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Afinal, como autônomos devem precificar e cobrar pelos serviços prestados?

Sem dúvidas, o profissional autônomo tem diversas vantagens, como a liberdade para planejar melhor sua vida pessoal e equilibrá-la harmonicamente com sua vida profissional.

No entanto, o empreendedor também enfrenta muitos desafios, como a dificuldade de precificar o seu trabalho e cobrar por ele. Então, como autônomos podem cobrar pelos serviços prestados?

Não existe uma resposta fechada para todos os casos, porque tudo depende do tipo de serviço oferecido e como isso é feito. Porém, existem algumas diretrizes que podem ajudar nesse momento. Continue lendo e confira as dicas para precificar e cobrar pelos seus serviços!

Como precificar seus serviços?

Reconheça seu valor

O primeiro passo é descobrir qual é o valor que seus serviços têm para a vida do seu cliente. Sabemos que preço e valor são conceitos diferentes. No entanto, quanto maior o valor agregado de um serviço, maior poderá ser o seu preço, pois o consumidor estará mais disposto a pagar por ele.

Em outras palavras, valor agregado refere-se à percepção que o cliente tem de um serviço que possa suprir um desejo ou uma necessidade, levando em conta o custo-benefício da operação em comparação com a concorrência.

Analise o mercado

É claro que você deseja oferecer ao seu público um diferencial no mercado, que se destaque da concorrência. Porém, seus preços precisam ser competitivos, ou seja, não podem estar fora da realidade do que é praticado em seu segmento. Por mais que seus serviços tenham um grande valor agregado, se os preços forem muito altos, você poderá perder a vantagem no custo-benefício.

Assim, avalie seus principais concorrentes e entenda sua carteira de produtos e custos a fim de concluir se você está cobrando um preço justo.

Porém, lembre-se de que nem sempre o mercado vai praticar um preço razoável. Por isso, é importante destacar sempre o valor agregado e o diferencial dos seus serviços para que, aos olhos do cliente, a quantia paga seja justificável.

Avalie a quantidade de horas trabalhadas

O cálculo de horas trabalhadas é importante caso você cobre pelo tempo que presta o serviço. Aqui, a conta é simples. Com base em 22 dias úteis no mês, com 8 horas de trabalho por dia, o resultado seria:

  • 22 × 8 = 176 horas

Essas 176 horas serão a base para outros cálculos de precificação. Por exemplo, de modo simples, se você como autônomo trabalha 176 horas por mês e deseja uma renda mensal de R$ 3.000, é só fazer o cálculo:

  • 3.000 ÷ 176 = R$ 17,04 por hora

Calcule suas despesas e os custos operacionais

É indispensável também calcular todas as suas despesas e os custos operacionais. Isso inclui:

  • compra de insumos com fornecedores;
  • despesas fixas relativas a contas de energia, internet, água, telefone, assinaturas de softwares etc.;
  • impostos;
  • logística;
  • ações de marketing;
  • combustível e transporte.

Caso a sua cobrança seja feita por hora, esse cálculo é bem simples, pois o valor total da sua receita dever ser:

  • custos operacionais + despesas + lucro = receita mínima necessária

Digamos que o total dessa soma seja R$ 10 mil. Esse valor tem que ser dividido pelas 176 horas do tópico anterior:

  • 10.000 ÷ 176 = R$ 56 por hora

Portanto, sua hora de trabalho valerá R$ 56. Então, se você calcula que um projeto demandará 50 horas de trabalho, levando em conta o valor da hora trabalhada, ele custará R$ 2.800.

Lembre-se de que esses dados mais concretos deverão ser comparados com os tópicos anteriores, que avaliam questões relacionadas ao valor agregado e aos preços praticados no mercado.

Colete feedbacks

Por fim, é importante escutar o que seus clientes têm a dizer sobre sua precificação. Aliás, esse é o principal termômetro. Eles saberão na prática se o que você fornece tem um custo-benefício viável.

Esse é o primeiro obstáculo do empreendedor: precificar. A outra etapa é saber como você pode cobrar pelos serviços prestados. Vejamos como fazer isso de modo adequado e eficiente.

Como autônomos podem cobrar pelos serviços prestados?

Redija um contrato

Tudo deve estar especificado no contrato, pois isso evita problemas relacionados à cobrança após a realização dos trabalhos. Então, inclua no documento todos os serviços que serão realizados, como e quando será feita a cobrança — pagamento único ou mensalidades, por exemplo — e o que ocorrerá em casos de não pagamento.

Ainda existe em nosso país uma grande informalidade em relação ao trabalho com profissionais autônomos. Muitos encaram a presença de um contrato como uma demonstração de falta de confiança. Mas, na verdade, esse registro é um instrumento importante, que garante segurança para ambos os lados.

Especifique todos os serviços no documento de cobrança

Na hora da cobrança, que pode ser feita por meio de um boleto, por exemplo, faça um detalhamento dos serviços realizados e o valor cobrado por eles. Se a precificação foi por hora, deixe isso claro no documento. Essa transparência dá mais segurança ao cliente e credibilidade ao seu negócio.

Envie a fatura no prazo

O documento de cobrança deve ser enviado ao cliente dentro do prazo combinado. Cobrar antes pode causar desentendimentos, talvez por ele entender que está sendo cobrado por algo que ainda não foi feito. Por outro lado, atrasar o envio pode reduzir as chances de o contratante pagar ou impor ao cliente juros desnecessários e impróprios.

Para que isso seja feito de modo adequado, é essencial contar com a tecnologia, como veremos no ponto a seguir.

Conte com plataformas de cobrança

Plataformas de gerenciamento de pagamentos são muito úteis para garantir que as cobranças sejam realizadas corretamente, dentro dos detalhes especificados no contrato, especialmente quando a prestação de serviços conta com pagamentos recorrentes.

O software tem funcionalidades que gerenciam prazos, inadimplência, emissão de boletos e notas fiscais, além de gerar relatórios com informações ricas sobre a saúde do negócio, que podem servir de base para a tomada de decisões.

Ao precificar seus serviços de modo adequado e implementar estratégias de cobrança eficientes por meio de ferramentas avançadas de gerenciamento, seu negócio estará no caminho certo para o sucesso e o crescimento!

Agora que você aprendeu como autônomos podem cobrar pelos serviços prestados, que tal nos seguir nas redes sociais e receber mais dicas? Estamos no Facebook, Twitter e LinkedIn.

Pós-venda digital: saiba como fazer um de maneira eficiente

Uma empresa comprometida em contemplar as novas formas de relacionamento com o cliente deve investir em um pós-venda digital eficiente, visando agregar valor ao produto comercializado e aumentar as chances de retenção.

O aumento do uso de dispositivos móveis e o maior acesso à internet tornou esses canais indispensáveis em uma estratégia sólida de relacionamento com o cliente. A seguir, destacamos a importância do pós-venda e como fazê-lo de maneira mais eficiente. Acompanhe!

Qual é a importância do pós-venda digital?

O pós-venda tem início assim que o cliente finaliza a compra de um produto ou serviço. Enquanto muitos gestores ainda pensam que a conclusão da venda encerra a jornada de compra, empreendedores de sucesso entendem que o relacionamento com o cliente está só começando.

Essa etapa é a responsável por proporcionar satisfação para o cliente de forma a mantê-lo ativo na base da empresa. Com isso, você pode melhorar a satisfação dele com a marca, agregar valor à experiência de compra e fidelizá-lo, podendo engajá-lo e desenvolver estratégias de cross-sell e upsell, por exemplo. Com um relacionamento próximo é possível:

  • monitorar a satisfação do cliente com o produto e com o atendimento;
  • reduzir as chances de ele querer cancelar o serviço;
  • facilitar a comunicação em casos de inadimplência.

Portanto, as vantagens que podem ser alcançadas são diversas, beneficiando o cliente e a empresa. O objetivo do pós-venda digital é que uma compra realizada pela internet possa ter continuidade nos canais online, tornando a jornada completamento digital.

Por exemplo: um consumidor que fechou a compra de um seguro residencial pela internet deve conseguir cancelar por esse canal; se ele tiver problemas com o cartão de crédito registrado, em vez de entrar em contato com um atendente, ele deve poder mudar a opção de pagamento online também, entre outras ações.

