Category

Notícias

Category

5 maneiras para montar promoções e campanhas de incentivo em sua empresa

Não há dúvidas de que funcionários motivados produzem mais e com maior qualidade. Um estudo realizado pela agência de consultoria Gallup revelou que colaboradores com motivação em alta produzem 21% mais, aumentam 22% a rentabilidade do negócio e reduzem as taxas de absenteísmo em 37%.

Em vista disso, as campanhas de incentivo para empresas são uma ótima estratégia para dar um gás aos colaboradores. São ações que têm por objetivo desenvolver mais motivação nas equipes para que mantenham o foco e otimizem os seus resultados.

Quer saber como implementar essa ideia? Separamos neste post 5 maneiras de você montar uma campanha de incentivo no seu negócio. Vamos lá?

Antes de montar campanhas de incentivo para empresas

Defina os objetivos

O primeiro passo para você montar campanhas de incentivo para empresas com sucesso é saber o que deseja alcançar com essa estratégia. Os objetivos podem ser de natureza quantitativa, aumentar o volume de vendas, por exemplo, ou qualitativa, criar valor para os clientes do negócio.

Estabeleça as metas e os critérios

A partir daí, será mais fácil desdobrar esses objetivos em metas que devem ser cumpridas pelas equipes e pelos colaboradores individualmente em um determinado período ou em um projeto específico.

Esses objetivos devem ser de fácil entendimento, realistas e sem ambiguidades. Por exemplo, qual empresa não quer aumentar sua receita em 80%? Mas essa meta é realmente alcançável tendo em vista a infraestrutura que você fornece ao seu time e as limitações dos colaboradores e do próprio mercado? Assim, é preciso ter a realidade da empresa em mente ao definir as metas.

Forneça as ferramentas

Com base no item anterior, os gestores precisam identificar processos mais críticos, gargalos e prováveis obstáculos que os funcionários poderão enfrentar. A partir daí, será possível fazer os ajustes necessários e prover as ferramentas adequadas para que as equipes possam ter condições de atingir as metas e os objetos desejados.

Saiba dar recompensas

As recompensas devem ser escolhidas com base no perfil dos colaboradores, como estado civil, família, escolaridade e hábitos de consumo, nas tendências do mercado e em outros aspectos relacionados à cultura da empresa.

Por exemplo, alguns colaboradores gostam de premiações mais pontuais, como brindes, presentes, folgas ou bônus em dinheiro. Outros preferem passar por novas experiências em viagens, cursos, participação em eventos corporativos ou de entretenimento.

De qualquer forma, a recompensa deve ser algo atrativo e estimulante para mover as equipes à ação. Assim, você estará apto a montar campanhas de incentivo para empresas. Vamos, então, ver algumas maneiras de fazer isso!

5 maneiras de montar campanhas motivacionais

1. Trabalhe com gamificação

Gamificação, ou gamification, é uma técnica baseada no conceito dos jogos, usada para tornar o trabalho mais atrativo e estimulante. Essa estratégia usa a mesma mecânica dos games para engajar os colaboradores e motivá-los a continuar atingindo metas e produzindo mais e melhor. Os principais elementos são:

  • pontuação;
  • ranking;
  • medalhas ou premiações.

A pontuação pode ser desenvolvida conforme o segmento, o modelo de negócios ou a função do colaborador. Por exemplo, número de vendas, vezes em que a meta é batida, tempo de resposta aos chamados etc.

O ideal é que o “placar” seja exibido em um painel físico ou virtual. Informações como ranking, pontuação de cada um e mudanças de nível são muito interessantes e motivadoras. Alguns dos frutos gerados por essa estratégia são:

  • estímulo de uma competitividade saudável, já que esse sentimento nos move à superação pessoal e em relação ao outro;
  • sentimento de conquista e vitória;
  • mensuração da performance e contante autoavaliação, uma vez que o colaborador consegue acompanhar periodicamente seu desempenho por meio de números claros e diretos.

2. Eleja o time do mês

Recompensar a equipe que mais se destacou no período ou na campanha é uma forma muito interessante de incentivar os funcionários e fortalecer o trabalho coletivo. Esse reconhecimento pode ser em virtude das metas batidas, bem como pela superação dos obstáculos que tenham surgido.

Por isso, além de números, avalie as equipes em termos de comprometimento, relacionamento interpessoal, disciplina, proatividade e engajamento.

Uma grande vantagem da recompensa em equipe é que você consegue fortalecer o trabalho colaborativo entre os funcionários e desenvolver neles um senso de pertencimento, de que suas ações individuais afetam todo o grupo. É uma ótima forma também de identificar aqueles que têm espírito de liderança.

3. Premie o colaborador que se destaca

O reconhecimento individual também é fundamental. Nesse caso, a empresa pode recompensar um ou mais funcionários, de acordo com os critérios preestabelecidos. Por exemplo, pode conceder um prêmio a todos aqueles que atingirem uma determinada marca ou somente aos primeiros que chegarem lá.

Mas aqui precisamos destacar um porém nesse tipo de campanha: os handicaps. Esse termo em inglês se refere às vantagens ou desvantagens que um colaborador pode ter em relação aos seus colegas, que não estão diretamente ligadas aos seus esforços ou capacidades.

Por exemplo, talvez um vendedor tenha a vantagem de trabalhar em uma região que naturalmente tenha uma saída maior, seja pela condição econômica ou pelo tempo em que a marca é conhecida no território.

Assim, os critérios de avaliação devem levar isso em conta, estipulando metas do tipo:

  • definição de diferentes metas conforme as condições de cada funcionário;
  • metas proporcionais ao número de clientes;
  • porcentagem de aumento em relação à campanha ou ao período anterior.

4. Aproveite as datas comemorativas

Datas comemorativas, como Páscoa e Natal, são períodos ótimos para promover campanhas de incentivo para empresas. Isso pode ser feito por meio de gincanas, que não necessariamente precisam estar diretamente ligadas aos negócios da companhia.

Por exemplo, algumas companhias gostam de fazer ações sociais, recolhendo alimentos, roupas ou trabalhando com algum outro tipo de auxílio. Que tal se juntar a uma ONG de crianças carentes, de idosos ou que esteja relacionada à proteção ambiental? Com certeza, esse trabalho vai dar um gás na sua equipe!

5. Foque em reduzir as reclamações

Essa campanha está relacionada aos objetivos qualitativos, e geralmente se aplica a equipes que prestam serviços de atendimento ao cliente. Esse trabalho pode, muitas vezes, ser estressante e desestimulador. Por isso, é importante dar uma atenção especial para incentivar seus colaboradores a dar o seu melhor.

A meta aqui é simples: reduzir o número de reclamações. O critério também pode ser em escala proporcional, estipulando porcentagens de redução. Como resultado, a empresa consegue aprimorar a experiência do cliente e alcançar sua fidelização.

Já pensou quais campanhas de incentivo para empresas você vai implementar no seu negócio? Não demore para aplicar essas ações. A motivação é o combustível para a produtividade dos seus colaboradores. E com um clima organizacional positivo e equipes engajadas, os resultados da companhia certamente serão muito maiores!

Gostou do post? Então, compartilhe essas dicas nas suas redes sociais!

Como os micromomentos estão mudando os hábitos de compra?

Já parou para notar o quanto você usa seu smartphone no dia a dia? Seja para pesquisar um endereço, tirar uma dúvida, procurar um tutorial ou consultar os preços de alguns produtos na internet.

