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Como vender seguro de proteção financeira?

Entender a importância de como vender seguro de proteção financeira é fundamental para incrementar a oferta de serviços de um empreendimento. Com formatos de apólices que variam de acordo com as empresas e as necessidades do cliente, esse modelo de contratos visa trazer uma segurança para os compromissos do dia a dia.

Esse tipo de seguro pode oferecer coberturas em casos de desemprego, invalidez, afastamento temporário do trabalho e até em caso de óbito. Por isso, entre seus principais atributos, o seguro de proteção financeira traz ao contratante a tranquilidade de ter seus compromissos sempre pagos em dia.

Seja um imóvel ou automóvel, mensalidades escolares, entre outros, ao contratar esse serviço, você terá a garantia do pagamento total ou parcial de financiamentos, prestações e outros gastos cotidianos.

Neste artigo, explicaremos o que é, como funciona e as principais dicas de como vender esse tipo de seguro. Confira!

O que é um seguro de proteção financeira?

Criado com o objetivo de assegurar financeiramente o cumprimento de responsabilidades, o seguro de proteção financeira é um serviço que protege os segurados para casos de falecimento, desemprego, invalidez acidental temporária ou permanente.

Por exemplo: um profissional autônomo se acidentou e precisa honrar com as mensalidades escolares do filho. Com a contratação de um seguro de proteção financeira, é possível optar por planos que garantem esses pagamentos por períodos definidos em contrato.

Essa é uma forma segura de, em casos de imprevistos, manter a credibilidade e a vida financeira em dia.

Como funciona o seguro?

Em casos de doença, demissão ou acidente, o seguro garantirá o pagamento de três a seis prestações ou mensalidades, variando de acordo com a apólice contratada. Quando a situação for de falecimento ou invalidez permanente, as empresas oferecem a possibilidade de um seguro com até 12 meses de garantia.

Esse modelo de seguro, no entanto, tem algumas restrições, como nos casos de demissão voluntária. Caso o contratante tenha aderido a um programa desse tipo, ele não terá direito à cobertura do serviço.

Existem ainda ressalvas para motivos ligados à morte e invalidez. Se o afastamento ou falecimento for decorrente de doenças preexistentes e, se no caso de mulheres, houver alguma complicação em partos ou tentativas de aborto, o segurado não terá acesso aos benefícios do seguro.

Também não serão garantidas as coberturas de acidentes ocasionados pelo uso de entorpecentes e de práticas ilícitas.

Quem pode ser segurado?

Hoje, o seguro de proteção financeira pode ser contratado por homens e mulheres entre 18 e 65 anos. Existem empresas que ampliam a faixa de adesão para até 75 anos, contudo, como os gastos operacionais são mais altos nesses casos, essas apólices costumam ficar inviáveis por conta de seu valor elevado.

Em alguns casos, ter um emprego com contratação em regime CLT é um pré-requisito para aderir ao programa. No entanto, já existem empresas que oferecem o serviço para profissionais autônomos. Assim, é uma forma de acompanhar um novo movimento no mercado de trabalho brasileiro, com modelos de contratos cada dia mais flexíveis.

É importante reforçar que, em sua maioria, as coberturas garantidas pelo seguro de proteção financeira têm carências que devem ser respeitadas. Esses períodos variam de acordo com a empresa e a apólice contratada.

Outro ponto que merece atenção é: toda cobertura desse tipo de serviço só é vigente para acertos posteriores ao contrato. Sendo assim, se você contratou um seguro em julho, só poderão ser quitadas dívidas a partir dessa data.

Quais são as vantagens para as empresas parceiras?

Mesmo com um cenário econômico mais estável, o país ainda não se encontra em crescimento e isso gera desconfiança no mundo financeiro. Para as empresas, ter a garantia de que seus consumidores pagarão suas faturas e parcelamentos em dia é essencial para trazer segurança na hora de fechar um novo negócio.

Pensando por esse viés, disponibilizar um seguro de proteção financeira pode trazer tranquilidade para sua empresa no momento de prospectar novos clientes e fechar novos contratos. Além disso, essa é uma forma bastante eficiente de transmitir segurança para o consumidor no momento de fazer uma grande compra, aumentando a taxa de conversão no seu negócio.