Empresas que oferecem aplicativos ou plataformas online nas quais os clientes podem resolver autonomamente essas questões tornam o pós-venda mais transparente e eficiente, pois o consumidor consegue realizar as ações quando desejar.

Como benefício para a empresa destaca-se a economia nos custos operacionais, pois a necessidade de colaboradores para atender essas demandas é reduzida. Com isso, o pós-venda eficiente é benéfico para todos os envolvidos, mas deve ser realizado corretamente. Saiba a seguir como!

Como fazer pós-venda digital de maneira eficiente?

Muitos gestores têm interesse em melhorar o pós-venda, mas esbarram em diversos desafios relacionados ao planejamento e à execução dessa estratégia. Identificamos 7 fatores que influenciam o sucesso da solução, confira!

Foque na experiência do cliente

O primeiro passo para ter sucesso no pós-venda online é lembrar que o foco sempre deve ser o cliente, portanto, faça o mapeamento da jornada de compra e do comportamento do consumidor para identificar quais ações são mais relevantes para o público.

Identificando quais ferramentas são mais interessantes, garanta uma experiência agradável de uso, fazendo com que seja prazeroso para o cliente resolver as pendências pelo aplicativo, sendo fácil de usar e intuitivo. Caso contrário, ele vai preferir falar com um atendente.

Um aspecto que também deve ser pensado pela empresa são as formas de incentivar que a base de clientes use esses novos canais para relacionamento. Isso depende do apoio da marca e de uma experiência satisfatória.

Invista em e-mail marketing

Todos os canais digitais devem estar alinhados com a estratégia para que o pós-venda seja excelente. Entretanto, o e-mail marketing tem um papel central no sucesso do relacionamento com o cliente.

Esse canal deve ser usado para manter o cliente engajado. Entre as opções de abordagem está a de oferecer conteúdos relevantes. No exemplo de seguros residenciais, um material interessante poderia explicar medidas de segurança para casa. Além de ser útil para o consumidor, também ajuda a evitar roubos e acidentes, fazendo com que a seguradora não precise ser acionada.

Foque na automação

As novas tecnologias já estão aí, e os gestores mais atualizados já veem como elas podem agregar valor à empresa. A automação não é diferente, pois permite aumentar a satisfação do cliente com o pós-venda ao mesmo tempo em que reduz o custo operacional e torna o negócio mais escalável.

Sem a automação, o crescimento no número de clientes exige o investimento em um SAC maior, tornando a expansão insustentável. Com a automação é possível crescer de forma saudável e com qualidade para o consumidor.

Um exemplo é o uso de inteligência artificial para o atendimento em chatbots. O objetivo é que o contato seja mais rápido e possa ajudar o cliente, portanto a linguagem deve ser acessível e clara. Ao aplicar corretamente a solução, o gestor tem uma economia expressiva com atendimento e garante que ele continue eficaz.

Tenha um CRM

Outro aspecto importante é contar com um Customer Relationship Management (CRM), traduzido como “Gestão de Relacionamento com o Cliente”. Com essa ferramenta é possível monitorar todos os contatos da empresa com o cliente e vice-versa.

Com essas informações em mãos, o atendimento pode ser personalizado, tornando-o mais compatível com as necessidades do cliente, além de oferecer um serviço mais completo, que resulta em maior satisfação e melhores oportunidades de fidelização.

Use as redes sociais

Como falamos, todos os canais digitais são importantes para manter o relacionamento mais próximo com os clientes, e entre eles inclui-se as redes sociais. Esse canal deve ser explorado tanto para engajar, direcionando para conteúdos ricos e informativos, quanto para o atendimento.

Cada vez mais os clientes esperam poder usar as redes sociais para conversar com as marcas, tirar dúvidas, fazer reclamações etc., e compreender essa demanda e englobá-la na estratégia é essencial para manter a relevância.

Monitore as métricas de satisfação

Uma vantagem do pós-venda digital é permitir o monitoramento das métricas mais relevantes. Faça um levantamento de quais informações são mais importantes de serem acompanhadas e o que cada uma delas revela sobre o negócio.

Conhecer quais são os pontos de maior insatisfação entre os clientes permite identificar o que tem impactado a experiência deles e como é possível melhorá-la.

Use os dados para aprimorar o negócio

A última dica está relacionada ao tópico anterior e é essencial: use as métricas levantadas para identificar oportunidades para aprimorar a experiência do consumidor no pós-venda.

Com isso, é possível melhorar sempre, estreitando a relação com o cliente e sendo cada vez mais relevante para o público, obtendo maiores chances de fidelizar, fazer upselling e cross-selling e também de fechar novos negócios graças a uma reputação positiva.

Lembre-se de proporcionar uma jornada totalmente digital para o cliente e também de ser transparente, mostrando para ele como é benéfico utilizar os canais de relacionamento online com a empresa.

Existem diversas formas de implementar o pós-venda digital, como contar com uma equipe interna responsável por isso ou investir em uma empresa especializada que já conta com os recursos consolidados para desenvolver a estratégia. Quer saber qual é a melhor opção para você? Entre em contato com os nossos especialistas e saiba mais!

M-commerce: como vender mais no e-commerce mobile?

O Brasil fechou o ano de 2017 com 236,5 milhões de telefones celulares, o que significa uma proporção de 113,52 celulares para cada 100 habitantes, segundo números da Anatel. A quantidade enorme de linhas telefônicas ativas no país demonstra o quanto estamos imersos na tecnologia móvel o tempo inteiro — e o crescimento do m-commerce é apenas um resultado natural de uma população cada vez mais conectada e ávida pelo consumo rápido e acessível por meio dos smartphones.

Todo esse cenário abre os olhos dos gestores de lojas virtuais, que precisam agir rápido e garantir que suas páginas estejam acessíveis e competitivas diante da concorrência. Por isso, vamos ajudar você a se destacar com o seu m-commerce, com todas as informações necessárias e dicas matadoras para sua loja vender mais no e-commerce mobile. Acompanhe!

Foque no mobile

Mobile first é o mantra do momento. Esse conceito é importante a fim de se entender a importância dos usuários de dispositivos móveis para o seu comércio eletrônico. Mobile first significa pensar na sua página para celulares primeiro, sites responsivos com desdobramentos para outros dispositivos, como tablets e computadores desktop com telas grandes.

Isso porque as pessoas estão cada vez mais utilizando seus poderosos smartphones para as tarefas do dia a dia, diversão e consumo de conteúdo. Celulares fazem parte das nossas vidas o tempo todo, e sem sequer perceber, continuamos conectados 24 horas por dia, bastando sacar o aparelho para acesso instantâneo à web.

Antes, se falava em ter uma versão mobile para cada website. Hoje, os sites são projetados para dispositivos móveis em primeiro lugar. Isso é mobile first, uma mudança de conceito e de mentalidade coerente com o momento da tecnologia em que vivemos. Somente entendendo esse novo momento é que será possível melhorar as páginas e lojas para o m-commerce, com ações relevantes a fim de aumentar a conversão de usuários mais exigentes a cada dia.

Otimize o seu site mobile

Diante do panorama competitivo que descrevemos acima, é preciso ter um e-commerce de alto desempenho por vários motivos: garantir o engajamento dos clientes, ser eficiente para gerar vendas e aparecer bem colocado nas buscas relacionadas aos seus produtos e serviços.

Seu m-commerce precisa ser de rápido carregamento, independentemente da qualidade da conexão com a internet. Isso garante que o usuário não desistirá no meio do processo de compra, além de tornar a sua navegação mais suave, sem interrupções e travamentos desagradáveis. Isso também ajuda a aparecer melhor nas buscas do Google, que privilegia sites que consomem menor transferência de dados para favorecer a experiência do usuário.

Um e-commerce otimizado para dispositivos móveis tem uma navegação simples, confortável para se fazer com a ponta dos dedos, e deve reagir não só ao toque mas também a movimentos de segurar e arrastar. Lembre-se de que esse tipo de utilização é bem diferente de quando é usado mouse e teclado. Facilitar a navegação é o primeiro passo para converter mais no m-commerce.

Aumente a conversão no m-commerce

Vamos então às melhores práticas para potencializar ainda mais a conversão de usuários de dispositivos móveis do seu e-commerce.