É daí que surgem os chamados micromomentos: pequenos momentos de engajamento digital em que os consumidores procuram resolver uma necessidade específica.

Para você entender melhor sobre o assunto, mostraremos aqui como os micromomentos estão sendo gerados pela mudança da forma em que as pessoas estão consumindo e como os smartphones desempenham um papel central nesse cenário. Acompanhe!

Entendendo os micromomentos

No Brasil, os usuários de smartphone olham para seus telefones, em média, mais de 86 vezes por dia. É durante toda essa jornada (assistindo vídeos, mandando mensagens, compartilhando posts, olhando a hora etc.) que existem pequenas fatias de tempo em que ocorrem a tomada de decisão e a formação de preferência do usuário.

Isto é, quando o dispositivo mais próximo é utilizado para esclarecer uma curiosidade, fazer uma pesquisa, procurar um estabelecimento, enfim, quando alguém quer resolver um problema e o faz utilizando a internet do smartphone, isso gera instantes que podem converter aquele usuário em um cliente.

Assim, os micromomentos podem ser classificados em 4 tipos:

1. Momento: eu quero saber

São os micromomentos que ocorrem quando o usuário quer aprender algo específico e acaba procurando por informações na internet.

2. Momento: eu quero ir

Esses são gerados quando a pessoa quer buscar um estabelecimento determinado nas proximidades.

3. Momento: eu quero fazer

Momentos que acontecem quando alguém quer aprender a fazer algo, como consertar um eletrônico, montar um look para uma festa ou cuidar do jardim.

4. Momento: eu quero comprar

São todas as ocasiões em que algo influenciou a decisão do consumidor sobre qual produto comprar.

Como dissemos, os smartphones têm um papel fundamental nessa mudança de hábito. A seguir, explicamos como essas mudanças vem acontecendo.

A revolução dos smartphones

Depois de a tela monocromática ter dado lugar às cores e com o surgimento do acesso à rede e à visualização de sites, fotos e vídeos, os aparelhos celulares se tornaram verdadeiros computadores portáteis.

E aqui vai um fato: de acordo com os dados coletados pelo Google, 94% dos usuários de smartphones utilizam seus aparelhos em meio a tarefas para buscar informações. O que isso quer dizer? Que os celulares vêm mudando cada vez mais o comportamento e a rotina das pessoas.

Vejamos os momentos listados acima como exemplo. Para o “eu quero saber”, ainda de acordo com os mesmos dados coletados, 65% das pessoas que têm smartphones os utilizam para aprender mais sobre algo que viram na TV.

Ou seja, os livros, as revistas e até mesmo a navegação em desktop estão sendo deixados de lado com a facilidade de acessar informações nas pontas dos dedos.

Já o que reforça o micromomento “eu quero ir” é o fato de que entre 2014 e 2015 as buscas por “próximo de mim” cresceram 55%. As pessoas conseguem chegar onde querem com um trabalho muito menor do que antes de os smartphones entrarem em cena.

Enquanto isso, mais de 2 milhões de horas de conteúdo foram assistidas no YouTube como resultado da busca “como fazer”, e metade de todo esse conteúdo foi visto em tablets ou smartphones. É o “eu quero fazer” em ação.

E, por último, o “eu quero comprar”: 79% dos usuários de smartphones dizem que, em relação há alguns anos, as suas compras são realizadas bem mais rápido graças às pesquisas online, sem contar a possibilidade de utilizar o cartão de crédito.

Além disso, usuários também estão comprando em seus carros (33%), em suas cozinhas (28%) e em outros locais. Ao precisar repor um objeto quebrado ou comprar um novo produto, é para a internet que as pessoas recorrem.

Falando em internet, entre 2014 e 2015, houve um aumento de 112% no acesso à rede via smartphones. Isso se deve aos muitos fatores que facilitam e tornam algumas tarefas cotidianas mais rápidas e práticas quando executadas por um dispositivo digital. Vamos conferir algumas?

Pagamento de contas por meio de celulares

Pagar as contas mensais de gás, água, boletos, faturas e todos outros serviços que utilizamos diariamente era muito cansativo quando precisávamos ficar em pé em longas filas ou ir até os caixas eletrônicos.

Era um tempo desperdiçado que poderia ser utilizado em outras atividades, sejam profissionais, de lazer ou familiares.

Além dos inúmeros aplicativos existentes atualmente para pagar serviços e produtos pelo celular e da facilidade que isso acarreta, os smartphones ainda são considerados o meio mais seguro de pagamento pela internet!

Outros tipos de consultas

Hoje, é possível consultar tudo o que se possa imaginar por meio dos smartphones, no entanto, cabe dar como exemplo alguns tipos de consultas que mudaram nossos hábitos completamente, como:

  • consulta bancária: saldo, fatura, limites de crédito ou empréstimo, quase tudo o que se pode fazer no caixa ou no atendimento é possível fazer com um smartphone;
  • acesso às redes sociais e ao e-mail;
  • acesso a qualquer loja que tenha um site.

É claro, se o smartphone passa a ser tão presente na vida das pessoas, é essencial que as empresas utilizem isso como oportunidade para conquistar o sucesso desejado — e é disso que trataremos no tópico seguinte.

A importância da experiência mobile para as empresas

Podemos entender a experiência mobile como: disponibilidade do site da empresa em versão mobile, facilidade e agilidade na navegação (por exemplo, evitar que o usuário precise dar mais de 4 cliques desde o momento em que entra no site da loja até a finalização da compra), layout responsivo e outras características que ajudam a conquistar os clientes.

Essa experiência é importante para fortalecer a marca, criar uma nova forma de relação com o cliente, engajá-lo e tornar a comunicação mais dinâmica. Ou seja, ela reflete diretamente no crescimento das vendas e na conversão dos consumidores.

Portanto, ao mesmo tempo em que deve-se procurar entrar nesse meio para permanecer consistente no mercado, é indispensável trabalhar na experiência do usuário, pois experiências frustrantes são negativas e podem ter o resultado contrário do desejado.

Juntando isso a uma boa estratégia de marketing para acertar nos micromomentos, seu negócio já tem uma parcela importantíssima do que é preciso para crescer!

E então, o que achou deste post que preparamos? Assine a nossa newsletter e receba outros conteúdos interessantes diretamente na sua caixa de e-mail!

Como usar um sistema de mensalidades para engajar clientes?

O pagamento recorrente tornou-se uma alternativa financeira para empresas que dependem desse modelo, como escolas e academias, mas também passou a atrair a atenção de empreendedores que desejam uma renda fixa em outros negócios, como os e-commerces. Para ambos os casos, contar com um sistema de mensalidades é fundamental.

Para que o modelo de recorrência seja lucrativo, a gestão financeira precisa ser eficiente e não dar aberturas para a inadimplência tornar-se comum. Assim, o engajamento dos clientes é uma etapa importante a fim de garantir pagamentos em dia.

O sistema de mensalidades tem muito a agregar na consolidação do modelo de pagamento recorrente e na melhora da experiência do cliente. Confira a seguir algumas dicas de como engajar clientes usando essa tecnologia.

Melhore a experiência e a comodidade do cliente

Um sistema de mensalidades fornecido por uma empresa com expertise na área englobará uma interface para os colaboradores, mas também uma para o cliente final. O objetivo é que os pagamentos e as alterações possam ser feitos diretamente pelo consumidor e da forma como for mais conveniente para ele, auxiliando na fidelização.