Ao firmar uma parceria com uma seguradora qualificada, ofertando esses produtos para sua base de clientes, é possível receber uma porcentagem pelas vendas efetuadas. Dessa forma, ter um seguro de proteção financeira em seu mix de produtos também é uma ótima forma de aumentar a receita da sua empresa.

Quais são os benefícios para o consumidor?

Hoje, ainda temos um grande índice de desemprego no país, além de uma tendência que torna os modelos de contratação descentralizados mais comuns. Esse cenário de incertezas pode ser um bom argumento para convencer o consumidor a contratar um seguro de proteção financeira para garantir a quitação de parcelas de um financiamento, por exemplo.

Entenda a seguir as principais razões que tornam essa decisão muito importante.

Honrar os compromissos

De maneira geral, com as contas e o custo de vida crescendo a cada dia, todos estão suscetíveis a viver situações de complicação financeira. Com o intuito de trazer a tranquilidade para esses momentos o seguro de proteção foi criado e é, hoje, a forma mais simples de manter seus compromissos sempre em dia e se ver livre da inadimplência.

Padrão de vida

Esse modelo de serviço existe para ajudar a manter o padrão de vida. Portanto, ao contatar uma empresa especializada em seguros de proteção financeira é fundamental saber quais são as necessidades da família.

Bonificações

É comum no mercado de apólices de seguros que as empresas ofereçam brindes, sorteios e até assistência técnica residencial ou um convênio com estabelecimentos credenciados.

Como vender o seguro de proteção financeira?

Buscar uma empresa qualificada é o primeiro passo para quem deseja incrementar sua oferta de serviços vendendo seguros de proteção financeira. Graças ao auxílio de um parceiro, é possível desenvolver um bom discurso de vendas, explorando todo o potencial que esse tipo de produto oferece.

Uma boa seguradora pode entender como seu consumidor se comporta e adequar a oferta para as necessidades da sua empresa. Além disso, um parceiro capacitado estará apto a disponibilizar toda a estrutura referente à implantação, gestão e pós-venda dos produtos.

Lembre-se de que seu cliente mantém uma relação de confiança com sua empresa, portanto é fundamental trabalhar ao lado de uma parceira capaz de transmitir essa segurança.

Aliando técnicas de venda, desenvoltura e conhecimento das necessidades do seu cliente, saber como vender seguro de proteção financeira será ainda mais simples!

É importante lembrar que as configurações dos produtos podem ser diferentes por cada seguradora. Leia sempre o seu contrato de adesão e tire suas dúvidas antes da contratação!

E você, o que achou das nossas dicas? Entre em contato conosco e saiba mais sobre o seguro de proteção financeira!

M-commerce: como vender mais no e-commerce mobile?

O Brasil fechou o ano de 2017 com 236,5 milhões de telefones celulares, o que significa uma proporção de 113,52 celulares para cada 100 habitantes, segundo números da Anatel. A quantidade enorme de linhas telefônicas ativas no país demonstra o quanto estamos imersos na tecnologia móvel o tempo inteiro — e o crescimento do m-commerce é apenas um resultado natural de uma população cada vez mais conectada e ávida pelo consumo rápido e acessível por meio dos smartphones.

Todo esse cenário abre os olhos dos gestores de lojas virtuais, que precisam agir rápido e garantir que suas páginas estejam acessíveis e competitivas diante da concorrência. Por isso, vamos ajudar você a se destacar com o seu m-commerce, com todas as informações necessárias e dicas matadoras para sua loja vender mais no e-commerce mobile. Acompanhe!

Foque no mobile

Mobile first é o mantra do momento. Esse conceito é importante a fim de se entender a importância dos usuários de dispositivos móveis para o seu comércio eletrônico. Mobile first significa pensar na sua página para celulares primeiro, sites responsivos com desdobramentos para outros dispositivos, como tablets e computadores desktop com telas grandes.

