado para atrair, cativar e, por fim, fidelizar seus clientes. A fidelização é uma importante arma do comércio para garantir boas vendas até mesmo em períodos mais difíceis, como a sazonalidade em academias.

Você pode investir nessa ideia de forma bem simples, oferecendo descontos em serviços depois de X mensalidades pagas da academia, por exemplo. Ou pode ir além e dar a opção de o aluno se matricular e fechar contrato por 1 ano para ganhar o selo de cliente fiel, tendo alguns serviços da academia de graça para ele.

Facilite o pagamento

Sabe as mensalidades mencionadas no tópico anterior? Pois é, que tal oferecer aos alunos formas de pagamento bem mais diversificadas? É o caso de ter as opções de pagamento via boleto bancário, débito, cartão de crédito, cheque e em dinheiro com mais descontos.

Lembre-se de que muitas vezes o cliente tem condições de arcar com mais mensalidades, mas não tem cartão de crédito, por exemplo. Ou possui cheque, mas a sua academia não aceita essa forma de pagamento. Quanto mais facilidades você oferecer, melhor para o cliente, que não terá duvidas em entrar na sua academia.

Todas essas dicas são ótimos caminhos para ficar distante da sazonalidade em academias. Não se esqueça de que nesse mercado existe muita concorrência e as outras empresas também estão bem atentas a esse fator. Se você atua em uma região com muitas academias, vale fazer algumas visitas para tentar notar como eles lidam com o problema.

Isso com certeza vai ajudar a identificar falhas e oferecer algo a mais que vai surpreender seus alunos e clientes. Afinal, todo esforço vale a pena para deixar para trás o problema da sazonalidade em academias, certo? Não hesite em apostas em qualquer uma dessas ideias e veja os resultados aparecerem!

Gostou? Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e ajude mais empreendedores e administradores de academias perceberem que é possível melhorar resultados!

Compreenda as diferenças entre adquirentes, subadquirentes e gateway de pagamento

Diversificar as formas de receber pagamentos é essencial para manter-se competitivo e relevante. A cobrança em cartão de crédito é, atualmente, uma das principais alternativas de pagamento, no entanto, o empreendedor deve estar atento para poder escolher aquela que mais se encaixa em seu perfil, como adquirentes, subadquirentes e gateway.

A seguir, vamos explicar como cada um desses agentes age e quais são as diferenças entre eles. Confira!

Qual a melhor opção pra cobrança em cartão de crédito?

Para disponibilizar o cartão de crédito como opção de pagamento,  o empreendedor deve saber escolher a melhor opção de acordo com o seu modelo de cobrança (Recorrente, Parcelado e a Vista), além do tamanho e volume de transações, quais os recursos operacionais disponíveis e também como garantir esse processo mais seguro para o cliente.

Por padrão, as Bandeiras/Bancos Emissores, as transações são cobradas em percentual e a transferência do valor é realizada para a conta do lojista no prazo estipulado em contrato, que normalmente é de 31 dias, exceto quando é solicitado a antecipação de valores, encarecendo o custo da transação.

Existem algumas opções disponíveis, e todas elas apresentam apresentam vantagens e desvantagens, por isso deve-se entender como o mercado funciona antes de escolher a melhor.

Entenda como funciona o mercado e qual a melhor opção.

Adquirentes

As adquirentes são como agentes operadores responsáveis por processar as operações de cartões de crédito e de débito junto às bandeiras de cartões e aos bancos. Alguns exemplos de adquirentes no Brasil são: Rede, Cielo e GetNet.

Essa alternativa possibilita um checkout transparente, ou seja, o cliente não é redirecionado para sites de terceiros, o que aumenta as chances de fechamento da compra.

Em contrapartida, apresenta-se como desvantagem desse modelo a necessidade de contratar um sistema antifraude próprio para garantir a segurança das transações. ou um Gateway para realizar a conexão com as Adquirentes.

Com a adquirente o processo realizado é o seguinte:

  • cliente > loja > adquirentes > bandeiras/bancos emissores

Subadquirentes

As subadquirentes são responsáveis por realizar a mediação entre todas as partes envolvidas na transação, como cliente, lojista e bancos. Essas empresas têm contratos com diferentes adquirentes, fazendo com que loja possa aceitar mais bandeiras sem precisar de várias negociações por parte do lojista.

