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5 maneiras para montar promoções e campanhas de incentivo em sua empresa

Não há dúvidas de que funcionários motivados produzem mais e com maior qualidade. Um estudo realizado pela agência de consultoria Gallup revelou que colaboradores com motivação em alta produzem 21% mais, aumentam 22% a rentabilidade do negócio e reduzem as taxas de absenteísmo em 37%.

Em vista disso, as campanhas de incentivo para empresas são uma ótima estratégia para dar um gás aos colaboradores. São ações que têm por objetivo desenvolver mais motivação nas equipes para que mantenham o foco e otimizem os seus resultados.

Quer saber como implementar essa ideia? Separamos neste post 5 maneiras de você montar uma campanha de incentivo no seu negócio. Vamos lá?

Antes de montar campanhas de incentivo para empresas

Defina os objetivos

O primeiro passo para você montar campanhas de incentivo para empresas com sucesso é saber o que deseja alcançar com essa estratégia. Os objetivos podem ser de natureza quantitativa, aumentar o volume de vendas, por exemplo, ou qualitativa, criar valor para os clientes do negócio.

Estabeleça as metas e os critérios

A partir daí, será mais fácil desdobrar esses objetivos em metas que devem ser cumpridas pelas equipes e pelos colaboradores individualmente em um determinado período ou em um projeto específico.

Esses objetivos devem ser de fácil entendimento, realistas e sem ambiguidades. Por exemplo, qual empresa não quer aumentar sua receita em 80%? Mas essa meta é realmente alcançável tendo em vista a infraestrutura que você fornece ao seu time e as limitações dos colaboradores e do próprio mercado? Assim, é preciso ter a realidade da empresa em mente ao definir as metas.

Forneça as ferramentas

Com base no item anterior, os gestores precisam identificar processos mais críticos, gargalos e prováveis obstáculos que os funcionários poderão enfrentar. A partir daí, será possível fazer os ajustes necessários e prover as ferramentas adequadas para que as equipes possam ter condições de atingir as metas e os objetos desejados.

Saiba dar recompensas

As recompensas devem ser escolhidas com base no perfil dos colaboradores, como estado civil, família, escolaridade e hábitos de consumo, nas tendências do mercado e em outros aspectos relacionados à cultura da empresa.

Por exemplo, alguns colaboradores gostam de premiações mais pontuais, como brindes, presentes, folgas ou bônus em dinheiro. Outros preferem passar por novas experiências em viagens, cursos, participação em eventos corporativos ou de entretenimento.

De qualquer forma, a recompensa deve ser algo atrativo e estimulante para mover as equipes à ação. Assim, você estará apto a montar campanhas de incentivo para empresas. Vamos, então, ver algumas maneiras de fazer isso!

5 maneiras de montar campanhas motivacionais

1. Trabalhe com gamificação

Gamificação, ou gamification, é uma técnica baseada no conceito dos jogos, usada para tornar o trabalho mais atrativo e estimulante. Essa estratégia usa a mesma mecânica dos games para engajar os colaboradores e motivá-los a continuar atingindo metas e produzindo mais e melhor. Os principais elementos são:

  • pontuação;
  • ranking;
  • medalhas ou premiações.

A pontuação pode ser desenvolvida conforme o segmento, o modelo de negócios ou a função do colaborador. Por exemplo, número de vendas, vezes em que a meta é batida, tempo de resposta aos chamados etc.

O ideal é que o “placar” seja exibido em um painel físico ou virtual. Informações como ranking, pontuação de cada um e mudanças de nível são muito interessantes e motivadoras. Alguns dos frutos gerados por essa estratégia são:

  • estímulo de uma competitividade saudável, já que esse sentimento nos move à superação pessoal e em relação ao outro;
  • sentimento de conquista e vitória;
  • mensuração da performance e contante autoavaliação, uma vez que o colaborador consegue acompanhar periodicamente seu desempenho por meio de números claros e diretos.

2. Eleja o time do mês

Recompensar a equipe que mais se destacou no período ou na campanha é uma forma muito interessante de incentivar os funcionários e fortalecer o trabalho coletivo. Esse reconhecimento pode ser em virtude das metas batidas, bem como pela superação dos obstáculos que tenham surgido.

Por isso, além de números, avalie as equipes em termos de comprometimento, relacionamento interpessoal, disciplina, proatividade e engajamento.