Assim, em vez de ter que entrar em contato com a empresa todas as vezes que desejar fazer uma alteração, como mudar o cartão de crédito de cobrança, alterar o dia de vencimento da fatura, acessar uma segunda via da conta etc., será possível realizar essas ações diretamente no aplicativo.

Essas facilidades permitem que o cliente sinta-se mais confortável realizando as alterações necessárias e reduz a inadimplência, pois facilita a gestão da conta, evitando que o consumidor espere o boleto vencer para entrar em contato com a empresa.

Dê mais autonomia para o cliente

Para que a comodidade seja um benefício real, é preciso dar mais autonomia para que o cliente realize a gestão da conta. Em vez de limitar o número de alterações, exigir confirmação por telefone ou que a pessoa vá até a loja física, todas as ações devem ser concentradas no sistema fornecido.

Uma vez que o cliente reconhece quais são as formas de pagamento mais interessantes para ele e quando ele não poderá se comprometer com a quitação da conta de uma forma, ele pode alterar visando não se tornar inadimplente.

Avaliar com o fornecedor do sistema de mensalidades se o consumidor terá formas próprias de administrar essas questões é relevante para que ele fique realmente engajado e melhore o relacionamento com a empresa como um todo.

Avalie as preferências entre as formas de pagamento

Ainda que o consumidor possa preferir uma forma de pagamento ou outra, a empresa deve estar sempre atenta às informações que podem ser coletadas utilizando um sistema de mensalidades e indicar as melhores opções.

Inicialmente é essencial conhecer bem as características e preferências do público para oferecer um modelo mais compatível e que proporcionará mais satisfação entre os clientes. Avaliando previamente esses critérios é possível definir quais funcionalidades o sistema deve oferecer para ser mais completo e atender às demandas do negócio.

As possibilidades de atualizações e melhorias também devem ser avaliadas. Por exemplo, quais métricas podem ser acompanhadas pelo sistema? É possível fazer personalizações?

Essas e outras questões permitem disponibilizar ao cliente um meio de pagamento mais completo e que atenda melhor às preferências dele.

Acompanhe as métricas do sistema de mensalidades

O acompanhamento das métricas é fundamental para que a empresa consiga identificar características importantes dos clientes e tornar o pagamento mais eficiente e ágil, otimizando processos e estratégias de atuação.

Entre as principais que devem ser avaliadas está a taxa de inadimplência. Por exemplo, se foi identificada uma inadimplência de 30% dos clientes, é possível verificar qual é a forma de pagamento predominante nesse grupo. Se identificar que é o boleto, uma campanha pode ser realizada com foco em incentivar o uso do cartão de crédito.

Essas valiosas informações permitem que a empresa desenvolva estratégias de contingenciamento para o caso de crescimento do número de inadimplentes ou quando uma forma de pagamento específica está aumentando a quantidade de pessoas que deixam de pagar.

Quando esses fatores podem ser avaliados de forma prática, é possível desenvolver estratégias e campanhas para melhorar a adimplência, reduzir cancelamentos e aumentar o ticket médio. Também é viável analisar se houve alguma mudança significativa no público ou no produto.

Alinhe o produto fornecido e o público-alvo

Outro benefício de um sistema de mensalidades é a possibilidade de avaliar se a inadimplência, a taxa de cancelamentos ou o downsell estão crescendo em uma parte do público com características semelhantes.

Por exemplo, identificou-se que 20% dos clientes que moravam em determinada região mudaram o plano para um mais econômico. Esse pode ser um indício que o produto está perdendo a relevância naquele local ou precisa ser desenvolvido um plano intermediário, reduzindo um pouco o ticket médio, mas evitando uma queda maior.

O acompanhamento dessas oscilações permite verificar se o produto ou serviço continua atendendo às expectativas dos clientes ou se estão desarticulados com o perfil de público traçado. Em alguns casos pode ser interessante reajustar os valores, em outros pode-se focar em um público de maior poder aquisitivo, alterando estratégias de marketing, por exemplo.

A definição de qual estratégia de vendas será mais relevante para o negócio depende da avaliação do caso e de uma ferramenta que possibilite o acesso a esses dados. Ao manter os produtos alinhados com o perfil de clientes, é possível engajá-los mais, pois há um maior interesse em relação à marca.

Mantenha uma gestão de pagamentos eficiente

Por fim, o engajamento dos clientes depende de uma gestão de pagamentos eficiente. Por exemplo, ninguém gosta de ser cobrado por uma conta que já pagou, e isso depende da organização e atualização do sistema usado.

Avaliar questões como taxa de cancelamento, novas assinaturas e inadimplência, por exemplo, permite organizar-se para o futuro e ter um controle financeiro mais seguro. Acompanhar o Lifetime Value, por exemplo, é uma forma de conhecer o tempo médio que os clientes permanecem ativos e o quanto pode ser esperado de receita em determinado período.

Uma taxa baixa indica que o produto ou serviço está inserido no público errado ou está prometendo mais do que pode atender, causando frustração. Todas essas questões devem ser avaliadas para ter um índice de satisfação do cliente elevado.

O controle do caixa atual e futuro oferece à empresa mais segurança financeira para investir, além de estabilidade para crescer e se solidificar. No entanto, essas conquistas só são possíveis usando ferramentas adequadas a fim de proporcionar uma gestão eficiente somada à uma experiência positiva para o consumidor.

Quer saber o que mais um sistema de mensalidades eficiente pode fazer pelo seu negócio e como ele impacta os pagamentos recorrentes? Entre em contato com o nosso time de especialistas agora mesmo e descubra!

Conheça 7 benefícios de um site responsivo para o seu cliente

Atualmente, ter um site responsivo deixou de ser um diferencial de mercado e tornou-se uma necessidade para as empresas que desejam manter a relevância diante dos clientes e maior visibilidade na internet. Perante esse novo cenário, atualizar-se é imprescindível.

De fato, uma pesquisa da Mary Meeker revelou que usuários de smartphone consultam o aparelho em média 150 vezes por dia. Isso significa que o uso de dispositivos móveis tem aumentado em duas frentes: em relação ao número de pessoas com acesso e também à frequência de uso.

Esse cenário torna o investimento em mobile essencial para que as empresas continuem relevantes para esses consumidores. O perfil do público está diferente e cada vez mais interligado com preferências relacionadas com a experiência no smartphone, assim, para vender e se relacionar com o cliente é preciso investir nesse canal.

Portanto, é essencial investir em um site responsivo e no conceito de mobile first, no qual o foco inicial do desenvolvimento e design é direcionado aos dispositivos móveis.

Confira, a seguir, 7 benefícios possíveis com o investimento no site responsivo!

1. Atender novas demandas do público

Os novos comportamentos de consumo indicam que os clientes estão cada vez mais aptos a manter todo o processo de compra nos meios digitais. Assim, ao investir em um site responsivo o primeiro benefício refere-se à capacidade do negócio de atender essas novas demandas do público.

De acordo com pesquisas do Think with Google, 91% dos usuários pesquisam informações no smartphone enquanto realizam outras tarefas. Dessa forma, a usabilidade no celular é um diferencial, quando comparado com o desktop ou mesmo o notebook, devido a esse uso simultâneo.

Ainda que o público esteja mais predisposto a utilizar os canais digitais móveis para tarefas diversas, o investimento em mobile é apenas de 5%, o que indica a grande necessidade das empresas se adequarem a essas novas demandas.