Isso porque as pessoas estão cada vez mais utilizando seus poderosos smartphones para as tarefas do dia a dia, diversão e consumo de conteúdo. Celulares fazem parte das nossas vidas o tempo todo, e sem sequer perceber, continuamos conectados 24 horas por dia, bastando sacar o aparelho para acesso instantâneo à web.

Antes, se falava em ter uma versão mobile para cada website. Hoje, os sites são projetados para dispositivos móveis em primeiro lugar. Isso é mobile first, uma mudança de conceito e de mentalidade coerente com o momento da tecnologia em que vivemos. Somente entendendo esse novo momento é que será possível melhorar as páginas e lojas para o m-commerce, com ações relevantes a fim de aumentar a conversão de usuários mais exigentes a cada dia.

Otimize o seu site mobile

Diante do panorama competitivo que descrevemos acima, é preciso ter um e-commerce de alto desempenho por vários motivos: garantir o engajamento dos clientes, ser eficiente para gerar vendas e aparecer bem colocado nas buscas relacionadas aos seus produtos e serviços.

Seu m-commerce precisa ser de rápido carregamento, independentemente da qualidade da conexão com a internet. Isso garante que o usuário não desistirá no meio do processo de compra, além de tornar a sua navegação mais suave, sem interrupções e travamentos desagradáveis. Isso também ajuda a aparecer melhor nas buscas do Google, que privilegia sites que consomem menor transferência de dados para favorecer a experiência do usuário.

Um e-commerce otimizado para dispositivos móveis tem uma navegação simples, confortável para se fazer com a ponta dos dedos, e deve reagir não só ao toque mas também a movimentos de segurar e arrastar. Lembre-se de que esse tipo de utilização é bem diferente de quando é usado mouse e teclado. Facilitar a navegação é o primeiro passo para converter mais no m-commerce.

Aumente a conversão no m-commerce

Vamos então às melhores práticas para potencializar ainda mais a conversão de usuários de dispositivos móveis do seu e-commerce.

Use botões grandes

Já falamos que nos dispositivos móveis é imprescindível garantir o conforto da navegação com a ponta dos dedos. Isso, basicamente, significa utilizar botões bem posicionados e grandes o bastante para os dedos de adultos selecionarem facilmente apenas a opção desejada.

Não se esqueça: mobile first! A navegação de sites em desktops é normalmente baseada em menus, com botões que podem estar dispostos de maneira vertical e horizontal e reagem ao cursor parado em cima da área clicável, o chamado mouse over. Nada disso funciona em celulares e tablets, o que deixa mais claro ainda o motivo de pensar no site primeiro para os dispositivos móveis, com estrutura e fluxos de navegação simples e pensados para usar as mãos em vez de teclado e mouse físicos.

Trabalhe com cuidado os links dos textos

Os hiperlinks, por outro lado, não favorecem muito a usabilidade em telas sensíveis ao toque. Nos acostumamos a usar palavras como âncoras clicáveis em páginas de texto, mas em dispositivos móveis elas podem se tornar um obstáculo quando o foco é aumentar as vendas.

Páginas cheias de botões e links exigem uma diagramação que considere espaços entre esses elementos para não dificultar a navegação, aumentando as taxas de conversão do seu site.

Deixe a busca sempre ao alcance dos dedos

Nada como uma busca bem localizada para fazer seus clientes encontrarem o que precisam de forma rápida e fácil.

Principalmente em um m-commerce, que pode ter milhares de produtos disponíveis! O que nos leva à próxima dica focada em aumentar as conversões no e-commerce.

Facilite a comparação de produtos

Além da busca, a comparação de produtos favorece muito a navegação em smartphones, porque oferece ao usuário uma ótima ferramenta para se decidir pela compra ao ajudá-lo a tirar suas dúvidas rapidamente.

Quando o consumidor tem dúvidas, frequentemente desiste do processo de compra, pensando em continuá-la depois — ou pior, procura outro e-commerce para ter certeza.

Elimine etapas dispensáveis

O funil de conversão de um m-commerce não pode se tornar um dificultador, um obstáculo a ser vencido. Uma boa prática para a usabilidade é quebrar formulários em etapas menores, mas multiplicar o número de passos necessários para um cliente concluir a sua compra nunca é bom.