Uma grande vantagem da recompensa em equipe é que você consegue fortalecer o trabalho colaborativo entre os funcionários e desenvolver neles um senso de pertencimento, de que suas ações individuais afetam todo o grupo. É uma ótima forma também de identificar aqueles que têm espírito de liderança.

3. Premie o colaborador que se destaca

O reconhecimento individual também é fundamental. Nesse caso, a empresa pode recompensar um ou mais funcionários, de acordo com os critérios preestabelecidos. Por exemplo, pode conceder um prêmio a todos aqueles que atingirem uma determinada marca ou somente aos primeiros que chegarem lá.

Mas aqui precisamos destacar um porém nesse tipo de campanha: os handicaps. Esse termo em inglês se refere às vantagens ou desvantagens que um colaborador pode ter em relação aos seus colegas, que não estão diretamente ligadas aos seus esforços ou capacidades.

Por exemplo, talvez um vendedor tenha a vantagem de trabalhar em uma região que naturalmente tenha uma saída maior, seja pela condição econômica ou pelo tempo em que a marca é conhecida no território.

Assim, os critérios de avaliação devem levar isso em conta, estipulando metas do tipo:

  • definição de diferentes metas conforme as condições de cada funcionário;
  • metas proporcionais ao número de clientes;
  • porcentagem de aumento em relação à campanha ou ao período anterior.

4. Aproveite as datas comemorativas

Datas comemorativas, como Páscoa e Natal, são períodos ótimos para promover campanhas de incentivo para empresas. Isso pode ser feito por meio de gincanas, que não necessariamente precisam estar diretamente ligadas aos negócios da companhia.

Por exemplo, algumas companhias gostam de fazer ações sociais, recolhendo alimentos, roupas ou trabalhando com algum outro tipo de auxílio. Que tal se juntar a uma ONG de crianças carentes, de idosos ou que esteja relacionada à proteção ambiental? Com certeza, esse trabalho vai dar um gás na sua equipe!

5. Foque em reduzir as reclamações

Essa campanha está relacionada aos objetivos qualitativos, e geralmente se aplica a equipes que prestam serviços de atendimento ao cliente. Esse trabalho pode, muitas vezes, ser estressante e desestimulador. Por isso, é importante dar uma atenção especial para incentivar seus colaboradores a dar o seu melhor.

A meta aqui é simples: reduzir o número de reclamações. O critério também pode ser em escala proporcional, estipulando porcentagens de redução. Como resultado, a empresa consegue aprimorar a experiência do cliente e alcançar sua fidelização.

Já pensou quais campanhas de incentivo para empresas você vai implementar no seu negócio? Não demore para aplicar essas ações. A motivação é o combustível para a produtividade dos seus colaboradores. E com um clima organizacional positivo e equipes engajadas, os resultados da companhia certamente serão muito maiores!

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Digital Insurance Agenda – Munich 2017

Resumo do DIA (Digital Insurance Agenda) Munich (15 e 16/11/2017)

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Os números são impressionantes, aproximadamente 1000 profissionais do mundo dos seguros provenientes de 40 países (de todos os 6 continentes) e pertencentes à 250 diferentes empresas.

Talvez, alguns de vocês estejam se perguntando: – por que desta vez a conferência DIA foi realizada em Munich? Mas existe uma justificativa muito boa para a escolha.

Atualmente a cidade de Munich possui mais Insurtechs do que o Vale do Silício. Isso mesmo, difícil de acreditar.
Porém, isto não é por acaso! O governo alemão está por trás desse feito.

Foi realizado um “concurso” entre cidades alemãs para hospedar tais subsídios e se tornar um local de aceleração da transformação digital do mercado segurador e esta competente cidade ganhou.

Já são mais de 170 Insurtechs registradas enquanto que que no famoso Vale do Silício são em torno de 140, segundo relatado no próprio congresso. E a organização do congresso?

Bom, tendo participado da versão anterior em Amsterdã em maio deste ano, eu tinha grandes expectativas em relação a esta conferência (pela qual me apaixonei), tanto pelo conteúdo quanto pela organização.

Não posso negar que gostei mais de Amsterdã, embora houvesse menos pessoas (em torno de 700), era mais fácil interagir com os expositores e palestrantes, e acabou por facilitar a organização do evento.