Use botões grandes

Já falamos que nos dispositivos móveis é imprescindível garantir o conforto da navegação com a ponta dos dedos. Isso, basicamente, significa utilizar botões bem posicionados e grandes o bastante para os dedos de adultos selecionarem facilmente apenas a opção desejada.

Não se esqueça: mobile first! A navegação de sites em desktops é normalmente baseada em menus, com botões que podem estar dispostos de maneira vertical e horizontal e reagem ao cursor parado em cima da área clicável, o chamado mouse over. Nada disso funciona em celulares e tablets, o que deixa mais claro ainda o motivo de pensar no site primeiro para os dispositivos móveis, com estrutura e fluxos de navegação simples e pensados para usar as mãos em vez de teclado e mouse físicos.

Trabalhe com cuidado os links dos textos

Os hiperlinks, por outro lado, não favorecem muito a usabilidade em telas sensíveis ao toque. Nos acostumamos a usar palavras como âncoras clicáveis em páginas de texto, mas em dispositivos móveis elas podem se tornar um obstáculo quando o foco é aumentar as vendas.

Páginas cheias de botões e links exigem uma diagramação que considere espaços entre esses elementos para não dificultar a navegação, aumentando as taxas de conversão do seu site.

Deixe a busca sempre ao alcance dos dedos

Nada como uma busca bem localizada para fazer seus clientes encontrarem o que precisam de forma rápida e fácil.

Principalmente em um m-commerce, que pode ter milhares de produtos disponíveis! O que nos leva à próxima dica focada em aumentar as conversões no e-commerce.

Facilite a comparação de produtos

Além da busca, a comparação de produtos favorece muito a navegação em smartphones, porque oferece ao usuário uma ótima ferramenta para se decidir pela compra ao ajudá-lo a tirar suas dúvidas rapidamente.

Quando o consumidor tem dúvidas, frequentemente desiste do processo de compra, pensando em continuá-la depois — ou pior, procura outro e-commerce para ter certeza.

Elimine etapas dispensáveis

O funil de conversão de um m-commerce não pode se tornar um dificultador, um obstáculo a ser vencido. Uma boa prática para a usabilidade é quebrar formulários em etapas menores, mas multiplicar o número de passos necessários para um cliente concluir a sua compra nunca é bom.

Aposte em um fluxo eficiente para o seu cliente, desde a página do produto até o checkout. Estude os funis de conversões no Google Analytics para entender se existe alguma etapa em que a desistência é maior, e solucione o problema.

Se houver campos demais, ou informações desnecessárias nos formulários de cadastro, elimine. Deixe apenas o essencial, e depois consiga mais informações sobre o seu cliente aos poucos, oferecendo descontos para quem completar seu cadastro, por exemplo.

Aposte em menus curtos

Em telas pequenas, é melhor não inserir muito texto ou opções demais nos menus. Este é um dos maiores desafios que surgem quando o assunto é mobile first: a navegação deve ser intuitiva, o que é difícil de alcançar.

Pense bem na categorização de itens do seu m-commerce, pois isso torna a busca do usuário mais fácil, e a navegação entre os itens mais prazerosa e produtiva. No mobile, ainda mais do que nos computadores de mesa, dificuldades para navegar em menus complicados significa aumento na taxa de rejeição e redução das conversões.

Mais simples é sempre melhor

Escolha sempre o caminho da simplicidade, o famoso “menos é mais”. Quando a experiência de compra é simples, o visitante se torna cliente e volta depois. A ideia é que as pessoas possam comprar e navegar pelo seu site sem perceber a interface e sem a interferência de elementos que desviem a sua atenção do principal objetivo: a conversão.

Na dúvida, lembre-se disso. Simples é sempre melhor!

Gostou dessas ideias para vender mais no m-commerce? Confira também 5 dicas para melhorar a presença do seu negócio nos canais digitais e continue se informando mais sobre o assunto!

Como criar valor para os clientes do seu negócio?

Em meio a um cenário de competitividade crescente, empresas de todos os tamanhos acabam procurando novas maneiras de criar valor para os clientes. Mas essa ideia pode ser bastante abstrata para muitas pessoas, porque o valor das coisas nem sempre se resume ao seu preço ou à sua utilidade, apenas.

O valor pode significar uma série de coisas diferentes para cada consumidor, de maneira consciente ou não, na hora de se decidir pela compra de um produto ou serviço.

Então, como sair da subjetividade e criar mais valor que seja percebido pelos clientes na prática? Listamos aqui algumas dicas importantes que você pode aplicar para atingir esse objetivo e alcançar melhores indicadores de lucratividade e satisfação dos consumidores. Acompanhe!

Como criar valor para os clientes da sua empresa?

É possível apostar em diversas estratégias a fim de criar valor para o cliente, considerando algumas características do consumidor nos dias de hoje, que é muito mais crítico e exigente do que era há alguns anos. Mas não há motivo para se preocupar: gerar mais valor para o cliente também resulta em mais valor para sua marca.

Reduza o esforço e o gasto de tempo do consumidor

Essas são vantagens fáceis de se reconhecer: quanto menos esforço, melhor. Economizando tempo, melhor ainda!

Uma prática muito positiva é, quando possível, optar por um sistema de pagamento recorrente. Além de benefícios para a gestão da inadimplência, o pagamento recorrente se reverte em ganho de praticidade para o usuário, que não precisa fazer esforço para pagar regularmente as suas assinaturas.

Esse tipo de sistema é especialmente útil para alguns serviços de assinatura pela web ou quando existe a cobrança de mensalidade, como clubes, associações, escolas, cursos, entre outros.

Quando a cobrança recorrente é usada, os usuários se preocupam menos com o pagamento, apresentam menores índices de abandono dos serviços e continuam clientes por muito mais tempo.

Na hora de emitir uma segunda via de boleto, por exemplo, o sistema facilita as coisas para o cliente, que não precisa pedir a emissão de uma nova via. Basta acessar uma página na web ou aplicativo da plataforma de pagamento para obter um boleto atualizado.

Todas esses fatores de praticidade e utilidade são maneiras de criar valor para os clientes, com excelentes ganhos também para as empresas, que ganham em agilidade e eficiência.

Priorize as necessidades dos clientes

Colocar as necessidades dos clientes em primeiro lugar pode ter vários significados: investir em um serviço de qualidade, resolver rapidamente as reclamações que surgem nos canais de atendimento, oferecer produtos e serviços em constante processo de melhorias e primar pela qualidade sempre.

Se antecipar às novidades e oferecer mais comodidade também trabalham em seu favor, ajudando a construir uma reputação positiva por meio dos seus clientes satisfeitos. Tudo isso ajuda a fidelizar o seu público e fortalecer a imagem da sua marca, agregando valor mediante uma reputação positiva.

Pense nas suas relações enquanto cliente. Como gostaria de ser atendido? Qual é o nível de qualidade que gostaria de ter quando consome e gasta o seu dinheiro? Pois é assim que o seu consumidor se sente. Quando essa expectativa é cumprida, a empresa está no caminho certo para agregar valor e se tornar cada vez mais competitiva.

Priorizar os clientes também passa por antecipar as suas necessidades. Já pensou em oferecer opções de garantia estendida, seguros e outros serviços agregados? De quebra, você ainda melhora seu ticket médio e aumenta progressivamente a arrecadação mensal da empresa!

Entenda o funcionamento do seu trabalho e da empresa

Parece óbvio, mas é bom reforçar a importância de estar profundamente envolvido nos fluxos e processos da sua empresa. O próprio entendimento de como é o funcionamento das coisas já traz excelentes insights sobre como gerar mais valor e engajamento dos seus clientes.

Ao compreender o impacto do seu trabalho na percepção de valor do consumidor, você tem uma visão melhor do que pode fazer para otimizar e ampliar esse quadro. Quando surge um problema a ser resolvido, fica mais fácil chegar a uma solução simples e criativa. Se uma oportunidade aparece, você tem mais agilidade para colocá-la em prática.

Por outro lado, pense que não conhecer a fundo o funcionamento da sua empresa pode representar um obstáculo à criação de valor para o cliente. Entenda como tudo funciona e você já está um passo adiante nesse sentido.