Aposte em um fluxo eficiente para o seu cliente, desde a página do produto até o checkout. Estude os funis de conversões no Google Analytics para entender se existe alguma etapa em que a desistência é maior, e solucione o problema.

Se houver campos demais, ou informações desnecessárias nos formulários de cadastro, elimine. Deixe apenas o essencial, e depois consiga mais informações sobre o seu cliente aos poucos, oferecendo descontos para quem completar seu cadastro, por exemplo.

Aposte em menus curtos

Em telas pequenas, é melhor não inserir muito texto ou opções demais nos menus. Este é um dos maiores desafios que surgem quando o assunto é mobile first: a navegação deve ser intuitiva, o que é difícil de alcançar.

Pense bem na categorização de itens do seu m-commerce, pois isso torna a busca do usuário mais fácil, e a navegação entre os itens mais prazerosa e produtiva. No mobile, ainda mais do que nos computadores de mesa, dificuldades para navegar em menus complicados significa aumento na taxa de rejeição e redução das conversões.

Mais simples é sempre melhor

Escolha sempre o caminho da simplicidade, o famoso “menos é mais”. Quando a experiência de compra é simples, o visitante se torna cliente e volta depois. A ideia é que as pessoas possam comprar e navegar pelo seu site sem perceber a interface e sem a interferência de elementos que desviem a sua atenção do principal objetivo: a conversão.

Na dúvida, lembre-se disso. Simples é sempre melhor!

Gostou dessas ideias para vender mais no m-commerce? Confira também 5 dicas para melhorar a presença do seu negócio nos canais digitais e continue se informando mais sobre o assunto!

8 práticas para aumentar a arrecadação anual de seu negócio

Aumentar a arrecadação anual é um objetivo de praticamente qualquer empresa. Um faturamento maior pode simbolizar uma operação mais bem-sucedida e, especialmente nos anos em que são feitos muitos investimentos, é um indicador mais fiel do sucesso comercial do que o lucro.

A arrecadação anual, ou receita bruta, não é o mesmo que o lucro anual da empresa. Ela é calculada com a soma de todos os valores que entraram no fluxo de caixa da companhia ao longo do ano pela realização da sua atividade comercial. Já o lucro é a receita menos a soma de todos os custos e impostos.

Neste artigo, selecionamos 8 práticas que podem ser adotadas para aumentar a arrecadação anual em um negócio. Conheça todas!

1. Conquiste mais clientes

A forma mais simples de aumentar a receita bruta é investindo na conquista de mais clientes. Normalmente, isso será feito com um investimento maior em publicidade e divulgação dos produtos e serviços da empresa.

Em negócios com setores de marketing amadurecidos, é usual que já exista um cálculo pronto para o custo de aquisição de clientes (CAC) médio, o que facilita o dimensionamento do investimento necessário para conquistar mais consumidores.

E apesar da tendência de que o CAC fique maior à medida que a oferta de potenciais clientes é reduzida pelo próprio sucesso da empresa, é possível explorar novas técnicas de divulgação e vendas e tecnologias inovadoras para minimizar esse custo.

2. Aumente o valor do ticket médio

Uma outra forma de conseguir uma arrecadação anual maior é maximizando o ticket médio da empresa. O ticket médio é a média de quanto cada cliente gasta por evento de compra, uma métrica especialmente valiosa para o varejo.

As técnicas para aumentar o ticket médio envolvem uma ampliação da oferta com base nas demandas do cliente. E as duas principais formas de fazer isso são o upselling e o cross-selling.

O upselling consiste em sugerir ao consumidor um produto ou serviço superior em substituição ao que ele está considerando no momento. É como quando uma operadora de telefonia sugere um plano com mais internet, ou quando o atendente do fast-food pergunta se o cliente quer uma batata maior.

Já o cross-selling é a oferta de produtos suplementares ao que está sendo comprado ou já foi adquirido pelo consumidor. No fast-food, é quando o atendente sugere uma sobremesa, ou quando a operadora de telefonia oferece um seguro para o telefone do cliente.