Na edição de Amsterdã tudo era novidade também, mas nada que desqualifique o DIA Munich, apenas um gosto pessoal pelo evento anterior.
Com 50 empresas no palco, em sua maioria de start ups, empresas já estabelecidas e envolvidas na transformação digital também marcaram presença, então era de se esperar muitas novidades.

Posso dizer que, realmente, vi evoluções com a criação de novos focos de trabalho que demandam ênfase em algumas tecnologias específicas, menos exploradas na versão anterior.

Em Amsterdã, a maior parte dos trabalhos estava focado em soluções B2C por isso UX e Chatbots foram estrelas na última conferência. Apareceu pouca coisa de IA e Ciência de Dados.

Vendas diretas de seguros de vida, auto e personal lines pelo digital foram o foco da maior parte dos trabalhos e, por outro lado, análise de riscos e sinistros assim como outros produtos como saúde, por exemplo, foram menos abordados quando comparado com o DIA Munich.

Uma evolução importante que percebi na versão de Munich é que o conceito de ser Digital no mundo Insurtech começa a mudar para abranger toda a cadeia de distribuição.

Agora, já apareceram muitas soluções de start ups e empresas envolvidas na transformação digital para abranger o corretor e também para facilitar as vendas B2B2C alcançando as expectativas de empresas de canais alternativos que já se encontram no mundo digital, tais como varejistas e bancos digitais.

Creio que agora está mais claro que a transformação Digital no mercado segurador não se dará exclusivamente pela venda direta ao consumidor e que se explorará melhor o potencial Omni channel de toda a cadeia de distribuição.
Afinal, parece que vender seguro é desafiador até na Europa, tendo que lançar mão de todas as possibilidades para se convencer o cliente lá também.

O foco em UX e em Chatbots continua bastante presente, mas cedeu bastante espaço para Inteligência Artificial, Big Data, Data Analytics, Machine Learning e Blockchain desta vez.

A criação de algoritmos usando estas tecnologias devem ganhar bastante força para resolver dores deste mercado, assim como deve ocorrer o aumento da colaboração entre seguradoras através do Blockchain.

Creio que nos próximos anos, os esforços em Ciência de Dados e IA devem ganhar muito peso na transformação do mercado segurador, pois os mesmos vão possibilitar ganhos em todos os pontos da cadeia de valor: vendas, arrecadação de prêmios, pós-venda e sinistro.

O nível de conhecimento que se alcançará em torno 3-5 anos possibilitará vender os seguros que as pessoas exatamente precisam (personalizados) para serem ofertados no momento certo (micro momentos) e num custo muito mais baixo porque as seguradoras vão conhecer melhor os seus segurados antes mesmo de se tornarem clientes e, portanto, a sinistralidade deve ser menor e melhor estimada.

Mas, por hora, o que necessitamos ainda é de muito investimento e foco para se alcançar estes objetivos, as tecnologias já estão ao nosso alcance, falta agora inseri-las no cotidiano do mundo dos seguros com sucesso.
Uma menção importante é que não vi nenhum trabalho para aumentar a eficiência da arrecadação de prêmios (persistência de pagamentos), já que está é também uma grande dor do mercado segurador.

Talvez, isto se explique pelo fato de não ser um problema nos países ricos (ou no mínimo, um problema menor que nos países pobres), também pode ser que acreditem que este é um assunto de Fintech e não de Insurtech. Bem, este é um tema para outro artigo.

Um resumo de tendências/exemplos:
• Os trabalhos em cima dos processos de vendas deixaram de se dedicar exclusivamente para um modelo B2C, agora enxerga-se também investimentos na criação de meios de distribuição em conjunto com intermediários, misturando marketing direto, corretor e atendimento do pós-venda mobile B2C (Apps e chatbots);
• Foco na digitalização da conexão com produtos de seguros, APIs abertas e modelos que zeram custo de set up também estão ganhando atenção de forma a atender as empresas que querem vender seguros e já são digitais;
• Muitos trabalhos voltados para a análise e precificação de riscos para gerar cotações mais assertivas usando ciência de dados e IA, especialmente, em seguros para empresas;
• Uso de IA e ciência de dados para prevenção de riscos, buscando redução de sinistralidade, com bons exemplos em saúde, no objetivo de que o paciente não vá imotivadamente ao médico;
• Aplicação de ciência de dados e IA para automação e melhor fluidez de regulação de sinistros, com o objetivo de reduzir custos e aumentar a satisfação do cliente final.