2. Promover uma experiência de compra positiva

Outra razão pela qual o investimento em um site responsivo é benéfico para a empresa e o cliente diz respeito à experiência do usuário, ou user experience (UX). De acordo com o mesmo relatório do Google, 82% dos usuários de smartphones consultam os dispositivos enquanto estão em lojas escolhendo produtos. Entre eles, um em cada dez usuários altera a decisão de compra devido à pesquisa.

Assim, uma vez que a empresa não pode lutar contra essa tendência, ela deve preocupar-se em proporcionar uma experiência de compra positiva e que inclua a etapa de descoberta e consideração da jornada de compra. Ou seja, momentos nos quais o cliente ainda está realizando pesquisas para obter informações sobre o produto e não interessado em finalizar uma compra.

Um site que preze pela experiência do usuário deve privilegiar uma usabilidade em dispositivos móveis que não seja prejudicada pelo canal usado pelo consumidor, além de permitir e facilitar fases como conversão, fechamento do pedido, acompanhamento da entrega e pós-venda por qualquer canal, mobile ou não.

3. Proporcionar uma jornada de compra digital

A experiência de compra positiva está diretamente relacionada com a possibilidade de a empresa fornecer uma jornada de compra totalmente digital, portanto, que contemple desde a descoberta até o pós-venda.

Dessa forma, todas as ações devem poder ser realizadas nos dispositivos móveis com segurança e praticidade, pois quando o usuário fizer pesquisas, a empresa será uma opção real para ele concretizar o pedido.

A empresa deve analisar qual é o melhor tipo de conteúdo para o público-alvo considerando os recursos disponíveis no mobile. Assim, a jornada será de fato digital, sem etapas presenciais que possam prejudicar a experiência esperada pelo cliente.

4. Ter um bom ranqueamento nos sites de busca

Atualmente, o Google e os outros mecanismos de busca consideram o critério “site responsivo” para o ranqueamento das pesquisas realizadas pelos consumidores. Dessa forma, investir em um site mobile impacta diretamente as possibilidades de ranquear melhor nesses motores de busca.

Quanto mais bem posicionado o site no Google, mais chances de aumentar o tráfego, ter mais visibilidade online e atrair mais clientes. Para o consumidor, por sua vez, um site responsivo entre os resultados exibidos facilita a navegação e a experiência da pesquisa.

5. Melhorar o relacionamento com o cliente

Proporcionar um melhor relacionamento com o cliente também é uma das vantagens conquistadas por investir em um site mobile. De acordo com 69% dos consumidores, a percepção em relação a marca é impactada pela qualidade, timing e relevância das mensagens.

Para atender esses critérios, portanto, é essencial que as campanhas realizadas, seja de anúncios, mídias sociais, e-mail marketing ou outras, contemplem a experiência mobile. Com isso, o bom relacionamento com o cliente, que afeta a retenção e fidelização, é impactado pela capacidade do site de oferecer uma navegação relevante por meio dos dispositivos móveis.

6. Facilitar a atualização com o site responsivo

Entre as possibilidades atuais de integração está a de disponibilizar aplicativos com conteúdo de sites responsivos, de forma que o app represente apenas uma interface, entretanto o conteúdo se mantém no site.

Com essa tecnologia as necessidades de atualização de software do iOS ou do Android são reduzidas, sendo que as mudanças podem ser realizadas diretamente na página do site. Esse recurso evita a demanda recorrente por novas versões do app.

7. Manter um fornecedor com expertise

Um aspecto importante de quando a empresa deseja adotar um site responsivo é a escolha de um fornecedor com expertise tanto na tecnologia necessária para realizar essa atualização quanto no segmento de atuação, conhecendo melhor as demandas e particularidades relacionadas com o negócio.

Dessa forma, escolher e manter um fornecedor com expertise e que possa trazer as atualizações para a empresa, promovendo melhorias e tornando todo o processo ainda mais prático é um benefício proporcionado por esse tipo de investimento.

Com um parceiro com esse foco, a empresa pode direcionar os esforços para a área de atuação dela e deixar que profissionais capacitados estudem as melhores possibilidades de investimentos e otimizações a partir do escopo desejado.

Por mais que a popularização dos smartphones tenha feito com que muitos profissionais acreditassem que o desenvolvimento de um site responsivo fosse algo banal, a análise mais aprofundada das necessidades de cada empreendimento torna essencial uma escolha mais criteriosa do fornecedor visando alcançar os benefícios listados anteriormente.

Nem sempre um site adaptado para o mobile fornece a experiência necessária para atender as demandas dos clientes. Quer Mais dicas de negócios digitais? Assine nossa newsletter e fique atualizado!

5 dicas para melhorar o engajamento de clientes

Em qualquer negócio — independentemente do seu tempo de atuação no segmento, do seu porte ou da sua área de mercado —, o bom relacionamento com o consumidor é essencial para manter a saúde e a vitalidade da organização. E, nesse âmbito, objetivando expandir as operações, maximizar as performances e alavancar os resultados, algumas dicas para melhorar o engajamento de clientes são sempre muito bem-vindas!

Conceitualmente, é possível definir o verbo “engajar” como a ação de participar, de modo voluntário e colaborativo, de alguma coisa. No campo comercial, a interpretação não é diferente — podemos compreender o engajamento de clientes como a interação e o envolvimento estabelecidos, de forma relevante, com determinada marca.

Ademais, a importância da sua promoção para a geração de novas oportunidades de negócios e para a fidelização do público é inegável. Gostaria de entender o porquê e conhecer algumas medidas práticas que podem ser aplicadas na sua empresa? Continue a leitura do nosso artigo e confira!

1. Invista na experiência do usuário

O conceito de experiência do usuário diz respeito às sensações experienciadas na relação estabelecida entre o consumidor e a empresa, as quais exercem influência sobre a sua decisão de continuar — ou não — adquirindo os produtos e os serviços de determinada marca.

Compreendida essa abrangência, é possível perceber que a promoção de uma experiência positiva demanda muito mais do que uma atuação eficiente por parte da organização, englobando concepções mais complexas.

O ponto de venda, as redes sociais, o site institucional — todos são meios de relacionamento entre a empresa e o consumidor e requerem a prática de ações e a implantação de recursos que otimizem a interação do público com a marca. Sendo assim, como promover uma boa experiência para o usuário?

Inicialmente, é preciso ouvir o cliente. Dificilmente adiantaria, por exemplo, implementar uma nova função em um produto ou serviço sem compreender, de fato, o que os consumidores desejam. Assim, observe a principais reclamações e dúvidas do seu público e, depois, analise cada um dos pontos levantados. Por fim, partindo dessa coleta de informações, elabore um planejamento estratégico de melhoria para as suas entregas.

É possível — e até recomendável — selecionar um grupo de consumidores específicos, antes de lançar o novo modelo no mercado, para avaliar e comparar a versão atual e a anterior. O feedback foi satisfatório? Então, é hora de dar forma ao seu protótipo!

2. Varie o seu mix de ofertas

Para promover e manter o engajamento de clientes, é necessário entregar novidades em produtos e serviços com regularidade.

Ao acessar a sua loja virtual ou visitar o seu espaço físico e deparar-se sempre com as mesmas opções, o consumidor, desestimulado, perde o interesse em acompanhar e aguardar os próximos lançamentos.