3. Maximize a retenção

Também é possível conseguir uma arrecadação maior com uma retenção maior dos clientes. Normalmente será bem mais barato prolongar o relacionamento com o consumidor do que investir tudo na aquisição de novos clientes.

Um público fidelizado realizará novas compras ao longo do ano e, assim como os novos clientes, vão contribuir positivamente para os resultados financeiros anuais da organização. E em sistemas que envolvem pagamento recorrente, como seguros ou assinaturas de serviços, a retenção é extremamente importante para o sucesso da empresa.

4. Ajuste os valores dos produtos e serviços oferecidos

Uma das ferramentas que uma empresa tem à disposição para alterar a sua arrecadação anual é o ajuste dos preços de produtos e serviços oferecidos.

Mas é um erro acreditar que apenas inflacionar os valores pode resultar em uma ampliação da receita bruta: muitas vezes esse ajuste pode causar a perda de clientes e diminuir o faturamento.

Ainda que essa decisão consiga efetivamente aumentar o lucro em um período curto, ela pode corroer a base de consumidores e se tornar insustentável no longo prazo.

E, apesar de ser um evento mais raro, o ajuste de preços para baixo com a intenção de ampliar a base de consumidores também deve ser feito com cuidado: mesmo se aumentar a arrecadação anual, essa medida reduzirá os lucros e pode resultar em prejuízos, se for feita de forma inconsequente.

5. Adote soluções de pagamento inteligentes

Ofereça diversas formas de pagamento para os seus clientes e não corra o risco de perder uma venda por não ser capaz de aceitar o meio de pagamento de um consumidor.

Mesmo a melhor estratégia de marketing e as técnicas de venda mais eficientes podem ser desperdiçadas se no momento final da conversão o cliente simplesmente não tiver um meio adequado para efetivar a compra.

Ter uma solução de pagamentos inteligente pode simplificar esse processo, automatizar burocracias e garantir que todas as compras sejam finalizadas com sucesso.

6. Tenha uma política de cobranças estruturada

Em qualquer negócio que ofereça assinaturas de serviços, compras no prazo e pagamentos recorrentes, existe um risco real de inadimplência dos clientes. E uma forma de aumentar a arrecadação é minimizando essa inadimplência com uma política de cobranças bem estruturada.

É importante desenvolver técnicas para lembrar os clientes de pagamentos atrasados de forma automatizada, antes que isso se torne um problema maior, e pensar de forma estratégica quais são as formas mais eficazes de negociar dívidas e recuperar o prejuízo causado pelos inadimplentes.

Com uma política de cobranças bem estruturada e aliada a uma ferramenta de automação, é possível também reduzir os custos de uma operação de cobranças e maximizar a sua eficiência financeira.

7. Otimize os processos de vendas

Além de servir para reduzir os custos operacionais, a otimização dos processos de vendas da empresa podem resultar em mais conversões e, consequentemente, uma arrecadação bem maior.

Invista em treinamentos e capacitações para a equipe de vendas e também em softwares que vão automatizar a parte burocrática do trabalho, o que estimulará a produtividade do setor, potencializando a operação.

Com um processo de vendas otimizado, a empresa consegue vender mais com menos custos, aumentando não apenas o faturamento, como muito provavelmente os lucros.

8. Escale a operação com novas lojas e equipes de vendas

O crescimento da operação é uma tendência natural para empresas bem-sucedidas. Mas pode ser um desafio escalar o negócio, especialmente quando isso envolve a abertura de novas lojas e a ampliação da equipe de vendas.

Quando uma empresa amplia seus pontos de vendas, é esperado que a sua arrecadação anual aumente, mas existe um custo para desenvolver a operação e, em um primeiro momento, esse investimento pode superar a receita bruta.

Por isso, é crucial ter um bom planejamento estratégico desenvolvido sob uma análise mercadológica para guiar a expansão do negócio. Dessa forma, além da arrecadação anual maior, o lucro também crescerá.

Gostou dessas 8 dicas para aumentar a arrecadação anual? Então, compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e divulgue essas boas práticas!