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Forte abraço e até a próxima,

Alessandro Maracajá
CEO/Co-Founder Solutions One

Comitê da Camara-e.net quer difundir a cultura de insurtech no Brasil

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) já abrigava um comitê de seguros, liderado por Manoel Mattos. Diante da explosão de insurtech no Brasil, surgiu a idéia de fazer um retrofit no comitê e mudar seu nome para insurtech, um tema que caiu no gosto das seguradoras e investidores, contou ele ao blog Sonho Seguro. “Também queremos trazer as experiências internacionais para o Brasil, bem como levar a nossa experiência para o mundo”, afirma. “Temos vários casos de sucesso no país que precisam ser divulgados”, acrescenta.

Zobaran enumerou os principais desafios do comitê: educar empresas e pessoas que interagem nesse ecossistema; disseminar a cultura do seguro como necessidade; atuar como hub do setor, se fazendo presente em toda discussão relacionada às Insurtechs; criar um banco de talentos de pessoas que vejam o segmento como oportunidade de negócios e trabalho; produzir conteúdo; promover uma mudança de atitude e comportamento que aproxime mais as empresas seguradoras de seus clientes e de projetos/iniciativas que venham a resolver algum problema; e promover o intercâmbio com o mercado internacional, criando e participando de missões de conhecimento e negócios.

O evento também contou com a apresentação de projetos de duas startups da área de seguros e de empresas já consolidadas nesse mercado.

“O uso de machine learning, BD e Analytics possibilita que as empresas reúnam e analisem grandes quantidades de informações para criar oportunidades de ações que gerem valor para ela e para seus clientes”, disse Alessandro Maracajá, sócio-diretor da Solutions One, que foi convidada a falar sobre o papel-chave da tecnologia para as Insurtechs.

http://www.sonhoseguro.com.br/2017/09/comite-da-camara-e-net-quer-difundir-cultura-de-insurtech-no-brasil/

Veja como foi o 1º evento de InsurTech do Brasil

No último dia 18 de agosto, cerca de 400 executivos do setor de seguros e tecnologia se reuniram no InsurTech Brasil, em São Paulo, para discutir os desafios e o futuro das InsurTechs do Brasil. O evento contou com a participação de diretores, CEOs, executivos, empresários e especialistas da área.

De acordo com José Prado, fundador do Conexão Fintech e idealizador do projeto, além de firmar o posicionamento desse novo setor, o objetivo do evento é criar um ecossistema forte para que as startups ligadas ao mercado segurador no Brasil possam se conectar com as empresas do setor e, quem sabe, em um futuro próximo receber grandes investimentos como vem ocorrendo com estas startups no resto do mundo.

“No mundo inteiro Insurtech tem recebido grande atenção de investidores, empreendedores e do mercado segurador, mas aqui no Brasil não estávamos vendo este movimento acontecer. O setor tem se mantido estagnado apesar do crescimento de startups de seguros”, conta Prado.

Ainda segundo o idealizador do evento, “outro objetivo era colocar em um mesmo ambiente o mercado segurador (corretoras, seguradoras, distribuidores, etc), empreendedores de startups, Insurtech e apoiadores do ecossistema de startup, como aceleradoras e investidores, para mostrar o potencial de Insurtech, mostrar o que já está sendo feito no Brasil e o que vem sendo feito lá fora. O mais importante era fazer essas 3 personas diferentes se conectarem, trocarem cartões e começarem a ter uma agenda em comum. Para fomentar o ecossistema precisamos que estes três players conversem e tenham total sinergia”, completa.

Quem participou da InsurTech Brasil teve a oportunidade de debater e ter seu conhecimento aprimorado em temas como a geração de economia e eficiência operacional; a revolução na forma de pagamento; inteligência artificial; entre outros.

Palestrante da primeira edição do evento, Marcelo Blay, CEO e fundador da Minuto Seguros, fez ponderações sobre a equivocada linha de pensamento de que InsurTech seria apenas vender seguros online e tirar o corretor do negócio. Ele lembrou que é preciso ter uma sistema de atendimento e que os novos clientes ainda precisam de alguém que os ensine sobre seguros.

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Um dos temais mais discutidos durante o evento foi a gama de serviços que ainda podem ser abraçados pelas startups. Leonardo Rochadel, da 020Bots, avaliou que o mercado de seguros está apenas despertando para as startups, e que ainda tem muito o que explorar.