Estude e se capacite continuamente

Estudar e aprimorar sua capacitação profissional significa estar sempre atualizado em relação às melhores práticas e soluções que agregam mais valor para os clientes do seu negócio.

A prática do dia a dia ensina bastante, mas renovar constantemente seus conhecimentos técnicos ao mesmo tempo em que se coloca o networking em dia também é fundamental. O fator social é importantíssimo para crescer e descobrir novas maneiras de valorizar o seu trabalho.

A vida profissional está cada vez mais dinâmica, e as tecnologias não param de evoluir, em um ritmo que se acelera constantemente. Estar sempre em busca de atualização e capacitação é uma excelente forma de acompanhar a evolução do mercado, garantindo mais valor para os seus clientes.

Invista na experiência de compra

O ato de comprar deixou de ser apenas isso há um bom tempo, e se tornou uma experiência que é bastante valorizada pelas pessoas na hora de decidir onde gastar o seu dinheiro.

Todo o ambiente descontraído e festivo, o conforto e entretenimento que compõe o ambiente típico dos shopping centers é um excelente exemplo de como a experiência de compra é importante para criar mais valor para os consumidores.

No e-commerce, invista em recomendações precisas de produtos relacionados, atendimento ao cliente com suporte tecnológico, facilidade no processo de compra e de pagamento, enfim, tudo que torne a experiência do consumidor mais relevante e agradável.

Além disso, ter uma loja virtual adaptável para todos os tipos de dispositivos, utilizando um site responsivo, é mais do que recomendável para otimizar a experiência de compra — é imprescindível!

E aí, gostou dessas dicas de como criar valor para os clientes? Ao aplicá-las será possível gerar novas oportunidades para o seu negócio e trazer mais competitividade para a sua empresa! Aproveite e compartilhe este artigo nas suas redes sociais, certamente será útil para outros gestores também!

Como os micromomentos estão mudando os hábitos de compra?

Já parou para notar o quanto você usa seu smartphone no dia a dia? Seja para pesquisar um endereço, tirar uma dúvida, procurar um tutorial ou consultar os preços de alguns produtos na internet.

É daí que surgem os chamados micromomentos: pequenos momentos de engajamento digital em que os consumidores procuram resolver uma necessidade específica.

Para você entender melhor sobre o assunto, mostraremos aqui como os micromomentos estão sendo gerados pela mudança da forma em que as pessoas estão consumindo e como os smartphones desempenham um papel central nesse cenário. Acompanhe!

Entendendo os micromomentos

No Brasil, os usuários de smartphone olham para seus telefones, em média, mais de 86 vezes por dia. É durante toda essa jornada (assistindo vídeos, mandando mensagens, compartilhando posts, olhando a hora etc.) que existem pequenas fatias de tempo em que ocorrem a tomada de decisão e a formação de preferência do usuário.

Isto é, quando o dispositivo mais próximo é utilizado para esclarecer uma curiosidade, fazer uma pesquisa, procurar um estabelecimento, enfim, quando alguém quer resolver um problema e o faz utilizando a internet do smartphone, isso gera instantes que podem converter aquele usuário em um cliente.

Assim, os micromomentos podem ser classificados em 4 tipos:

1. Momento: eu quero saber

São os micromomentos que ocorrem quando o usuário quer aprender algo específico e acaba procurando por informações na internet.

2. Momento: eu quero ir

Esses são gerados quando a pessoa quer buscar um estabelecimento determinado nas proximidades.

3. Momento: eu quero fazer

Momentos que acontecem quando alguém quer aprender a fazer algo, como consertar um eletrônico, montar um look para uma festa ou cuidar do jardim.

4. Momento: eu quero comprar

São todas as ocasiões em que algo influenciou a decisão do consumidor sobre qual produto comprar.

Como dissemos, os smartphones têm um papel fundamental nessa mudança de hábito. A seguir, explicamos como essas mudanças vem acontecendo.

A revolução dos smartphones

Depois de a tela monocromática ter dado lugar às cores e com o surgimento do acesso à rede e à visualização de sites, fotos e vídeos, os aparelhos celulares se tornaram verdadeiros computadores portáteis.

E aqui vai um fato: de acordo com os dados coletados pelo Google, 94% dos usuários de smartphones utilizam seus aparelhos em meio a tarefas para buscar informações. O que isso quer dizer? Que os celulares vêm mudando cada vez mais o comportamento e a rotina das pessoas.

Vejamos os momentos listados acima como exemplo. Para o “eu quero saber”, ainda de acordo com os mesmos dados coletados, 65% das pessoas que têm smartphones os utilizam para aprender mais sobre algo que viram na TV.

Ou seja, os livros, as revistas e até mesmo a navegação em desktop estão sendo deixados de lado com a facilidade de acessar informações nas pontas dos dedos.

Já o que reforça o micromomento “eu quero ir” é o fato de que entre 2014 e 2015 as buscas por “próximo de mim” cresceram 55%. As pessoas conseguem chegar onde querem com um trabalho muito menor do que antes de os smartphones entrarem em cena.

Enquanto isso, mais de 2 milhões de horas de conteúdo foram assistidas no YouTube como resultado da busca “como fazer”, e metade de todo esse conteúdo foi visto em tablets ou smartphones. É o “eu quero fazer” em ação.

E, por último, o “eu quero comprar”: 79% dos usuários de smartphones dizem que, em relação há alguns anos, as suas compras são realizadas bem mais rápido graças às pesquisas online, sem contar a possibilidade de utilizar o cartão de crédito.

Além disso, usuários também estão comprando em seus carros (33%), em suas cozinhas (28%) e em outros locais. Ao precisar repor um objeto quebrado ou comprar um novo produto, é para a internet que as pessoas recorrem.

Falando em internet, entre 2014 e 2015, houve um aumento de 112% no acesso à rede via smartphones. Isso se deve aos muitos fatores que facilitam e tornam algumas tarefas cotidianas mais rápidas e práticas quando executadas por um dispositivo digital. Vamos conferir algumas?

Pagamento de contas por meio de celulares

Pagar as contas mensais de gás, água, boletos, faturas e todos outros serviços que utilizamos diariamente era muito cansativo quando precisávamos ficar em pé em longas filas ou ir até os caixas eletrônicos.

Era um tempo desperdiçado que poderia ser utilizado em outras atividades, sejam profissionais, de lazer ou familiares.

Além dos inúmeros aplicativos existentes atualmente para pagar serviços e produtos pelo celular e da facilidade que isso acarreta, os smartphones ainda são considerados o meio mais seguro de pagamento pela internet!

Outros tipos de consultas

Hoje, é possível consultar tudo o que se possa imaginar por meio dos smartphones, no entanto, cabe dar como exemplo alguns tipos de consultas que mudaram nossos hábitos completamente, como:

  • consulta bancária: saldo, fatura, limites de crédito ou empréstimo, quase tudo o que se pode fazer no caixa ou no atendimento é possível fazer com um smartphone;
  • acesso às redes sociais e ao e-mail;
  • acesso a qualquer loja que tenha um site.

É claro, se o smartphone passa a ser tão presente na vida das pessoas, é essencial que as empresas utilizem isso como oportunidade para conquistar o sucesso desejado — e é disso que trataremos no tópico seguinte.

A importância da experiência mobile para as empresas

Podemos entender a experiência mobile como: disponibilidade do site da empresa em versão mobile, facilidade e agilidade na navegação (por exemplo, evitar que o usuário precise dar mais de 4 cliques desde o momento em que entra no site da loja até a finalização da compra), layout responsivo e outras características que ajudam a conquistar os clientes.

Essa experiência é importante para fortalecer a marca, criar uma nova forma de relação com o cliente, engajá-lo e tornar a comunicação mais dinâmica. Ou seja, ela reflete diretamente no crescimento das vendas e na conversão dos consumidores.

Portanto, ao mesmo tempo em que deve-se procurar entrar nesse meio para permanecer consistente no mercado, é indispensável trabalhar na experiência do usuário, pois experiências frustrantes são negativas e podem ter o resultado contrário do desejado.

Juntando isso a uma boa estratégia de marketing para acertar nos micromomentos, seu negócio já tem uma parcela importantíssima do que é preciso para crescer!