Como aumentar a arrecadação mensal em seguros?

É fato que, no Brasil, o mercado de seguros vem se aperfeiçoando continuamente. A competitividade entre os players do setor é cada vez maior e o público-consumidor está bem-informado sobre os produtos e serviços oferecidos. Esse é um ambiente favorável ao crescimento, mas como aumentar a arrecadação mensal de uma seguradora?

Uma visão simplista do setor apontaria para a necessidade de, no mínimo, equilibrar o total faturado com os prêmios que são pagos durante o ano. Sabemos que essa não é uma solução que viabiliza o crescimento, portanto devemos buscar oportunidades inovadoras e criativas que ofereçam o aumento da arrecadação.

Continue a leitura e saiba como aumentar a arrecadação mensal da sua seguradora.

Ofereça produtos personalizados de acordo com o público

Antigamente, as seguradoras se limitavam a oferecer produtos como o seguro de vida, de automóvel e proteção para o lar. Vivemos em outra realidade, com necessidades e expectativas muito distintas daquelas dos nossos pais e avós. Por isso, os produtos personalizados podem servir de grande impulso para a arrecadação mensal da seguradora.

Os portadores de diabetes, por exemplo, podem ser atendidos por um seguro especial que garante desconto no preço de medicamentos. Já os casais homoafetivos, que muitas vezes enfrentam o preconceito da população e das empresas em que trabalham, podem garantir a dignidade financeira em caso de morte.

Outro público, muito maior e cada vez mais ativo na sociedade, é o feminino. As mulheres têm necessidades próprias que podem ser garantidas por meio de um seguro voltado para elas. Ao olharmos por essa ótica de públicos segmentados, você também encontra os viajantes — muitos países exigem o seguro-viagem na liberação dos seus vistos.

Como havíamos dito anteriormente, as necessidades atuais são diferentes. Recentemente, a Apple lançou o iPhone X, um smartphone que será vendido por R$ 7.799. Os donos de um aparelho assim, e de outros cujo valor é elevado, podem contar com a proteção de um seguro, afinal ter um smartphone é algo essencial na atualidade.

Busque parcerias com empresas de outros segmentos

Muitas seguradoras têm fechado parcerias com empresas pertencentes a outros segmentos, como as lojas de departamento e as instituições bancárias. Por meio de contratos mais simples e com preços menores, essas empresas oferecem diversos modelos de seguros para os seus clientes.

O consumidor, frequentemente, se depara com essas ofertas quando se dirigem ao caixa, por exemplo, de uma grande loja de roupas. Nela, o funcionário oferece o cartão da loja, apresenta as vantagens e convida o cliente para aderir à solução. Com o cartão, são oferecidos planos de saúde, odontológicos, seguros de vida e desemprego.

Por uma taxa muito baixa, paga mensalmente por meio do cartão da loja ou do banco, o cliente tem acesso a um produto personalizado e dentro do valor que ele consegue arcar. Algumas seguradoras de automóveis têm feito isso, oferecendo uma assistência não tão ampla, mas com serviços essenciais, como resgate ou recarga na bateria do carro.

Essa parceria com empresas de outros segmentos permite a expansão da seguradora em novos e promissores mercados, fazendo com que ela alcance um público muito maior do que aquele atingido pela tradicional rede de corretores. Trata-se de um público interessado em soluções personalizadas e que podem ajudar a aumentar a arrecadação mensal da seguradora.

Faça uma boa gestão de leads

A era digital está entre nós, portanto o modo de atrair e reter clientes não é mais o mesmo de alguns anos atrás. Além de aumentar a base, as seguradoras devem se preocupar em manter nela os clientes que são atendidos. Nesse aspecto, a gestão de leads é uma solução eficaz e de baixo custo.

O lead, no marketing digital, representa o potencial consumidor que demonstrou interesse por um produto ou serviço da sua empresa. Ele demonstra esse interesse por meio da cessão de dados pessoais e de contato em um formulário — geralmente em troca de um conhecimento sobre um determinado assunto ou assinatura de newsletter.