Esteve presente no evento, o coordenador Geral de Tecnologia da Susep, Hugo Mentzingen, que esclareceu dúvidas da plateia e falou do ponto de vista do órgão que, de acordo com ele, “está atento quanto às mudanças do mercado” e às novas necessidades.

No mesmo painel, Ronaldo França, Diretor de Operações e Serviços na BNP Paribas Cardif, disse esperar do órgão regulador que participe do ecossistema das InsurTechs. França comentou ainda sobre suas expectativas para os programas que funcionam como “robôs” para fazer a avaliação de cada cliente individualmente. “Acho um barato. Ainda não estamos nesse estágio, mas estamos caminhando para isso”, afirmou.

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No painel sobre inteligência artificial, a validade dessa tecnologia para auxiliar as empresas de seguro a atingirem um novo público. De acordo com os participantes, a ferramenta é importante, mas ela sozinha não garante a segurança da companhia frete a fraudes.

Alessandro Maracajá, sócio-diretor da Solutions One, aponta como melhor solução criar um ecossistema em torno das companhias. Ele defende que a forma de promover essa revolução tecnológica não é sozinho, mas sim com a cooperação entre seguradoras e startups.

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Durante todo o evento, ficou claro que a tecnologia terá papel importante na mudança na forma como os consumidores adquirem o seguro e realizam pagamentos em geral. Cristiano Maschio, fundador da Next.One, startup que atua em conjunto com seguradoras, contou que a solução encontrada pela sua companhia foi desenvolver uma plataforma que faz o cadastro da cobrança, como um débito em conta. Isso facilitou o pagamento por parte dos clientes. “Cabe muito mais a nós (InsurTechs) desenvolver a tecnologia do que às seguradoras”, defende.

O evento contou ainda com um painel sobre Blockchain. Fernando Wosniak Steler, CEO da Direct.One, defendeu que essa é a ferramenta mais indicada para substituir as assinaturas digitais utilizadas atualmente. Segundo Steler, o Blockchain propõe transparência nas operações evita falsificação e adulteração de informações, além da duplicação de gastos.

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Segundo o idealizador do evento, entre os principais ganhos de quem participou do evento está o conhecimento, já que, até então, existia um desconhecimento sobre a abrangência do tema InsurTech e o InsurTech Brasil conseguiu “abrir a cabeça” e mostrar toda a abrangência do tema.

Ainda de acordo com Prado, o evento foi desenhado para que os participantes se conectassem uns com os outros. “Esse é o ponto mais importante se quisermos criar este ecossistema e evoluir a conversa para mais do que um dia de evento” afirma. O evento contou com a participação de mais de 50 startups e a maioria delas deram feedbacks sobre reuniões marcadas pós evento.

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Essa foi apenas a primeira edição do evento. A edição de 2018 já tem data marcada, mas e será divulgado em breve. Em outubro Prado viajará aos Estados Unidos para fechar parcerias internacionais para o próximo evento.

Além disso, acontecerão os Insurtechs Talks, eventos menores onde serão tratados temas específicos. Para completar, estão acontecendo conversas com empresas do setor para levar o tema e as startups para dentro destas companhias, ajudando assim a fomentar parcerias e a inovação dentro da empresa.

“O InsurTech Brasil é mais do que um evento, é um projeto de longo prazo para fomentar inovação e empreendedorismo no setor de seguros” ressaltou Prado no fechamento do projeto ao mostrar as próximas iniciativas e convidar todos as empresas a se evolverem neste projeto.

https://goo.gl/apkRsu

Back-end: o verdadeiro desafio das seguradoras e InsurTechs brasileiras

O desafio de oferecer seguros mais acessíveis e focados na experiência do usuário não é apenas uma mudança cultural, mas sim de infraestrutura de informação – para ser mais específico, back-end. Uma das maiores dificuldades que as InsurTechs precisam vencer para realmente inovar as seguradoras no Brasil.

Aliás, esse é um erro que InsurTechs cometem: para gerar vendas e acumular receita, investem muito em marketing digital, mídias sociais e relacionamento, mas acabam não dando a devida atenção ao funcionamento técnico do serviço e/ou produto que oferecem.