Aqui, a dica é manter uma constante inovação e investir na rotatividade de produtos ou serviços. Mais uma vez, é importante observar o comportamento do público e ouvir o cliente, avaliando suas necessidades — muitas vezes, em constante mudança — e buscando atendê-las de forma eficaz, e não apenas padronizada, gerando valor.

Nesse ponto da estratégia, também é interessante lançar um olhar sobre a atuação da concorrência. Não falamos, no entanto, de copiar as práticas e as ações de outras empresas do mesmo segmento, mas de descobrir o que pode compor o seu diferencial no mercado.

3. Mantenha um atendimento de excelência

A relevância de um bom atendimento ao cliente, atualmente, já é reconhecida por organizações de diferentes ramos de atuação — e a elevação do nível de satisfação dos consumidores e o aumento do engajamento com a marca são apenas duas das infinitas vantagens que podem ser percebidas pelas companhias que implementam um serviço de relacionamento eficiente e cortês.

Em uma pesquisa desenvolvida pela US News And World Report, uma empresa especialista em comportamento do consumidor, por exemplo, foi constatado que 68% dos clientes não continuam a comprar em uma determinada companhia após receberem um mau atendimento ou um produto/serviço de qualidade questionável.

Aqui, não por coincidência, aplica-se a mesma orientação dada nos dois tópicos anteriores: estude o comportamento do seu consumidor e esteja atento ao que o seu público tem a dizer.

Ao entender as características dos seus clientes e compreender quais são as suas expectativas, é possível criar um atendimento personalizado e direcionado para a solução das dores da sua audiência.

Nessa etapa, certifique-se de estabelecer técnicas humanizadas de atendimento (esqueça a robotização e o acompanhamento inflexível do script) e de alinhar os funcionários do setor de relacionamento às propostas de transparência e empatia no trato com os clientes.

4. Monitore os seus resultados

Nesse estágio, é importante lançar um olhar sobre os resultados alcançados com a implementação das medidas práticas mencionadas até aqui.

O monitoramento periódico das métricas é o ponto-chave. Por meio dessa prática, é possível identificar eventuais gargalos e entraves que possam influenciar, de forma negativa, na promoção do engajamento de clientes, o que oportuniza a devida correção.

Para esclarecer melhor essa fase da atuação da empresa, tomemos como exemplo o serviço de atendimento ao cliente citado no tópico anterior. Nesse âmbito, dois possíveis indicadores são: o tempo médio de atendimento (TMA) — que compreende a duração média do serviço de suporte — e o tempo médio de espera (TME) — que considera a média do tempo aguardado pelo atendimento.

Ao analisá-los, é possível reconhecer a presença de lacunas na eficiência do serviço de relacionamento com o consumidor e eliminá-las, tão prontamente quanto possível, impedindo que a fidelização da audiência e a retenção do público sejam prejudicadas.

5. Utilize um serviço de chatbot

Para evitar a perda de espaço em um mercado visivelmente cada vez mais concorrido, é relevante considerar uma solução de automatização da interação estabelecida entre os clientes e a marca: os chatbots.

A implantação desses recursos — espécies de assistentes virtuais criados com base em softwares de comunicação automatizada — possibilita a entrega de um atendimento apropriado para suprir as particularidades de cada negócio.

Assim, com o intuito de garantir uma maior eficiência e impactar, de forma positiva, a experiência do usuário, sobre a qual já falamos nas linhas acima, é essencial investir na capacidade de resposta, por parte do assistente, aos questionamentos levantados mais frequentemente pelo seu público.

Compreenda que os chatbots, em regra, atuam em aplicativos de trocas de mensagens disponibilizados, por exemplo, nas páginas institucionais mantidas pela empresa, então, representam, muitas vezes, o canal de contato mais procurado pela audiência da marca — o que faz valer o esforço demandado para a sua otimização.

Melhorar o engajamento de clientes, como vimos, requer a implementação de algumas medidas pela empresa. Assim, colocando em prática as dicas que apresentamos neste artigo, você verá que é possível não apenas manter um bom relacionamento com o público, mas também desfrutar de todas as vantagens da fidelização e da retenção dos consumidores, como resultado dessa interação bem-sucedida.

Gostou do nosso conteúdo? Ele foi útil para você? Então, assine a nossa newsletter e tenha acesso a todas as nossas próximas publicações! Vamos lá!

Veja como reduzir o custo de aquisição de seus clientes

O CAC, ou custo de aquisição do cliente, refere-se aos recursos relacionados às vendas e ao marketing investidos ao longo do processo de atração e de conversão dos usuários. Você provavelmente já sabe que quanto maiores esses custos, menores são os lucros. Por isso, muitas empresas têm procurado reduzir esses gastos a fim de aumentar suas receitas.

Essa não é uma missão impossível. Utilizando as ferramentas e as estratégias certas, você conseguirá reduzir os custos de aquisição de clientes. Saiba como!

Medidas para a redução do custo de aquisição do cliente

Aumente as taxas de conversão

Em vez de manter os esforços em atrair mais usuários ou intensificar o tráfego no seu site, talvez seja mais interessante concentrar-se em converter esses visitantes em compradores. Para conseguir isso, é importante estar atento ao próprio conteúdo que você gera e na sua capacidade de engajar os leads.

Alguns dos elementos mais importantes neste momento são o layout do CTA, a relevância e a qualidade do material educativo que você disponibiliza e a estrutura dos seus e-mails marketing.

Aliás, o marketing por e-mail tem sido apontado como uma das ferramentas mais eficientes para aumentar as taxas de conversão. No entanto, não existe uma receita pronta. É necessário levar em conta uma série de fatores, principalmente o modelo de negócios e o perfil do seu público. Descubra o que mais funciona para a sua empresa. Não perca tempo para modificar as estratégias e, assim, otimize os resultados de conversão.

Invista em automação

Softwares de automação reduzem a necessidade e a quantidade de recursos humanos, o que diminui os custos com salários e outros encargos, por exemplo. Além disso, essas ferramentas aumentam a capacidade de geração e de análise de dados, emitindo relatórios detalhados sobre os leads, as conversões e muito mais. Essas tornam-se uma fonte rica de dados que podem e devem ser usados para a tomada de decisões.

A automação potencializa e muito as chances de aumentar as taxas de conversão e com isso reduzir os custos de aquisição de clientes.

Implemente cross-selling por meio de parcerias

É interessante aproveitar o que você já investiu inicialmente com o CAC para gerar mais vendas. Ao vender um item, é possível oferecer um serviço ou outro item que complemente a venda. Essa ação é conhecida como cross-selling, ou venda cruzada.

Vamos supor que a empresa tenha um custo de aquisição de R$ 30 para vender um computador em seu e-commerce. Ela vai gastar esse valor de toda forma, mas se a companhia coloca outros produtos para serem vendidos juntos, como um seguro de garantia estendida, ela ganhará aí também: terá uma comissão do seguro vendido. São dois produtos vendidos por um único custo de aquisição.

Para entender como essa estratégia pode ampliar os lucros, aproveitado o CAC que já foi investido, pense na venda de um produto com receita recorrente, como a assinatura de um serviço. Usa-se o custo de aquisição referente ao produto que vai ser vendido apenas uma vez — que no exemplo dado foi o computador — para gerar uma receita que pode durar 8, 10, 12 meses.