Como vantagem das subadquirentes destaca-se que elas já têm integração com serviços de gateway e sistema antifraude, o que torna a aquisição e implantação dessa solução mais fácil.

No entanto, essas facilidades são possíveis devido a um modelo de cobrança mais elevado para o lojista, ja que as tarifas são em percentual sobre o valor, com taxas que podem chegar a até 5%. No caso de compras parceladas as taxas podem ser custar até 20% mais altas somente pela transação.

Outro aspecto negativo das subadquirentes é que o processo de pagamento, geralmente, inclui redirecionar o cliente para concluir a compra em outro site. Essa ação é responsável por uma maior taxa de abandono de carrinho, pois prejudica a experiência do cliente.

O fluxo do processo de pagamento com a subadquirente funciona da seguinte forma:

  • cliente > loja > subadquirente > adquirente > bandeira/banco emissor

Esse processo pode tornar a aprovação de pagamento mais demorada se não for realizado por API´s ou WebSerivces, além do fato de que o sistema de crivo das subadquirentes é mais rígido, sendo responsável por um número mais elevado de compras negadas.

No mercado, essa solução também é conhecida como “intermediadores” ou “facilitadores”. De fato, a implementação é simplificada para o lojista, sendo muitas vezes a alternativa mais indicada para pequenos e médios negócios pela facilidade de implantação e modelo de negócio.

Gateway de pagamento

Os gateways são soluções que processam o pagamento no momento do checkout e facilitam a integração do e-commerce com diversas opções de pagamento. Nas cobranças em cartão de crédito, as informações são enviadas pelo gateway para o processamento de uma adquirente junto aos bancos emissores e às bandeiras para verificar as informações e o saldo do cliente.

Nesse tipo de transação,  o convênio com a Adquirente é do lojista e o valor vai direto para a conta do lojista e a cobrança é realizada, normalmente, por número de transações ou por um valor fixo por venda. Com isso, essa alternativa é mais lucrativa para o e-commerce, dependendo do porte da loja.

Um aspecto negativo do gateway para pequenos lojistas é a necessidade de estabelecer diversos contratos com adquirentes e sistema antifraude. Por sua vez, essa mesma característica é benéfica para negócios maiores e que têm um poder de barganha maior.

O sistema do gateway funciona da seguinte forma:

  • cliente > loja > gateway > adquirente > bandeiras/bancos emissores

Devido a esse fluxograma, o gateway só funciona quando acompanhado de uma adquirente. Ainda assim, esse modelo oferece diversas vantagens para o lojista, como:

  • integração facilitada com diferentes meios de pagamento;
  • as informações dos consumidores são criptografadas, aumentando a segurança das transações;
  • checkout transparente, melhorando as chances de fechamento do pedido;
  • compra em um clique, devido a tokenização dos dados do cartão, quando autorizada pelo cliente;
  • possibilidade de retentativa inteligente de pagamento;
  • disponibilidade de pagamentos recorrentes no e-commerce, como para lojas que oferecem seguros online.

As vantagens de optar por um gateway são diversas, entretanto, lojistas menores nem sempre conseguem boas negociações, tornando essa solução menos benéfica. Assim, surgem novas alternativas, como os provedores de serviços de pagamento (PSP), que unem as vantagens do gateway com as facilidades das subadquirentes.

Conhecer as alternativas de pagamento e avaliar qual delas é mais vantajosa para o negócio é essencial para manter-se competitivo, ter relevância junto aos consumidores e alcançar melhores taxas de administração da solução.

Atualmente, disponibilizar a cobrança em cartão de crédito e outros meios de pagamento, como débito, boleto bancário e transferência direta, é fundamental para atender às necessidades dos clientes. Entretanto, essas soluções devem ser seguras e eficazes, o que torna muito importante conhecer como funcionam as adquirentes, as subadquirentes e o gateway de pagamento.

Esperamos que este conteúdo tenha ajudado a identificar qual é a melhor solução de pagamento para a sua loja virtual! Acha que essas informações podem ser úteis para mais pessoas? Então, compartilhe nas suas redes sociais!

Marketplace de seguros: por que você deve adotar um?