O resultado é que, para o consumidor, tudo parece bonito quando vê a proposta da empresa, o layout do aplicativo a promessa de um seguro fácil e descomplicado. Mas na hora de contratar o seguro, tudo é meio parecido com o que já conhecemos: lento, burocrático e custoso.

Como destaca Alessandro Maracajá, CEO da Solutions One, empresa que busca resolver este problema das insurtechs e seguradoras em geral, as seguradoras devem adequar toda a infraestrutura técnica por trás da empresa (o que em tecnologia chamamos de back-end) para lidar com ferramentas como machine learning e inteligência artificial.

“Não adianta, por exemplo, ter um chatbot que atende o cliente na hora, mas funciona apenas como uma busca de respostas prontas. Se ele não conversa de verdade com os sistemas internos da empresa, o bot vira uma peça de marketing e não um diferencial para o usuário.”

Em outras palavras, não é fácil revolucionar um mercado centenário como o de seguros, mas mudar apenas sua carapaça pode atrasar ainda mais essas mudanças e deixar o consumidor mais descrente com a indústria.

Por que as InsurTechs e segurados não investem em back-end?

Em geral, as seguradoras têm dificuldade em investir no back-end por dois motivos:

  • A empresa é muito conservadora, e por questões culturais e de compliance não investem em ferramentas digitais como cloud computing e machine learning.
  • É muito trabalhoso montar, completamente do zero, um back-end com foco em serviços digitais.

Embora essas duas situações demandem investimento e muitas vezes um líder com olhar mais disruptivo, ao abrir mão do investimento em back-end as InsurTechs deixam de explorar todo o potencial e soluções inovadoras que podem oferecer aos usuários.

Para Alessandro, a única forma de uma insurtech inovar hoje é montando uma seguradora do zero ou criando parcerias (camadas) digitais para seguradoras tradicionais, mas que estão abertas à renovação do back-end e, consequentemente, à experiência do usuário.

Trov, por exemplo, é um ótimo exemplo de como toda insurtech deveria funcionar:

Confira a entrevista completa concedida pelo CEO Alessandro Maracajá para a Conexão Fintech falando sobre os desafios das seguradoras e Insurterchs no Brasil.

http://conexaofintech.com.br/insurtech/back-end-o-verdadeiro-desafio-das-seguradoras-e-insurtechs-brasileiras/

Como organizar o fluxo de caixa do meu e-commerce?

Organizar fluxo de caixa é uma das maneiras mais eficientes a fim de melhorar o controle financeiro de uma empresa. Com ele bem-estruturado é possível que o empreendedor entenda de onde o dinheiro vem e para onde ele vai. Além disso, é possível saber quanto é investido em cada setor, podendo assim planejar melhor o seu futuro.

Muitos empresários acreditam que se tratando de um e-commerce esse gerenciamento é mais simples, mas isso é um grande engano. Independentemente do porte, segmento ou formato de lojas, o entendimento e a organização de um fluxo de caixa requer atenção e pode revelar a real situação financeira da sua companhia.

Dependendo do tipo de serviço ou produto oferecido, é possível desenvolver controles semanais, diários ou mensais. Quanto mais complexo é o modelo de negócios da sua empresa, mais dedicação você precisará oferecer ao controle do seu caixa.

É possível ter uma gestão mais equilibrada do fluxo de caixa de uma companhia por diferentes perspectivas: dos lojistas, dos consumidores e dos fornecedores. Os empreendedores podem, por exemplo, negociar o parcelamento de alguns de seus pagamentos mensais, em especial aqueles mais dispendiosos como o aluguel.

Aumentar o valor dos produtos, criar alternativas de pagamento e pedir descontos aos fornecedores também são alternativas para sua empresa organizar o caixa.

Neste artigo selecionamos algumas dicas que vão ajudar você a organizar as finanças do seu negócio. Acompanhe!

Use fontes internas para organizar o setor financeiro

Independentemente da sua área de atuação, é possível que você adote medidas que vão trazer mais tranquilidade financeira para o seu empreendimento.

Gerencie os pagamentos

Toda empresa tem uma infinidade de custos que compõem seu caixa. Inclusive, alguns desses gastos são bastante expressivos (como o aluguel, o condomínio e a folha de pagamento).

Para trazer mais estabilidade financeira ao seu empreendimento, é possível negociar o parcelamento de alguns boletos, como é o caso do aluguel. Assim, você conseguirá programar as contas a pagar coincidindo com as datas nas quais a empresa recebe pagamentos maiores.