Note que, nesse caso da assinatura de um seguro, a compra do plano não é realizada direto na seguradora. Ao fazer um contato para uma contração de seguros, o consumidor vai cair em uma corretora parceira. Quando o cliente compra em um balcão de varejo, essa loja é um agente da seguradora, um realizador de vendas. Mas, ainda assim, há uma corretora que homologa esse processo.

No caso de vendas de seguro de carro, de casa ou de vida, sempre será um corretor que fará a venda, ainda que por meio de um intermediário, como a concessionária ou sua agência bancária. A seguradora nunca vende direto.

O que influencia na redução do CAC é que, mesmo vendendo por meio de um parceiro, há custos, incluindo a comissão do corretor, do e-commerce e do varejo. Quanto mais tempo o cliente conquistado ficar na base da seguradora e renovar o seguro, ou seja, ter uma persistência maior, mais o investimento se dilui. Isso é o correspondente no mundo dos seguros ao Lifetime Value.

Mas como essa conexão entre a seguradora e seus parceiros é possível, a fim de que ambas as empresas se beneficiem na redução do custo de aquisição do cliente? Vejamos.

Recursos plug and play: APIs e chatbots

Para viabilizar essa parceria, a seguradora precisa fornecer ferramentas para que o processo de venda e de integração do corretor ou do agente parceiro com seus sistemas seja mais fácil.

E essa integração não acontece somente até o ato da compra/contratação. Mesmo no caso da pós-venda, por mais que muitas vezes a seguradora assuma todo o suporte ao cliente do seguro, às vezes, o varejo e outros parceiros continuam fazendo uma parte e, por isso, precisam de ferramentas para manter a integração.

Esses recursos estão disponíveis agora de forma digital. Isso significa que você precisa estar preparado para ajudar seu parceiro, que pode ser um e-commerce, um varejo ou até mesmo uma empresa já imersa no mundo da tecnologia, como uma startup.

A comunicação ou a integração com esses parceiros ocorre via APIs (Application Programming Interface). Tratam-se de ferramentas que permitem a troca de dados entre softwares, plataformas, dispositivos, sites e outros sistemas de modo automatizado, sem a intervenção humana. Por exemplo, a contratação de um plano de seguro pode ser realizada por meio de APIs.

Assim, usando essa interface, a seguradora poderá disponibilizar ferramentas para o parceiro propor renovação do plano, cobrar pagamentos atrasados, implementar estratégias de recuperação de inadimplentes ou mesmo usar chatbots — softwares que funcionam como assistentes virtuais para realizar atendimentos aos consumidores. Dessa forma, é possível falar com mais clientes, por um custo menor e de forma mais acertada.

O resultado é que a seguradora consegue contribuir para que o custo de aquisição seja menor para ela e para o parceiro. Afinal, o meio digital, além de trazer conveniência, traz também rapidez, agilidade e satisfação para o cliente — tudo isso com um custo menor.

O papel de canais de relacionamento e parceiros de negócio

Esses recursos digitais são importantes mesmo quando a venda é realizada no balcão do varejo. A seguradora precisa fornecer sempre um canal fácil para receber as informações das vendas.

Por exemplo, se o vendedor da loja física ou do e-commerce vendeu hoje um seguro para um laptop, coloca-se um sinalizador, uma flag no sistema, para avisar à seguradora que o cliente adquiriu o seguro. No entanto, se esse usuário contatar a seguradora e não houver seu cadastro na base, o relacionamento com esse consumidor ficará abalado.

Quando o canal de comunicação é mais complexo ou demorado, via .txt, por exemplo, o lojista perde força de vendas. E se essa venda cruzada de seguros começar a dar muitos problemas para o varejista, ele vai achar o negócio pouco interessante e desistirá. Sendo assim, a integração precisa ser descomplicada, moderna e barata, especialmente para varejista menores e menos tecnológicos.

Essa onda da transformação digital no setor de seguros foi fomentada pelas Insurtechs, uma gama de startups que têm buscado integrar esse mercado aos novos recursos da tecnologia.

As Insurtechs têm esse papel de trazer ao cliente uma abordagem mais simples, digital e que precisa gerar atração. Para isso, é necessário investir em ferramentas digitais para reduzir seu custo de aquisição do cliente e aumentar a base de usuários. Quanto menor for o CAC da empresa, mais ela vai conseguir crescer.

Gostou das nossas dicas e quer receber mais informações? Então, assine a nossa newsletter e fique antenado com as novidades do setor!

Como as seguradoras têm lidado com a transformação digital?

Nos últimos anos, muitas seguradoras se viram obrigadas a adotar novas tecnologias e a alterar uma série de processos tradicionais, com a intenção de manter a competitividade perante os concorrentes e continuar crescendo.

O relacionamento com o cliente, por exemplo, sempre foi um papel do corretor de seguros — que era considerado o principal canal de vendas e um elemento indispensável nessa cadeia.

Porém, a transformação digital chegou a esse mercado e exigiu diversas adequações. A primeira grande inovação foi o surgimento das corretoras online, que oferecem simuladores para realização de cotações ― o que facilita a decisão pela contratação do seguro, oferecendo mais benefícios e custos menores.

Assim, o cliente ganhou mais autonomia e passou a buscar e comparar propostas, até encontrar um plano que atenda às suas necessidades e caiba no seu orçamento.

Vale lembrar que a praticidade e a agilidade são indispensáveis para alavancar as vendas pela internet. Por isso, é fundamental proporcionar uma experiência positiva para esse cliente ― garantindo comodidade, informação, segurança e um atendimento rápido.

A transformação digital revolucionando o setor de seguros

A tecnologia está revolucionando a maneira como o setor de seguros se relaciona com os seus clientes. Com as novas soluções, é possível oferecer mais conveniência e claro, serviços adicionais.

Entretanto, é preciso frisar que esse público está cada vez mais exigente. Assim, os canais de comunicação devem estar integrados, de modo que todos possam esclarecer uma dúvida ou registrar um sinistro, sem a necessidade de redirecionamentos.

Além disso, as seguradoras também precisam entender que os consumidores efetuam pesquisas regularmente, antes de contratar um seguro. Logo, os meios digitais devem fazer parte de uma estratégia maior, visando a geração de novas oportunidades de negócio.

Algumas tecnologias já provocam impactos significativos nesse setor, em especial, as mídias sociais, a internet das coisas, o Big Data, o Analytics e computação na nuvem ― que possibilitam diagnósticos mais completos sobre o perfil dos clientes. Essas análises são utilizadas a fim de embasar a elaboração de campanhas de marketing direcionadas, para a definição da cobertura do seguro e para a atualização do portfólio de produtos.

O foco no cliente

O foco da seguradora sempre deve estar na experiência do cliente. Para melhorar esse relacionamento, é preciso investir em facilidades, inovação, diferenciação e em preços justos.

Por isso, a análise de dados é tão importante. Com uma avaliação detalhada sobre informações coletadas nos meios digitais, é possível gerenciar a jornada desse cliente ― não apenas para minimizar os riscos, mas também, para fidelizar.

Esses dados também podem ser usados para descomplicar o dia a dia do segurado ― seja com opções de planos personalizados, com a oferta de descontos, com premiações ou com vantagens extras.

A preocupação com o público-alvo da seguradora deve conduzir todo o projeto de desenvolvimento do site e, também, a programação que envolve as postagens nas redes. De fato, o objetivo é permitir que a informação chegue com clareza a todos os potenciais clientes.