E então, o que achou deste post que preparamos? Assine a nossa newsletter e receba outros conteúdos interessantes diretamente na sua caixa de e-mail!

Cross-selling e upselling: entenda o que são esses conceitos

Com a competitividade do mercado cada dia mais acirrada, oferecer uma boa experiência de compra aos consumidores sem perder a lucratividade se tornou uma questão crucial para a sobrevivência de um negócio. Pensando em driblar esse cenário, estratégias como o cross-selling e o upselling podem ser a solução.

Todos que vivem o dia a dia do comércio varejista sabem que um dos grandes desafios enfrentados pelas empresas é aumentar o ticket médio dos clientes em uma compra. E quando falamos de um e-commerce, isso poder se tornar ainda mais complexo.

É com esse objetivo que as táticas de cross-selling e upselling podem ser colocadas em prática em diversas plataformas, visando aprimorar os processos de compra. Isso ocorre tanto para os lojistas quanto para o consumidor.

Mas e você, sabe o que são as estratégias de cross-sell e upsell? Neste artigo, explicaremos esses conceitos e a importância deles para o e-commerce, além de algumas dicas de como implantar essas técnicas em sua loja virtual. Confira!

O que é cross-selling?

Também conhecido como venda cruzada, o cross-selling é uma forma bastante usada pelo varejo para estimular os consumidores a incluírem produtos complementares às suas compras iniciais.

Um exemplo clássico e cotidiano do cross-sell é quando em uma rede de fast-food, antes de concluir uma compra, os atendentes oferecem uma porção maior de batatas fritas por apenas X reais.

No comércio virtual, por exemplo, é comum ver técnicas de cross-selling aplicadas ao incluir um item no carrinho. Nesses momentos, uma porção de produtos complementares são sugeridos ao consumidor para incrementar determinada aquisição.

Criar essas oportunidades é muito importante, pois aproveita o impulso do cliente no ato da compra. Contudo, para que o cross-sell seja realmente eficaz é essencial entender as necessidades do consumidor e pensar de maneira estratégica ao sugerir itens agregados a uma compra.

O que é upselling?

Assim como o cross-selling, o upselling é uma prática bastante adotada pelo varejo como forma de estimular os consumidores a aumentar o ticket médio. No entanto, ao contrário das vendas casadas, o upsell oferece um upgrade na aquisição planejada pelos clientes.

Suponhamos que o consumidor está em busca de uma máquina de lavar de 9 kg. Uma forma eficaz de praticar o upselling é anunciar modelos maiores e mais modernos, com o intuito de estimular a aquisição de um produto melhor.

Esse tipo de técnica é bastante viável tanto para aplicação no varejo convencional quanto em um e-commerce ou marketplace.

Quais são as diferenças entre cross-selling e upselling?

Muitos gestores ainda têm dificuldades na hora de distinguir os dois conceitos. Contudo, as diferenças são simples.

Cross-selling é a técnica que induz o cliente a gastar mais dinheiro adquirindo produtos de outras categorias que são complementares à sua compra inicial. Já o upselling é a estratégia que motiva o consumo de um modelo mais caro, mas que tenha mais atributos.

Usando os smartphones como exemplo, se um cliente está em busca de um modelo intermediário, uma boa forma de praticar o upselling é mostrar os recursos mais modernos do modelo top de linha.

Já se a ideia é fazer o cross-selling, mostre opções de cartões de memórias, capas de proteção ou seguros contra furto. Essas novas aquisições podem complementar a compra final.

Qual é a importância desses conceitos para uma loja virtual?

Ainda que tenham suas particularidades, tanto o cross-sell quanto o upsell são formas de auxiliar os lojistas e vendedores a incrementarem seu faturamento. Mais do que apenas impactar nas vendas, essas estratégias também são muito positivas para criar um relacionamento mais sólido entre as marcas e os consumidores.

Conforme o comprador entende que a ajuda do e-commerce foi primordial para fazer uma boa escolha, ele fortalece seu grau de confiança com a marca. A longo prazo, esses conceitos podem ajudar também na fidelização e no aumento da cartela de clientes da empresa.

Como implantar estratégias de cross-selling e upselling em um e-commerce?

A seguir, listamos algumas das principais estratégias que ajudarão você a implantar técnicas de cross-sell e upsell no seu e-commerce. Confira:

Disponibilize produtos de acordo com o contexto da compra

Se um consumidor está em busca de uma lavadora de roupas, ele pode também se interessar por uma secadora, certo? Ou até mesmo decidir investir um pouco mais e adquirir uma máquina que lava e seca.

Tudo isso depende, é claro, de receber o estímulo e compreender o motivo pelo qual aquele gasto a mais pode ser vantajoso. Portanto, não faz o menor sentido durante uma compra o lojista oferecer uma cama para quem pretende comprar uma lavadora.

Esse é o primeiro passo para quem deseja incrementar a experiência de compra em uma loja virtual.

Embora seja muito usada no cross-selling, essa técnica pode ser adotada também no upselling. Basta diagnosticar as necessidades do cliente e oferecer itens condizentes com sua intenção de compra.

Crie ofertas personalizadas

Com o mercado mais acirrado, as empresas estão mais atentas para entender a importância de analisar individualmente seus clientes. Isso permite que as lojas criem ofertas customizadas para cada consumidor.

Estar atento aos diferentes perfis permite ainda que seu e-commerce ofereça produtos de acordo com as preferências de cada comprador. É possível segmentar ofertas de acordo com gostos e até mesmo o poder aquisitivo dos clientes, tornando as possibilidades de compra mais reais.

Use o cross-selling para auxiliar na recompra

A difusão das redes sociais e, principalmente, de ferramentas como o e-mail marketing permitiram aos lojistas cultivarem uma relação mais estreita e duradoura com os clientes. Hoje, é possível enviar promoções e estimular vendas complementares mesmo depois de uma compra.

Para que essa estratégia seja ainda mais eficaz, é importante avaliar os níveis de satisfação e o tamanho da aquisição feita pelo cliente. Essas são as diretrizes básicas no momento de estimular o cross-selling no pós-compra.

Uma equipe competente, combos de produtos, preços mais atraentes e até opções com isenção de frete são fatores que podem auxiliar na consolidação do cross-selling e upselling em um e-commerce. Mais do que aumentar o faturamento, esses conceitos conseguem melhorar a imagem e tornar sua empresa ainda mais competitiva!

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Como aplicar o machine learning no varejo?

Diversas empresas inovadoras já exploram múltiplas aplicações do machine learning no varejo. O potencial transformador dessa tecnologia está mudando o jeito de ofertar e vender produtos, tanto em lojas virtuais quanto no comércio físico.

Todo bom comerciante sabe que precisa aprender aos poucos novas formas de agradar sua clientela e atender de forma personalizada cada um dos seus fregueses. Mas em empresas maiores, é inevitável que essa proximidade com o público se perca. Porém, com o machine learning é possível utilizar a inteligência artificial para automatizar e escalar esse trabalho.

Neste artigo, explicaremos como o machine learning pode ser aplicado do varejo e quais são as contribuições dessa tecnologia para os negócios. Boa leitura!

Qual é o papel do machine learning no varejo?

Machine learning é o nome dado às tecnologias de aprendizado autônomo da máquina, ou seja, quando um sistema é capaz de aprimorar sua performance quando é alimentado com dados relevantes, que podem, inclusive, ser coletados por ele mesmo.

Com o machine learning, é possível criar inteligências artificiais sofisticadas e poderosas, capazes de se adaptar melhor ao tipo de trabalho que executam. Essa tecnologia já é aplicada em inúmeros negócios, desde carros autônomos e softwares de traduções até o reconhecimento de rostos de pessoas em fotos e vídeos.

No varejo, são múltiplas as utilidades e aplicações do machine learning, como sistemas de recomendações, chatbots e até controle de estoques. Vale a pena conhecer um pouco sobre cada uma delas.

Como aplicar essa tecnologia na prática?

Sistemas de recomendações inteligentes

A utilização do machine learning para desenvolver um sistema de recomendações inteligente no varejo não é uma novidade. A Amazon, por exemplo, já utiliza essa tecnologia há anos para dar recomendações personalizadas de produtos para os seus clientes.