A venda de seguros pela internet tem se consolidado e já é uma possibilidade real e lucrativa de investimento. Já os marketplaces, surgidos no Brasil em 2012, também ganham mais visibilidade e tornam-se um negócio em expansão. Então, por que não unir duas ideias que deram certo? Esse é objetivo do marketplace de seguros.

Tentando entender como esse modelo de negócio funciona? Para ajudá-lo, vamos explicar a seguir o que é um marketplace, como essa solução funciona e quais são as vantagens dela. Confira!

O que é um marketplace?

Um marketplace é um local que reúne diferentes vendedores em torno de uma marca já consolidada no mercado. Assim, as grandes lojas virtuais disponibilizam suas “vitrines” para vários lojistas em troca de uma porcentagem sobre as vendas.

Exemplos de marketplaces existentes no Brasil são Americanas, Shoptime, Walmart, Amazon e outros. Com isso, pequenos e médios vendedores podem comercializar os produtos nesses portais consolidados, o que proporciona diversas vantagens, principalmente para iniciantes, que ainda não têm muita visibilidade.

Como funciona um marketplace de seguros?

Agora que você já entendeu o que é um marketplace, pode estar se perguntando: mas e no ramo de seguros, como funciona?

Um lojista interessado em vender seguros, mas que não conta com um capital elevado, não vai conseguir fechar parcerias com grandes seguradas, o que inviabiliza diversificar os serviços e produtos disponíveis.

O marketplace de seguros é justamente o canal que torna possível que o lojista tenha acesso a uma vasta gama de produtos. O que acontece é que o marketplace, quando renomado, fecha parceria com várias seguradoras grandes e tem disponível um grande leque, que inclui produtos de viagem, de roubo de celular, garantia estendida, proteção financeira, educacionais etc.

Assim, quando o lojista estabelece uma parceria com o marketplace de seguros, ele tem acesso a esses vários produtos que só seriam disponibilizados para empresas maiores. A partir disso, o empreendedor consegue expandir o mix de produtos e melhorar a rentabilidade do negócio.

De forma geral, essa opção é responsável por oferecer diversos produtos de seguros em um só lugar, facilitando o processo e viabilizando que pequenos e médios empresários possam diversificar os produtos sem depender de parcerias diretas com grandes seguradoras, o que é inviável para esse perfil de empreendedor.

Quais são as vantagens de adotar um?

Existem várias vantagens para que um empresário dedicado à venda de seguros para o consumidor final utilize um marketplace de seguros. A seguir, listamos 7 benefícios de investir nessa solução. Confira!

Baixo custo

O primeiro diferencial que pode ser destacado ao firmar parceria com um marketplace de seguro refere-se ao baixo investimento inicial necessário. Ao iniciar um e-commerce, por exemplo, diversos gastos serão demandados, como plataforma, segurança, ferramentas, marketing etc.

Ao optar pela parceria com o marketplace, entretanto, todos esses processos e estruturas estão prontos, sendo que o vendedor precisa apenas firmar a parceria, estabelecer qual comissão será paga e já pode iniciar as vendas por esse canal.

A manutenção do negócio também o torna mais interessante, pois o vendedor de seguros poderá contar com um receita recorrente, sem ter custos operacionais elevados para continuar ativo.

Visibilidade

Outro aspecto importante do marketplace refere-se à visibilidade proporcionada para a marca, sem que o lojista precise ter custos relacionados a marketing e publicidade, pois todas essas questões já estão estabelecidas na loja parceira.

Dessa forma, é possível impactar clientes que estão pesquisando por esse tipo de produto na internet e confiam de fechar negócio com uma grande empresa.

Atendimento ao cliente

Um elemento que gera um alto custo e também trabalho nas lojas virtuais é o atendimento ao cliente, pois é necessário desenvolver um SAC e mantê-lo em funcionamento. No marketplace de seguros, esses processos são desenvolvidos pela empresa responsável.

O pós-venda da área de seguros pode ser bastante dispendioso, mas quando associado ao marketplace, ele já tem toda a estrutura e equipe para realizar esse tipo de atendimento, proporcionando facilidade e economia para o lojista parceiro.

Diversificação do público

Em um e-commerce, o lojista está sempre buscando novas estratégias para atrair o público o poder aumentar as chances de venda. No caso dessa solução, essa preocupação não é necessária e não prejudica as vendas.