E, com a multiplicação dos aparelhos mobile, é cada vez maior o número de pessoas que utiliza apenas os celulares ou tablets para navegar na internet e para fazer compras. Por isso, é essencial que a página esteja adaptada a esses dispositivos, permitindo a visualização de todo o conteúdo disponível.

Além disso, é preciso frisar que uma venda não termina com a assinatura do contrato. O atendimento deve ser permanente. Portanto, o pós-vendas precisa ser impecável, incluindo consultas para medir os índices de satisfação e a criação de programas de fidelidade ― demonstrando que a seguradora busca aperfeiçoar seus procedimentos continuamente.

A jornada digital

Todos os usuários esperam encontrar um suporte adequado durante todo o processo de contratação de um seguro. Por isso, a seguradora deve conectar seus canais, para que essa jornada digital seja consistente e livre de interrupções.

Para tanto, é essencial criar um contexto a fim de que o atendimento seja rápido, dispensando repetições, burocracias ou formulários imensos. Assim, as respostas devem ser dadas já no primeiro contato, evitando encaminhamentos e desgastes para o usuário.

A transformação digital está atrelada a essa jornada, permitindo uma abordagem CJM (Customer Journey Management). Ou seja, com o gerenciamento de todos os canais, é possível garantir mais fluidez na comunicação, o que favorece a retenção e o engajamento dos clientes com a marca.

Assim, é preciso avaliar cada jornada individualmente e estabelecer classificações de acordo com os hábitos de consumo desse público. Com essa análise, é possível compreender e projetar as expectativas desses clientes e, então, definir ações efetivas e pontuais ― com a intenção de atender as demandas e gerar valor.

Com a popularização das plataformas e interações digitais instantâneas, tais como os aplicativos de mensagens, as redes sociais e os chatbots, a seguradora também deve reunir os canais virtuais e de voz em um só sistema ― de modo a dar mais robustez e confiabilidade ao processo de venda e pós-venda.

Porém, a empresa que se dispõe a atuar no mundo digital precisa reajustar todos os seus procedimentos internos, estabelecer novas políticas e normas de conduta, capacitar a equipe e preparar os atendentes para um novo padrão de atendimento ― a fim de que os problemas trazidos pelos clientes possam ser resolvidos imediatamente, proporcionando uma experiência extraordinária.

O relacionamento simples e personalizado

A transformação digital permite que os clientes tenham acesso a mais informação, usando mídias e sites para comparar preços e percepções de outros usuários. Paralelamente, esse público exige uma experiência omnichannel ― que centralize todos os canais e pontos de contato. Tudo isso, para ter a certeza de que está fazendo um bom investimento com a aquisição de determinado seguro.

Em linhas gerais, esse modelo de atendimento estreita o relacionamento entre a seguradora e os potenciais compradores. Com comunicações proativas e customizadas, é mais fácil criar e consolidar esse vínculo ― que pode ser duradouro e rentável.

O desafio das seguradoras é ampliar a participação no mercado e aumentar o faturamento. Para tanto, precisam explorar as novas tecnologias e utilizar com inteligência todos os dados digitais ― para entender e antecipar as novas carências e reivindicações desses clientes.

Quer saber mais sobre o uso da tecnologia na gestão das seguradoras? Então, siga as nossas redes sociais: estamos no LinkedIn e no Twitter.

Comitê da Camara-e.net quer difundir a cultura de insurtech no Brasil

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) já abrigava um comitê de seguros, liderado por Manoel Mattos. Diante da explosão de insurtech no Brasil, surgiu a idéia de fazer um retrofit no comitê e mudar seu nome para insurtech, um tema que caiu no gosto das seguradoras e investidores, contou ele ao blog Sonho Seguro. “Também queremos trazer as experiências internacionais para o Brasil, bem como levar a nossa experiência para o mundo”, afirma. “Temos vários casos de sucesso no país que precisam ser divulgados”, acrescenta.

Zobaran enumerou os principais desafios do comitê: educar empresas e pessoas que interagem nesse ecossistema; disseminar a cultura do seguro como necessidade; atuar como hub do setor, se fazendo presente em toda discussão relacionada às Insurtechs; criar um banco de talentos de pessoas que vejam o segmento como oportunidade de negócios e trabalho; produzir conteúdo; promover uma mudança de atitude e comportamento que aproxime mais as empresas seguradoras de seus clientes e de projetos/iniciativas que venham a resolver algum problema; e promover o intercâmbio com o mercado internacional, criando e participando de missões de conhecimento e negócios.

O evento também contou com a apresentação de projetos de duas startups da área de seguros e de empresas já consolidadas nesse mercado.

“O uso de machine learning, BD e Analytics possibilita que as empresas reúnam e analisem grandes quantidades de informações para criar oportunidades de ações que gerem valor para ela e para seus clientes”, disse Alessandro Maracajá, sócio-diretor da Solutions One, que foi convidada a falar sobre o papel-chave da tecnologia para as Insurtechs.

http://www.sonhoseguro.com.br/2017/09/comite-da-camara-e-net-quer-difundir-cultura-de-insurtech-no-brasil/

Veja como foi o 1º evento de InsurTech do Brasil

No último dia 18 de agosto, cerca de 400 executivos do setor de seguros e tecnologia se reuniram no InsurTech Brasil, em São Paulo, para discutir os desafios e o futuro das InsurTechs do Brasil. O evento contou com a participação de diretores, CEOs, executivos, empresários e especialistas da área.

De acordo com José Prado, fundador do Conexão Fintech e idealizador do projeto, além de firmar o posicionamento desse novo setor, o objetivo do evento é criar um ecossistema forte para que as startups ligadas ao mercado segurador no Brasil possam se conectar com as empresas do setor e, quem sabe, em um futuro próximo receber grandes investimentos como vem ocorrendo com estas startups no resto do mundo.

“No mundo inteiro Insurtech tem recebido grande atenção de investidores, empreendedores e do mercado segurador, mas aqui no Brasil não estávamos vendo este movimento acontecer. O setor tem se mantido estagnado apesar do crescimento de startups de seguros”, conta Prado.

Ainda segundo o idealizador do evento, “outro objetivo era colocar em um mesmo ambiente o mercado segurador (corretoras, seguradoras, distribuidores, etc), empreendedores de startups, Insurtech e apoiadores do ecossistema de startup, como aceleradoras e investidores, para mostrar o potencial de Insurtech, mostrar o que já está sendo feito no Brasil e o que vem sendo feito lá fora. O mais importante era fazer essas 3 personas diferentes se conectarem, trocarem cartões e começarem a ter uma agenda em comum. Para fomentar o ecossistema precisamos que estes três players conversem e tenham total sinergia”, completa.

Quem participou da InsurTech Brasil teve a oportunidade de debater e ter seu conhecimento aprimorado em temas como a geração de economia e eficiência operacional; a revolução na forma de pagamento; inteligência artificial; entre outros.

Palestrante da primeira edição do evento, Marcelo Blay, CEO e fundador da Minuto Seguros, fez ponderações sobre a equivocada linha de pensamento de que InsurTech seria apenas vender seguros online e tirar o corretor do negócio. Ele lembrou que é preciso ter uma sistema de atendimento e que os novos clientes ainda precisam de alguém que os ensine sobre seguros.