Quanto mais uma pessoa compra ou interage com a loja virtual, mais precisas são essas recomendações. A ideia é que, com base nos dados compilados do comportamento do consumidor, o sistema compreenderá melhor o cliente e criará ofertas mais efetivas.

E apesar de ter nascido no e-commerce, o sistema de recomendações já é utilizado em diversas lojas físicas, que usam recursos como programas de fidelidade para cadastrar e coletar dados sobre as compras de cada cliente.

Gestão de estoques e compras

O machine learning também pode ser usado para uma gestão de estoque e compras mais inteligente no varejo, utilizando para isso os mesmos dados de interações dos clientes para gerar análises preditivas e antecipar demandas do mercado.

Com base no comportamento do cliente, é possível descobrir quais são as quantidades ideais de cada produto no estoque, de forma que a loja não corra o risco de perder vendas por alguma indisponibilidade.

Da mesma forma, essa análise também evita um reabastecimento exagerado de um produto que está em alta no momento, mas deixará de ser tão buscado em pouco tempo e ficará “sobrando” no estoque.

Chatbots mais inteligentes e personalizados

Chatbots são softwares de conversação automatizada que permitem que um usuário interaja com um sistema por meio de diálogos em texto. Eles já são utilizados em muitas empresas para fornecer atendimento virtual rápido e, até mesmo, fechar vendas.

Com o machine learning, o chatbot fica mais inteligente a cada conversa com os usuários. Ele pode utilizar as interações com o público como uma base para as melhorias das suas funcionalidades, compreendendo melhor o que cada pessoa quer dizer e com isso aperfeiçoar sua performance.

Isso permite que o software consiga fazer associações a partir do vocabulário do consumidor, que pode, por exemplo, dizer que está buscando uma passagem de avião para terça-feira à tarde. A partir disso, o sistema compreende que ele deseja encontrar passagem para um dia específico em um horário entre 13 h e 17 h.

Além disso, como é um canal de interação com o cliente, o chatbot pode utilizar os dados coletados nas conversas para entregar uma experiência mais personalizada, já focada nas demandas e gostos pessoais de cada consumidor.

Esse tipo de tecnologia aprimora tanto a capacidade do chatbot de realizar ofertas melhores quanto a sua eficiência em resolver demandas do público, maximizando o potencial desse tipo de ferramenta.

Identificação de oportunidades de cross-selling

Como o machine learning coleta dados dos clientes e os utiliza para aprender melhor sobre o comportamento deles, ele também pode ser usado como uma ferramenta para identificar oportunidades de cross-selling.

A técnica de cross-selling é aquela utilizada quando o vendedor aproveita uma compra de um cliente para ofertar um produto adicional, como quando um atendente de uma lanchonete de fast-food pergunta se a pessoa quer levar também uma sobremesa.

A questão é que nem sempre essas associações são óbvias para o varejo. Com base nos dados de interações dos clientes e do machine learning, por exemplo, uma loja pode descobrir que as pessoas que compram produtos de limpeza automotiva estão interessados também em um seguro para o automóvel.

Em todo grande comércio, diversas oportunidades de cross-selling são perdidas porque faltam formas de descobrir quais são as melhores ofertas para cada tipo de cliente. Mas com o machine learning e uma boa base de dados é possível desvendar quais são essas oportunidades.

Entrega de uma experiência melhor ao consumidor

O machine learning também pode ser aplicado no processo de melhoria da experiência do consumidor. Se o sistema percebe que muitas vendas de um e-commerce são frustradas na fase de pagamento, ele pode, por exemplo, descobrir que os clientes estão com dificuldades para inserir os dados e sugerir uma forma de aprimorar essa etapa.

Essa tecnologia ajuda a descobrir qual é a melhor forma de falar com os consumidores e aumentar a performance das vendas, o que é interessante para, por exemplo, vender seguros, que muitas vezes contam com termos pouco usuais que podem prejudicar a compreensão de um potencial cliente.

Mais uma vez, vale a pena citar a Amazon, que recentemente lançou em Seattle a Amazon Go, uma loja conceito de conveniência em que não existe caixa registradora para pagar as compras: os clientes simplesmente pegam os produtos, como leite, frutas e sanduíches, colocam na sacola e, ao deixar a loja, o valor da compra é debitado do seu cartão de crédito.

Para isso, a Amazon utiliza uma combinação do machine learning com outras tecnologias para identificar os rostos dos clientes e os itens que eles estão levando, por meio de câmeras no local. O resultado é uma experiência de compra mais rápida e fluida, sem filas para pagar.

Por fim, é importante destacar que o machine learning não é uma tecnologia do futuro. Ela já é aplicada no varejo com sucesso há alguns anos e, cada vez mais, traz resultados para o setor. Basta um banco de dados bem estruturado e uma equipe capaz de lidar com essa tecnologia para conseguir potencializar o desempenho de lojas de qualquer especialidade e porte.

E agora que você já conhece as aplicações do machine learning no varejo, que tal entrar em contato conosco para saber mais sobre como utilizar esse tipo de solução tecnológica? Vamos lá!

Como usar um sistema de mensalidades para engajar clientes?

O pagamento recorrente tornou-se uma alternativa financeira para empresas que dependem desse modelo, como escolas e academias, mas também passou a atrair a atenção de empreendedores que desejam uma renda fixa em outros negócios, como os e-commerces. Para ambos os casos, contar com um sistema de mensalidades é fundamental.

Para que o modelo de recorrência seja lucrativo, a gestão financeira precisa ser eficiente e não dar aberturas para a inadimplência tornar-se comum. Assim, o engajamento dos clientes é uma etapa importante a fim de garantir pagamentos em dia.

O sistema de mensalidades tem muito a agregar na consolidação do modelo de pagamento recorrente e na melhora da experiência do cliente. Confira a seguir algumas dicas de como engajar clientes usando essa tecnologia.

Melhore a experiência e a comodidade do cliente

Um sistema de mensalidades fornecido por uma empresa com expertise na área englobará uma interface para os colaboradores, mas também uma para o cliente final. O objetivo é que os pagamentos e as alterações possam ser feitos diretamente pelo consumidor e da forma como for mais conveniente para ele, auxiliando na fidelização.

Assim, em vez de ter que entrar em contato com a empresa todas as vezes que desejar fazer uma alteração, como mudar o cartão de crédito de cobrança, alterar o dia de vencimento da fatura, acessar uma segunda via da conta etc., será possível realizar essas ações diretamente no aplicativo.

Essas facilidades permitem que o cliente sinta-se mais confortável realizando as alterações necessárias e reduz a inadimplência, pois facilita a gestão da conta, evitando que o consumidor espere o boleto vencer para entrar em contato com a empresa.

Dê mais autonomia para o cliente

Para que a comodidade seja um benefício real, é preciso dar mais autonomia para que o cliente realize a gestão da conta. Em vez de limitar o número de alterações, exigir confirmação por telefone ou que a pessoa vá até a loja física, todas as ações devem ser concentradas no sistema fornecido.

Uma vez que o cliente reconhece quais são as formas de pagamento mais interessantes para ele e quando ele não poderá se comprometer com a quitação da conta de uma forma, ele pode alterar visando não se tornar inadimplente.

Avaliar com o fornecedor do sistema de mensalidades se o consumidor terá formas próprias de administrar essas questões é relevante para que ele fique realmente engajado e melhore o relacionamento com a empresa como um todo.

Avalie as preferências entre as formas de pagamento

Ainda que o consumidor possa preferir uma forma de pagamento ou outra, a empresa deve estar sempre atenta às informações que podem ser coletadas utilizando um sistema de mensalidades e indicar as melhores opções.

Inicialmente é essencial conhecer bem as características e preferências do público para oferecer um modelo mais compatível e que proporcionará mais satisfação entre os clientes. Avaliando previamente esses critérios é possível definir quais funcionalidades o sistema deve oferecer para ser mais completo e atender às demandas do negócio.

As possibilidades de atualizações e melhorias também devem ser avaliadas. Por exemplo, quais métricas podem ser acompanhadas pelo sistema? É possível fazer personalizações?

Essas e outras questões permitem disponibilizar ao cliente um meio de pagamento mais completo e que atenda melhor às preferências dele.