Com o fato de os seguros serem um produto que gera renda recorrente, muitos clientes adquiridos permanecem anos na base da loja, gerando uma receita todo mês para o lojista. O marketplace proporcionará a visibilidade necessária para que a atração e a venda ocorram, sendo que o lojista deve apenas manter o consumidor.

Outro aspecto relevante é que, conforme se solidifique, o lojista poderá diversificar também os produtos oferecidos, aumentando o potencial de sucesso do negócio.

Estrutura adequada

Um marketplace já tem toda estrutura desenvolvida para atender ao lojista e ao cliente final. Assim, diversos processos e ferramentas que demandariam trabalho e investimentos já estão inclusos quando você estabelece uma parceria desse tipo.

Processos relacionados à diversificação das formas de pagamento aceitas, segurança dos dados dos clientes, emissão de nota fiscal, acompanhamento do pedido e outras já estão estruturados e funcionando.

Fidelização de clientes

Outro aspecto possível é aumentar as chances de fidelização de clientes ao proporcionar uma experiência de compra agradável e completa. Para tal, é importante investir em formas de relacionamento com o consumidor, como encaminhando conteúdos que sejam do interesse dele e relacionado ao produto que você vendeu.

É possível impactar muito mais consumidores em um marketplace, mas é importante que haja uma estratégia de fidelização com os clientes a fim de conquistá-los, agregar valor à experiência e mantê-los ativos, o que inclui a compra de outros produtos do mix disponível.

Aumento das vendas

Graças à visibilidade e estrutura possíveis com o marketplace de seguros, os lojistas conseguem obter um aumento expressivo das vendas. O aumento da receita também é viável, pois com os pagamentos recorrentes é possível aumentar o Lifetime Value, fazendo com que um cliente continue ativo com a marca por mais tempo.

Fatores como ter mais possibilidades de pagamento disponíveis, vender em uma loja renomada e ter processos que transmitam segurança para o cliente também estão diretamente relacionados às maiores chances de fechar negócios.

Atuar com um marketplace de seguros é um grande diferencial para um empreendedor que quer expandir e consolidar as vendas online. Gostou dessa ideia? Entre em contato com nosso time de especialistas e saiba mais!

Redução de custos, processos e cobranças: veja como efetivá-la em seu negócio

Uma empresa comprometida com a escalabilidade do negócio e a consolidação no mercado deve sempre estar atenta às ações que permitam a redução de custos, processos e cobranças, visando melhorar a rentabilidade.

A redução de processos e cobranças, acompanhada da diminuição dos custos permite que haja uma melhor organização operacional, o que resulta em melhores condições para o negócio crescer. Saiba mais a seguir!

Quais são os benefícios da redução de processos, custos e cobranças?

Existem diversos benefícios relacionados à redução dos custos dos negócios, pois ao tornar a empresa mais enxuta no aspecto operacional e de cobranças é possível reverter esforços para melhorar resultados e a rentabilidade, além de aumentar a produtividade.

O gestor deve ter atenção ao que cortar, visto que é necessário distinguir custos e investimentos. Ao realizar os cortes em áreas e processos adequados, é possível aumentar a produtividade em vez de prejudicá-la. Mas, para tal, é preciso saber quais estratégias de redução serão adotadas. Veja a seguir alguns benefícios:

  • redução de custos: promove mais rentabilidade ao negócio, focando o investimento em áreas mais estratégicas e que possibilitam o crescimento sustentável da empresa;
  • redução de processos: organiza o operacional e faz com que tarefas obsoletas sejam revistas e substituídas por processos mais eficientes e automatizados;
  • redução de cobranças: permite adequar o modelo de negócio à legislação de forma a proporcionar vantagens competitivas à empresa e reduzir gastos desnecessários.

Confira a seguir como alcançar esses benefícios sem afetar áreas estratégicas do negócio.

Como fazer uma redução de custos eficiente?

Para que uma redução de custos seja eficiente ela deve ser planejada e estudada, visando distinguir as áreas e os processos obsoletos e torná-los mais rentáveis. Destacamos a seguir seis dicas!