AAEAAQAAAAAAAA1yAAAAJDQ4ZWYyYjEzLTQ3ZGMtNDUzMi05MTM1LWQ2MmNjYTJkZTVlOQ

Um dos temais mais discutidos durante o evento foi a gama de serviços que ainda podem ser abraçados pelas startups. Leonardo Rochadel, da 020Bots, avaliou que o mercado de seguros está apenas despertando para as startups, e que ainda tem muito o que explorar.

Esteve presente no evento, o coordenador Geral de Tecnologia da Susep, Hugo Mentzingen, que esclareceu dúvidas da plateia e falou do ponto de vista do órgão que, de acordo com ele, “está atento quanto às mudanças do mercado” e às novas necessidades.

No mesmo painel, Ronaldo França, Diretor de Operações e Serviços na BNP Paribas Cardif, disse esperar do órgão regulador que participe do ecossistema das InsurTechs. França comentou ainda sobre suas expectativas para os programas que funcionam como “robôs” para fazer a avaliação de cada cliente individualmente. “Acho um barato. Ainda não estamos nesse estágio, mas estamos caminhando para isso”, afirmou.

AAEAAQAAAAAAAAuzAAAAJGUwYzBiN2NlLTE5ODEtNGY2Yy1iMWU2LTJhZmY5NjRlY2NlMQ

No painel sobre inteligência artificial, a validade dessa tecnologia para auxiliar as empresas de seguro a atingirem um novo público. De acordo com os participantes, a ferramenta é importante, mas ela sozinha não garante a segurança da companhia frete a fraudes.

Alessandro Maracajá, sócio-diretor da Solutions One, aponta como melhor solução criar um ecossistema em torno das companhias. Ele defende que a forma de promover essa revolução tecnológica não é sozinho, mas sim com a cooperação entre seguradoras e startups.

AAEAAQAAAAAAAA0EAAAAJDI4OWNlZDBhLTBkNmUtNDcyOC1iNGFlLTVlOTFhNDhjMjQ5MA

Durante todo o evento, ficou claro que a tecnologia terá papel importante na mudança na forma como os consumidores adquirem o seguro e realizam pagamentos em geral. Cristiano Maschio, fundador da Next.One, startup que atua em conjunto com seguradoras, contou que a solução encontrada pela sua companhia foi desenvolver uma plataforma que faz o cadastro da cobrança, como um débito em conta. Isso facilitou o pagamento por parte dos clientes. “Cabe muito mais a nós (InsurTechs) desenvolver a tecnologia do que às seguradoras”, defende.

O evento contou ainda com um painel sobre Blockchain. Fernando Wosniak Steler, CEO da Direct.One, defendeu que essa é a ferramenta mais indicada para substituir as assinaturas digitais utilizadas atualmente. Segundo Steler, o Blockchain propõe transparência nas operações evita falsificação e adulteração de informações, além da duplicação de gastos.

AAEAAQAAAAAAAAsrAAAAJDNjZDFmYzRkLTE3MzgtNDA2Yy1hNjlkLTE2NDM0ZjU1ZmE0NQ

Segundo o idealizador do evento, entre os principais ganhos de quem participou do evento está o conhecimento, já que, até então, existia um desconhecimento sobre a abrangência do tema InsurTech e o InsurTech Brasil conseguiu “abrir a cabeça” e mostrar toda a abrangência do tema.

Ainda de acordo com Prado, o evento foi desenhado para que os participantes se conectassem uns com os outros. “Esse é o ponto mais importante se quisermos criar este ecossistema e evoluir a conversa para mais do que um dia de evento” afirma. O evento contou com a participação de mais de 50 startups e a maioria delas deram feedbacks sobre reuniões marcadas pós evento.

AAEAAQAAAAAAAAnwAAAAJDU3ZmNkM2RkLTk2Y2MtNGE1NC1iNmViLWMxZTZmZGI1NWY4MA

Essa foi apenas a primeira edição do evento. A edição de 2018 já tem data marcada, mas e será divulgado em breve. Em outubro Prado viajará aos Estados Unidos para fechar parcerias internacionais para o próximo evento.

Além disso, acontecerão os Insurtechs Talks, eventos menores onde serão tratados temas específicos. Para completar, estão acontecendo conversas com empresas do setor para levar o tema e as startups para dentro destas companhias, ajudando assim a fomentar parcerias e a inovação dentro da empresa.

“O InsurTech Brasil é mais do que um evento, é um projeto de longo prazo para fomentar inovação e empreendedorismo no setor de seguros” ressaltou Prado no fechamento do projeto ao mostrar as próximas iniciativas e convidar todos as empresas a se evolverem neste projeto.

https://goo.gl/apkRsu

Back-end: o verdadeiro desafio das seguradoras e InsurTechs brasileiras

O desafio de oferecer seguros mais acessíveis e focados na experiência do usuário não é apenas uma mudança cultural, mas sim de infraestrutura de informação – para ser mais específico, back-end. Uma das maiores dificuldades que as InsurTechs precisam vencer para realmente inovar as seguradoras no Brasil.

Aliás, esse é um erro que InsurTechs cometem: para gerar vendas e acumular receita, investem muito em marketing digital, mídias sociais e relacionamento, mas acabam não dando a devida atenção ao funcionamento técnico do serviço e/ou produto que oferecem.

O resultado é que, para o consumidor, tudo parece bonito quando vê a proposta da empresa, o layout do aplicativo a promessa de um seguro fácil e descomplicado. Mas na hora de contratar o seguro, tudo é meio parecido com o que já conhecemos: lento, burocrático e custoso.

Como destaca Alessandro Maracajá, CEO da Solutions One, empresa que busca resolver este problema das insurtechs e seguradoras em geral, as seguradoras devem adequar toda a infraestrutura técnica por trás da empresa (o que em tecnologia chamamos de back-end) para lidar com ferramentas como machine learning e inteligência artificial.

“Não adianta, por exemplo, ter um chatbot que atende o cliente na hora, mas funciona apenas como uma busca de respostas prontas. Se ele não conversa de verdade com os sistemas internos da empresa, o bot vira uma peça de marketing e não um diferencial para o usuário.”

Em outras palavras, não é fácil revolucionar um mercado centenário como o de seguros, mas mudar apenas sua carapaça pode atrasar ainda mais essas mudanças e deixar o consumidor mais descrente com a indústria.

Por que as InsurTechs e segurados não investem em back-end?

Em geral, as seguradoras têm dificuldade em investir no back-end por dois motivos:

  • A empresa é muito conservadora, e por questões culturais e de compliance não investem em ferramentas digitais como cloud computing e machine learning.
  • É muito trabalhoso montar, completamente do zero, um back-end com foco em serviços digitais.

Embora essas duas situações demandem investimento e muitas vezes um líder com olhar mais disruptivo, ao abrir mão do investimento em back-end as InsurTechs deixam de explorar todo o potencial e soluções inovadoras que podem oferecer aos usuários.

Para Alessandro, a única forma de uma insurtech inovar hoje é montando uma seguradora do zero ou criando parcerias (camadas) digitais para seguradoras tradicionais, mas que estão abertas à renovação do back-end e, consequentemente, à experiência do usuário.

Trov, por exemplo, é um ótimo exemplo de como toda insurtech deveria funcionar:

Confira a entrevista completa concedida pelo CEO Alessandro Maracajá para a Conexão Fintech falando sobre os desafios das seguradoras e Insurterchs no Brasil.

http://conexaofintech.com.br/insurtech/back-end-o-verdadeiro-desafio-das-seguradoras-e-insurtechs-brasileiras/