Acompanhe as métricas do sistema de mensalidades

O acompanhamento das métricas é fundamental para que a empresa consiga identificar características importantes dos clientes e tornar o pagamento mais eficiente e ágil, otimizando processos e estratégias de atuação.

Entre as principais que devem ser avaliadas está a taxa de inadimplência. Por exemplo, se foi identificada uma inadimplência de 30% dos clientes, é possível verificar qual é a forma de pagamento predominante nesse grupo. Se identificar que é o boleto, uma campanha pode ser realizada com foco em incentivar o uso do cartão de crédito.

Essas valiosas informações permitem que a empresa desenvolva estratégias de contingenciamento para o caso de crescimento do número de inadimplentes ou quando uma forma de pagamento específica está aumentando a quantidade de pessoas que deixam de pagar.

Quando esses fatores podem ser avaliados de forma prática, é possível desenvolver estratégias e campanhas para melhorar a adimplência, reduzir cancelamentos e aumentar o ticket médio. Também é viável analisar se houve alguma mudança significativa no público ou no produto.

Alinhe o produto fornecido e o público-alvo

Outro benefício de um sistema de mensalidades é a possibilidade de avaliar se a inadimplência, a taxa de cancelamentos ou o downsell estão crescendo em uma parte do público com características semelhantes.

Por exemplo, identificou-se que 20% dos clientes que moravam em determinada região mudaram o plano para um mais econômico. Esse pode ser um indício que o produto está perdendo a relevância naquele local ou precisa ser desenvolvido um plano intermediário, reduzindo um pouco o ticket médio, mas evitando uma queda maior.

O acompanhamento dessas oscilações permite verificar se o produto ou serviço continua atendendo às expectativas dos clientes ou se estão desarticulados com o perfil de público traçado. Em alguns casos pode ser interessante reajustar os valores, em outros pode-se focar em um público de maior poder aquisitivo, alterando estratégias de marketing, por exemplo.

A definição de qual estratégia de vendas será mais relevante para o negócio depende da avaliação do caso e de uma ferramenta que possibilite o acesso a esses dados. Ao manter os produtos alinhados com o perfil de clientes, é possível engajá-los mais, pois há um maior interesse em relação à marca.

Mantenha uma gestão de pagamentos eficiente

Por fim, o engajamento dos clientes depende de uma gestão de pagamentos eficiente. Por exemplo, ninguém gosta de ser cobrado por uma conta que já pagou, e isso depende da organização e atualização do sistema usado.

Avaliar questões como taxa de cancelamento, novas assinaturas e inadimplência, por exemplo, permite organizar-se para o futuro e ter um controle financeiro mais seguro. Acompanhar o Lifetime Value, por exemplo, é uma forma de conhecer o tempo médio que os clientes permanecem ativos e o quanto pode ser esperado de receita em determinado período.

Uma taxa baixa indica que o produto ou serviço está inserido no público errado ou está prometendo mais do que pode atender, causando frustração. Todas essas questões devem ser avaliadas para ter um índice de satisfação do cliente elevado.

O controle do caixa atual e futuro oferece à empresa mais segurança financeira para investir, além de estabilidade para crescer e se solidificar. No entanto, essas conquistas só são possíveis usando ferramentas adequadas a fim de proporcionar uma gestão eficiente somada à uma experiência positiva para o consumidor.

Quer saber o que mais um sistema de mensalidades eficiente pode fazer pelo seu negócio e como ele impacta os pagamentos recorrentes? Entre em contato com o nosso time de especialistas agora mesmo e descubra!

Introdução ao Blockchain: um novo fator no mundo dos negócios

Empreendedores que desejam manter-se atualizados sobre as novas possibilidades de negócios devem ficar atentos às tecnologias que estão ganhando espaço e atraindo atenção. Por isso, saber o que é blockchain torna-se essencial devido à grande visibilidade dessa solução.

A seguir, saiba mais sobre o que é, quais são os potenciais de uso e quais as vantagens dessa tecnologia. Confira!

O que é blockchain?

O blockchain ganhou mais visibilidade a partir de 2008 quando passou a ser aplicado em conjunto com o Bitcoin, a criptomoeda desenvolvida por Satoshi Nakamoto, visando uma assinatura digital para essa moeda, de forma a garantir a segurança das operações realizadas. Após essa primeira aplicação de sucesso do blockchain, a tecnologia passou a ser estudada como alternativa em diferentes segmentos.

Mas afinal, o que é o blockchain? Trata-se de uma estrutura autônoma, descentralizada e que permite a autenticação de registros digitais sem a necessidade de um intermediador, como são os bancos no caso das compras online, por exemplo.

A infraestrutura consiste em um sistema de armazenamento de informações em blocos encadeados, onde cada bloco tem uma chave do bloco anterior. Cada novo bloco ou alteração em blocos anteriores precisa ser autorizada por toda a rede. Cada participante da rede possui uma cópia do Ledger (ou Livro Caixa).

Para cada nova entrada, o sistema do blockchain executa algoritmos para avaliar e validar o bloco que está solicitando a alteração ou inserção. Caso haja consenso entre participantes da rede, a ação é validada e a transação é aceita, sendo adicionada à cadeia.

Nos casos em que os participantes não reconheçam a inserção ou alteração do novo bloco, a entrada deste é negada e o mesmo não é adicionado à rede. A validação por blocos permite que o registro seja autorizado ou não sem precisar de uma autoridade central que determine quais transações são permitidas.

Quais são as vantagens do blockchain?

Apesar de ser avaliado para adoção em diferentes segmentos, o blockchain tem uma relação já próxima com os pagamentos online, sendo utilizado na validação de registros digitais. Isso apresenta um interesse ainda mais proeminente de bancos, seguradoras, financeiras e setores correlatos. Na questão de pagamentos os benefícios são diversos. Conheça alguns deles a seguir.

Segurança

Diferentemente dos sistemas bancários que utilizam um banco de dados centralizado, apresentando um único ponto de invasão, o blockchain consiste em um sistema descentralizado. Assim, para realizar um ataque hacker, por exemplo, é necessário acessar simultaneamente todos os elos e também alterar todos os registros dos blocos anteriores, tornando o ataque muito mais difícil.

Ainda que o sistema não seja inviolável, ele proporciona muito mais segurança do que um modelo comum. Como cada bloco está conectado aos anteriores e visível para todos os participantes da rede, a possibilidade de um acesso simultâneo em toda a rede é bastante reduzida.

Velocidade de processamento

Um registro compartilhado por diferentes atores de um sistema financeiro global possibilita um processamento mais rápido de transações. O blockchain permite a criação de Smart Contracts, que viabilizam de transações internacionais em tempo real, com a autorização das partes envolvidas.

Dessa forma, negócios internacionais ficam facilitados, pois o vendedor, o comprador e os respectivos bancos podem validar em tempo real que uma transação ocorreu, por exemplo.

Rastreabilidade

As transações validadas por blockchain são mais facilmente rastreadas, pois, uma vez que o registro é adicionado à cadeia, ele recebe uma chave que o relaciona com o registro anterior, tornando-o quase impossível de ser alterado ou manipulado sem a que os demais participantes da rede percebam, dado que todos possuem uma cópia do mesmo.

Assim, os registros auxiliares de auditoria criados pelos bancos a cada nova transação nas vendas com cartão de crédito tornam-se desnecessárias, aumentando a transparência e agilidade desses processos.

Registro global

Um Ledger distribuído consiste em um banco de dados compartilhado e sincronizado com todos os membros de uma rede. As alterações e adições realizadas na rede são copiadas para todos os participantes em segundos.

Quais são as aplicações corporativas e sociais dessa tecnologia?

O uso do blockchain na prática pode ter implicações em diferentes âmbitos econômicos e sociais. Por parte das empresas, já têm sido criados grupos para estudar e analisar aplicações da tecnologia. Na Espanha, por exemplo, 70 companhias criaram um consórcio multissetorial para uso do blockchain. Há também iniciativas envolvendo bancos de todo o mundo com o objetivo de desenvolver um sistema transacional baseado em blockchain.