Utilize a tecnologia como aliada

A renovação tecnológica é um aspecto central se o objetivo é a redução dos processos e dos custos operacionais de uma empresa. Existem diversas ferramentas que podem ser adotadas visando melhorar a organização das etapas e também o fluxo de informações do negócio, permitindo fidelizar clientes, além de gerenciar caixa, processos e outros. Entre elas, estão:

  • SaaS: o Software as a Service é um conceito pelo qual as empresas conseguem utilizar recursos tecnológicos, como banco de dados, plataformas etc., sem precisar instalar esses serviços, usando-os diretamente no ambiente online, o que diminui custos de manutenção e hardware;
  • CRM: software voltado para gestão de relacionamento com o cliente que permite mapear e acompanhar diferentes dados sobre os clientes, como pagamentos, contatos etc.;
  • sistema de cobrança: um sistema de cobrança automatizado permite diminuir processos manuais e reduzir a inadimplência devido à maior eficiência. Entre os exemplos estão os softwares de mensalidades para empresas que atuam com cobrança recorrente;
  • software de controle de caixa: o controle financeiro do negócio deve ser automatizado visando reduzir erros manuais e tornar os processos financeiros mais seguros.

Muitas dessas tecnologias trazem benefícios ao possibilitar a automação, que é nosso próximo tópico.

Automatize os processos repetidos

Diversos processos nas empresas são realizados de forma mecânica e repetida pelos colaboradores, como preenchimento de planilhas, envio de boletos, cadastro de clientes e outros.

Muitas dessas tarefas podem ser automatizadas, promovendo uma redução dos processos obsoletos e maior produtividade da equipe. Esse tipo de estratégia aumenta a escalabilidade do negócio, pois permite atender mais clientes sem aumentar os custos fixos.

Para tal, é preciso realizar um levantamento sobre todos os atuais processos da empresa e identificar quais deles não apresentam a produtividade necessária e quais podem ser automatizados.

Selecione bem os fornecedores

Um custo que muitas vezes não é considerado pelos gestores no momento dos cortes refere-se àqueles ligados à manutenção dos fornecedores. Esse aspecto, entretanto, está relacionado ao aumento expressivo dos custos fixos quando não analisado corretamente.

A seleção dos fornecedores é um aspecto central para a redução dos custos. Faça pesquisas, comparação de preço e negocie quando for preciso. Esse cuidado deve ser tomado com empresas de software, taxas bancárias, alugueis, internet e telefone, entre outros gastos fixos necessários à manutenção do negócio.

Mantenha a equipe produtiva e enxuta

A equipe é um aspecto central no sucesso de um empreendimento. Manter os colaboradores produtivos é essencial para que os resultados almejados sejam alcançados, sendo preciso analisar se eles não estão nem ociosos e nem sobrecarregados.

Manter a equipe apenas com a quantidade necessária de pessoas é importante, mas também deve-se ter atenção para não ter uma equipe menor do que a indicada e sobrecarregá-la apenas com tarefas operacionais, deixando a estratégia em um segundo plano.

Focar no estabelecimento de metas individuais e coletivas para alcançar os objetivos de negócio é outra forma de aumentar o potencial dos colaboradores e torná-los mais engajados.

Terceirize tarefas

Atualmente, as empresas precisam lidar com uma série de estratégias e recursos que, muitas vezes, não se relacionam com o segmento do negócio. Esses esforços dedicados a outras áreas aumentam os custos e não atingem todo o potencial desejado.

Com isso, a terceirização de tarefas de áreas que não fazem parte do core do negócio é fundamental para ele crescer. Por exemplo, contrate uma agência de marketing para realizar essa parte, tenha parceiros na área de tecnologia e software que sejam especializados etc.

Monitore os custos

Outra forma de reduzir custos é monitorá-los para poder identificar quais são realmente necessários ou não. Por exemplo, ter a empresa enquadrada no modelo de tributação mais adequado permite uma redução de cobranças que disponibilizará mais ativos para outras áreas.

O monitoramento constante dos custos permite identificar quando eles tornam-se desnecessários ou desvantajosos, fazendo com que a empresa possa redistribuir o orçamento para as áreas e os processos mais eficientes e lucrativos.

Quando a redução de cobranças e custos deve ser realizada?