Reduza seu estoque

É importante ter em mente que um estoque cheio de produtos é sinônimo de dinheiro estagnado. Portanto, sabendo disso, você pode criar promoções para reduzir o número de peças paradas.

Outra dica essencial é pesquisar sistemas de gerenciamento, pois eles monitoram todos os produtos dispostos em seu estoque, criando alertas sobre o que precisa ser vendido com mais rapidez e quais são os itens que necessitam de reposição.

Negocie as taxas

Financiar valores com o banco para que a empresa tenha um fluxo de caixa positivo é mais comum do que parece. Se esse é o seu caso, entre em contato com o seu gerente e peça a renegociação das taxas e prazos daquele empréstimo solicitado.

Não se esqueça: é muito importante manter as parcelas em dia para conseguir ajustar os valores com as instituições financeiras.

Minimize os custos

Faça uma análise profunda dos custos da empresa e corte gastos! É bom lembrar que esse estudo deve ser minucioso, a fim de entender quais são as despesas supérfluas que precisam ser diminuídas. Tenha sempre cuidado para que essa redução não altere a qualidade do serviço oferecido.

Crie medidas para que seus clientes ajudem

É importante que você considere quais são as possibilidades e desenvolva oportunidades para que os consumidores auxiliem sua empresa a ter uma rotina financeira mais saudável.

Reajuste seu preço

Embora essa não seja uma medida popular entre os consumidores, é imprescindível que você reavalie sua tabela de preços. O custo final de um produto (associado ao fluxo de vendas) está diretamente ligado à boa saúde financeira de sua empresa.

Monitore a concorrência, veja como está a sua precificação em comparação aos demais lojistas do setor. E tome cuidado: não é bom que seu produto esteja com valores muito acima, nem muito abaixo do mercado.

Ofereça alternativas de pagamento

Descontos no pagamento à vista, diferentes bandeiras de cartão de crédito, Paypal, Moip ou implantar a opção de pagamento em boleto. Essas são algumas das formas de pagamento mais comuns vigentes no mercado.

Disponibilizar um leque mais abrangente de alternativas trará um número maior de clientes para seu e-commerce e, consequentemente, um índice maior de vendas, potencializando assim os ganhos de sua empresa.

Crie vendas agregadas e aumente seu tíquete médio

Esse tipo de recurso é muito usado e costuma ser bastante eficaz, pois requer que o vendedor entenda as necessidades do cliente e direcione uma compra.

No caso do e-commerce é comum encontrarmos nas páginas de produtos sugestões de compras agregadas. Isso faz com que seu estoque gire com mais facilidade, além de aumentar o valor do tíquete médio das suas vendas.

Melhore seu fluxo de caixa com os fornecedores

Desenvolva seu lado negociador, seja comprometido e honre seus compromissos. Criar vínculos profissionais sólidos com os fornecedores pode ser algo muito favorável para o seu controle financeiro.

Procure fornecedores alternativos

Muitos empreendedores se acomodam em fazerem suas compras em um único fornecedor. No entanto, é uma prática muito comum estar sempre à procura de bons contatos.

Ao procurar novos provedores é possível encontrar melhores prazos, serviços, preços e condições de pagamento, além de produtos com mais qualidade.

Peça descontos

É comum que as pessoas se sintam constrangidas ao pedir descontos. Porém, no mundo dos negócios essa não só é uma prática usual, também é essencial.

Exercite seu poder de barganha com fornecedores de sua confiança, especialmente nas grandes compras. É possível receber um bom desconto! Contudo, fique atento para não adquirir um grande volume de produtos desnecessários apenas em função de um preço atraente.

Cative bons relacionamentos

Assiduidade e comprometimento são fatores que ajudarão você a desenvolver uma relação sólida com seus fornecedores. Como resultado disso, é possível conseguir prazos e formas de pagamento mais amigáveis.

O controle das finanças é um dos aspectos mais importantes no gerenciamento de uma empresa, não importa qual seja o seguimento. Mesmo que você tenha um ótimo faturamento, clientes fidelizados e bons fornecedores, é preciso saber organizar fluxo de caixa, pois isso é decisivo para a sobrevivência ou não de um e-commerce.

O que achou das nossas dicas? Tem algum outro truque para manter o seu fluxo de caixa em dia? Conte para a gente nos comentários!