Além da aplicação corporativa, o blockchain começa a ter aplicações sociais, como para prestação de contas e aumento da transparência de administrações públicas. Um exemplo é o governo do Canadá que está usando a solução para tornar o sistema de concessão de financiamentos públicos mais transparentes. Também já existem aplicações semelhantes por parte da Unicef e do Banco Mundial.

Portanto, num futuro próximo, a tendência é que essa tecnologia impacte cada vez mais aspectos cotidianos das pessoas. Ainda há muito o que ser estudado e aprimorado, mas o blockchain já se mostra presente em diferentes setores.

Onde a solução pode ser aplicada?

Como afirmado, o uso do blockchain em setores como o financeiro, os bancos, governos e as instituições de grande porte já é uma realidade. Em outros países, a solução também já aparece na área de seguros, como residencial, automobilístico e outros, facilitando transações e processos.

Atualmente, a Susep, que regulamenta o setor de seguros no Brasil, ainda não se manifestou formalmente sobre o assunto, entretanto, empresas brasileiras já têm desenvolvido soluções que direcionam para essa tecnologia. A expectativa é que o uso do Blockchain passe a ser aceito e facilite operações na área.

Entre as melhorias que podem ser alcançadas na área de seguros usando blockchain destacam-se:

  • mais efetividade na detecção de fraudes;
  • melhor precificação de riscos;
  • processamento e aprovação de sinistros de forma automatizada e ágil;
  • menor dependência de documentos impressos.

O potencial de uso do blockchain entre as seguradoras é muito benéfico para o setor e pode promover facilidades tanto para as empresas quanto para os vendedores de seguro intermediários, como e-commerces, e para o cliente final.

Agora que você já entendeu o que é blockchain e todo o potencial dessa tecnologia, mantenha-se atualizado sobre essa e outras soluções que podem ser adotadas no setor de seguros, proporcionando facilidades e eficiência para você. Assine a nossa newsletter!

Conheça 7 benefícios de um site responsivo para o seu cliente

Atualmente, ter um site responsivo deixou de ser um diferencial de mercado e tornou-se uma necessidade para as empresas que desejam manter a relevância diante dos clientes e maior visibilidade na internet. Perante esse novo cenário, atualizar-se é imprescindível.

De fato, uma pesquisa da Mary Meeker revelou que usuários de smartphone consultam o aparelho em média 150 vezes por dia. Isso significa que o uso de dispositivos móveis tem aumentado em duas frentes: em relação ao número de pessoas com acesso e também à frequência de uso.

Esse cenário torna o investimento em mobile essencial para que as empresas continuem relevantes para esses consumidores. O perfil do público está diferente e cada vez mais interligado com preferências relacionadas com a experiência no smartphone, assim, para vender e se relacionar com o cliente é preciso investir nesse canal.

Portanto, é essencial investir em um site responsivo e no conceito de mobile first, no qual o foco inicial do desenvolvimento e design é direcionado aos dispositivos móveis.

Confira, a seguir, 7 benefícios possíveis com o investimento no site responsivo!

1. Atender novas demandas do público

Os novos comportamentos de consumo indicam que os clientes estão cada vez mais aptos a manter todo o processo de compra nos meios digitais. Assim, ao investir em um site responsivo o primeiro benefício refere-se à capacidade do negócio de atender essas novas demandas do público.

De acordo com pesquisas do Think with Google, 91% dos usuários pesquisam informações no smartphone enquanto realizam outras tarefas. Dessa forma, a usabilidade no celular é um diferencial, quando comparado com o desktop ou mesmo o notebook, devido a esse uso simultâneo.

Ainda que o público esteja mais predisposto a utilizar os canais digitais móveis para tarefas diversas, o investimento em mobile é apenas de 5%, o que indica a grande necessidade das empresas se adequarem a essas novas demandas.

2. Promover uma experiência de compra positiva

Outra razão pela qual o investimento em um site responsivo é benéfico para a empresa e o cliente diz respeito à experiência do usuário, ou user experience (UX). De acordo com o mesmo relatório do Google, 82% dos usuários de smartphones consultam os dispositivos enquanto estão em lojas escolhendo produtos. Entre eles, um em cada dez usuários altera a decisão de compra devido à pesquisa.

Assim, uma vez que a empresa não pode lutar contra essa tendência, ela deve preocupar-se em proporcionar uma experiência de compra positiva e que inclua a etapa de descoberta e consideração da jornada de compra. Ou seja, momentos nos quais o cliente ainda está realizando pesquisas para obter informações sobre o produto e não interessado em finalizar uma compra.

Um site que preze pela experiência do usuário deve privilegiar uma usabilidade em dispositivos móveis que não seja prejudicada pelo canal usado pelo consumidor, além de permitir e facilitar fases como conversão, fechamento do pedido, acompanhamento da entrega e pós-venda por qualquer canal, mobile ou não.

3. Proporcionar uma jornada de compra digital

A experiência de compra positiva está diretamente relacionada com a possibilidade de a empresa fornecer uma jornada de compra totalmente digital, portanto, que contemple desde a descoberta até o pós-venda.

Dessa forma, todas as ações devem poder ser realizadas nos dispositivos móveis com segurança e praticidade, pois quando o usuário fizer pesquisas, a empresa será uma opção real para ele concretizar o pedido.

A empresa deve analisar qual é o melhor tipo de conteúdo para o público-alvo considerando os recursos disponíveis no mobile. Assim, a jornada será de fato digital, sem etapas presenciais que possam prejudicar a experiência esperada pelo cliente.

4. Ter um bom ranqueamento nos sites de busca

Atualmente, o Google e os outros mecanismos de busca consideram o critério “site responsivo” para o ranqueamento das pesquisas realizadas pelos consumidores. Dessa forma, investir em um site mobile impacta diretamente as possibilidades de ranquear melhor nesses motores de busca.

Quanto mais bem posicionado o site no Google, mais chances de aumentar o tráfego, ter mais visibilidade online e atrair mais clientes. Para o consumidor, por sua vez, um site responsivo entre os resultados exibidos facilita a navegação e a experiência da pesquisa.

5. Melhorar o relacionamento com o cliente

Proporcionar um melhor relacionamento com o cliente também é uma das vantagens conquistadas por investir em um site mobile. De acordo com 69% dos consumidores, a percepção em relação a marca é impactada pela qualidade, timing e relevância das mensagens.

Para atender esses critérios, portanto, é essencial que as campanhas realizadas, seja de anúncios, mídias sociais, e-mail marketing ou outras, contemplem a experiência mobile. Com isso, o bom relacionamento com o cliente, que afeta a retenção e fidelização, é impactado pela capacidade do site de oferecer uma navegação relevante por meio dos dispositivos móveis.

6. Facilitar a atualização com o site responsivo

Entre as possibilidades atuais de integração está a de disponibilizar aplicativos com conteúdo de sites responsivos, de forma que o app represente apenas uma interface, entretanto o conteúdo se mantém no site.

Com essa tecnologia as necessidades de atualização de software do iOS ou do Android são reduzidas, sendo que as mudanças podem ser realizadas diretamente na página do site. Esse recurso evita a demanda recorrente por novas versões do app.

7. Manter um fornecedor com expertise

Um aspecto importante de quando a empresa deseja adotar um site responsivo é a escolha de um fornecedor com expertise tanto na tecnologia necessária para realizar essa atualização quanto no segmento de atuação, conhecendo melhor as demandas e particularidades relacionadas com o negócio.

Dessa forma, escolher e manter um fornecedor com expertise e que possa trazer as atualizações para a empresa, promovendo melhorias e tornando todo o processo ainda mais prático é um benefício proporcionado por esse tipo de investimento.

Com um parceiro com esse foco, a empresa pode direcionar os esforços para a área de atuação dela e deixar que profissionais capacitados estudem as melhores possibilidades de investimentos e otimizações a partir do escopo desejado.

Por mais que a popularização dos smartphones tenha feito com que muitos profissionais acreditassem que o desenvolvimento de um site responsivo fosse algo banal, a análise mais aprofundada das necessidades de cada empreendimento torna essencial uma escolha mais criteriosa do fornecedor visando alcançar os benefícios listados anteriormente.

Nem sempre um site adaptado para o mobile fornece a experiência necessária para atender as demandas dos clientes. Quer Mais dicas de negócios digitais? Assine nossa newsletter e fique atualizado!