Durante um período de crise econômica, a redução de custos, de processos e de cobranças é ainda mais fundamental para dar fôlego ao negócio a fim de que ele passe por essa fase sem cortes que prejudiquem o fornecimento do produto ou serviço.

No entanto, a redução de cobranças, de processos obsoletos e de custos deve ser uma política frequente do negócio, permitindo que a empresa não dedique investimentos em áreas que não proporcionarão o retorno desejado e que não contribuirão com os objetivos de mercado definidos.

Com isso, uma política de redução de custos deve ser constante nas empresas, com o monitoramento desses custos e o mapeamento dos processos para que as ações desvantajosas sejam cortadas logo que identificadas.

A renovação tecnológica também deve ser recorrente, ocorrendo quando for percebido que o atraso tem proporcionado prejuízos ao negócio, limitado o crescimento dele ou impossibilitando novas soluções de atendimento.

Ao promover uma redução de custos, processos e cobranças, a empresa fica muito mais preparada para superar a crise financeira sem diminuir os clientes atendidos e ainda alcançar mais escalabilidade e crescer. Quer saber outras formas de adotar essas ações no seu negócio? Converse com nossos especialistas!

Como aumentar o faturamento por meio de um clube de assinaturas?

O varejo online trouxe para os empreendedores novas oportunidades de vendas e uma nova forma de se relacionar com o público. Dentro dessa tendência, um modelo de negócio tem chamado a atenção de clientes e empresas: o clube de assinatura.

Esse novo mercado pode ser utilizado como um ótimo recurso para aumentar o faturamento de um negócio e estreitar o relacionamento cliente-empresa.

Saiba mais sobre como funciona essa tendência e como ela pode ajudar você a dar um upgrade no faturamento da sua empresa!

O que é um clube de assinatura?

Clube de assinatura é uma modalidade de pagamento em que os produtos e serviços são comercializados de modo recorrente, como em uma assinatura de TV a cabo ou internet. O cliente paga mensalmente por um pacote de serviços ou um produto, e recebe em sua casa regularmente sem precisar ficar refazendo a compra.

Alguns bons exemplos são o Spotify, a Netflix e o Kindle Unlimited, que oferecem ao público serviços distintos:

  • Spotify: o cliente paga uma assinatura e tem disponível um acervo de milhares de álbuns para escutar onde e quando quiser;
  • Netflix: a assinatura dá direito a assistir a centenas de filmes, seriados, documentários e outras programações via streaming;
  • Kindle Unlimited: o produto aqui são os livros digitais disponíveis na plataforma da Amazon, funcionando em um esquema semelhante ao Spotify e à Netflix.

O clube de assinatura também funciona para itens físicos, como produtos de beleza, vinhos, lâminas de barbear, entre outros. É um modelo de negócios que traz vantagens tanto para os clientes quanto para a empresa, como veremos a seguir.

Quais são as vantagens?

Existem diferentes clubes de assinatura, e cada um traz vantagens específicas para seus participantes. De um modo geral, eles apresentam os seguintes benefícios para os usuários:

  • facilidade e conforto em receber os produtos em sua casa ou em seu local de trabalho;
  • produtos e serviços com uma qualidade melhor do que aqueles encontrados no mercado;
  • atendimento diferenciado;
  • melhor experiência do usuário;
  • exclusividade de produtos, por serem inéditos ou importados.

Por outro lado, esse modelo de negócios traz muitas vantagens também para as empresas, tais como:

  • fidelização de clientes;
  • receita mais previsível, pois os pagamentos são recorrentes;
  • estoque também com uma previsibilidade maior;
  • aumento do faturamento;
  • maior projeção de expansão do negócio.

Mas por onde começar e como gerenciar esse tipo de serviço? Vamos ver!

Como gerenciar esse tipo de negócio?

Embora as características do clube de assinatura sejam bem similares, cada empresa terá uma infraestrutura diferente, dependendo do tipo de serviço ou produto oferecido e do perfil do público. Considere alguns aspectos e ferramentas importantes na criação e no gerenciamento desse modelo de negócios:

Analise seu produto ou serviço

Lembre-se de que qualquer que seja a natureza da sua empresa, os serviços e produtos serão ofertados em forma de assinatura. Isso significa que alguns negócios terão maior facilidade do que outros ao se adequar a esse novo modelo, especialmente quando o item/serviço ofertado é digital.

Por exemplo, uma empresa que desenvolve softwares e os fornece em plataforma SaaS (Software as a Service) tem uma adaptação facilitada: o sistema vendido ficará disponível ao cliente pelo tempo em que ele assinar o serviço. Nesse caso, alguns quesitos são necessários:

  • plataforma em nuvem;
  • enxugamento da contratação por eliminar processos burocráticos confusos;
  • sistema simples e intuitivo para dispensar treinamentos muito longos ou complexos;
  • redução da necessidade de aquisição de hardware.

A ideia é que o cliente ingresse no clube de assinatura e já tenha disponível o serviço rapidamente.

Quando a empresa trabalha com a comercialização de produtos, é necessário se preocupar com outros aspectos, como:

  • controle de estoque;
  • logística para a entrega regular do item;
  • barateamento do frete, pois esse fator poderia encarecer o produto;
  • diferencial que estimule o cliente a receber esse item do modo regular e sistemático;
  • frequência do consumo do produto — diário, semanal, mensal, bimestral etc.

Avaliando os seus produtos e serviços, é possível ingressar nesse modelo de negócios? Em caso afirmativo, vamos seguir!

Crie planos flexíveis para pagamentos recorrentes

É importante avaliar seu público para compreender seu perfil e criar um mix de produtos e preços condizentes com suas necessidades. Somente assim, seu negócio se tornará popular. A partir daí, forneça boas condições de pagamento.

Por exemplo, a Home Shave fornece lâminas de barbear de diversos modelos e preços. Os clientes podem escolher a frequência de recebimento, que pode ser mensal, bimestral e trimestral.

Outro exemplo é o já citado Spotify. Todos os planos são de pagamento mensal e todos têm acesso ao mesmo acervo de músicas. A diferença está nos tipos de assinatura Premium. Os usuários podem optar pelo plano individual, familiar — para até 6 pessoas que moram no mesmo endereço — e universitário — com um desconto de 50% em relação ao plano individual.

Com essa variedade, os clientes sempre encontrão um plano que vai se encaixar nas suas necessidades e no seu bolso.

Saiba precificar seu produto/serviço

Ao oferecer vantagens nas assinaturas para o seu público, você não pode esquecer da sustentabilidade e do crescimento do negócio. Os planos precisam ser competitivos e, ao mesmo tempo, oferecer uma boa margem de lucro para a empresa.

Para chegar a um preço justo, leve em conta todo o ciclo produtivo, desde a criação do produto, passando pelas ações de marketing e pelo controle de estoque, até a logística. Nenhum custo operacional pode ficar de fora.

Quando o produto é digital, como a assinatura de um serviço ou um curso online, o ponto de partida é entender o valor que ele tem para seu público. É importante também avaliar o preço praticado no mercado. Além disso, analise o ticket médio e a penetração que o produto pode ter entre os usuários.

Dê atenção à logística

Quando o produto ofertado é um item físico, como uma bebida ou outro consumível, a logística é um aspecto que merece total atenção. Afinal, o cliente vai ter uma data certa para pagar pelo produto, então a empresa precisa obedecer aos prazos de entrega — essa é uma expectativa muito alta do consumidor.

Por isso, busque diferentes opões de fornecedores para não ficar à mercê de imprevistos. Além disso, conte com uma transportadora de confiança e que tenha credibilidade no mercado.

Utilize uma plataforma de gerenciamento de mensalidades

Por fim, utilizar um software para gerenciar os pagamentos é indispensável. Ele ajudará seu negócio a definir os processos de cobrança e a controlar melhor os recebíveis. Integradas ao sistema da empresa, essas plataformas facilitam tarefas relacionadas à negociação, gestão de clientes e mensalidades, emissão de notas fiscais e boletos, identificação de inadimplências, entre outros.

O clube de assinaturas continua em expansão. Um modelo de negócios que se resumia à entrega de revistas e jornais foi ampliado para uma variedade enorme de produto e serviços — e sua empresa não pode ficar de fora dessa oportunidade de aumentar o faturamento, não é mesmo?

Quer saber mais dicas de como aumentar seu faturamento e aprimorar sua gestão? Então, nos siga nas redes sociais: estamos no Facebook, Twitter e LinkedIn!