Se o lead é aquela pessoa que já demonstrou interesse pelo seu produto, você já imaginou como ele chegou a esse estágio? Vamos voltar alguns pontos atrás. Antes de ser lead, o potencial consumidor era apenas um estranho que navegava pela internet. De repente, ele foi impactado por uma necessidade própria ou um anúncio da sua seguradora.

No caso da necessidade, esse estranho pode ser alguém que vai viajar para o exterior e descobriu que ter um seguro-viagem é altamente recomendado — principalmente para o país ao qual ele se destina. Ao buscar esse termo na internet, pode ter sido apresentado a uma das soluções da sua seguradora.

Quando o estranho está navegando pela internet e se depara com um anúncio da sua empresa, ele também pode ser impactado e levado ao próximo estágio desse funil de vendas: a conversão para visitante. O anúncio, no caso, pode ter sido entregue porque a pessoa tem as características similares às do público-alvo da propaganda.

Eis que, de estranho, o consumidor passou a ser visitante do seu site, entrando no ciclo de vendas. Para atraí-lo e mantê-lo, será necessário oferecer conteúdo de topo de funil, ou seja, uma espécie de isca que estimule a relação entre vocês. Se ele consegue resolver pequenos problemas por meio do seu blog ou canal no YouTube, por exemplo, surge a confiança que o encaminhará para a próxima etapa: o meio de funil.

Nesse momento, o conteúdo que a sua seguradora produz deve ser mais aprofundado, para estreitar a relação entre vocês. Por fim, no fundo de funil, serão oferecidos os conteúdos que somente serão entregues em troca dos dados pessoais e de contato — exatamente para que a sua equipe de corretores aborde o cliente.

Para uma eficiente gestão de leads, a sua seguradora precisa saber vender bem os produtos que tem e investir no relacionamento com as pessoas que visitam o site, o blog e até as redes sociais. Faça quantos follow-ups forem necessários para esclarecer dúvidas, oferecer novos conteúdos e estimular essa relação.

Todas as interações entre a seguradora e os leads devem ser acompanhadas por meio de um histórico, controlado ativamente. Desse modo, torna-se possível saber em que estágio cada lead está e quais são os próximos passos que serão dados. Isso é necessário para estudar o lead, analisar o seu comportamento e traçar uma estratégia eficaz.

Um software de gerenciamento de leads é fundamental nesse processo, bem como outras soluções digitais que visam aumentar a arrecadação mensal ou anual de uma seguradora, trabalhar de forma otimizada o pós-venda e gerar maior engajamento com o público. A era digital oferece novas possibilidades de negócio, portanto cabe a você decidir quais soluções farão parte do portfólio da sua empresa nessa jornada rumo ao crescimento.

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8 dicas para melhorar a venda de seguros para o varejo

A venda de seguros massificados tem aumentado no mercado brasileiro. Com o varejo oferecendo opções diretas para os clientes finais, eles precisam adquirir elementos adequados, com boa qualidade e que atendam aos seus interesses. Com isso, a venda de seguros para o varejo vem se tornando uma possibilidade cada vez mais interessante.

Ao mesmo tempo, é preciso buscar soluções para melhorar esse processo, inclusive usando a transformação digital. Assim, é viável obter o máximo de rentabilidade e retorno, de forma a consolidar uma atuação de sucesso e qualidade.

Nesse aspecto, há alguns pontos que precisam ser compreendidos. Conheça, a seguir, 8 dicas para colocar em prática a fim de melhorar a venda de seguros para o varejo. Acompanhe!

1. Explore as necessidades quanto à venda de seguros para o varejo

Para dar início ao processo de vendas de forma estratégica, é preciso começar explorando as exigências dos clientes varejistas. É importante compreender, por exemplo, qual é o tipo de cobertura que faz sentido para cada caso.

Uma loja de eletrodomésticos provavelmente estará mais interessada em oferecer a garantia estendida para os compradores. Outras podem recorrer a opções como seguros de vida e com a cobertura de riscos diferenciados.

Para melhorar a atuação, portanto, é interessante entender quais são essas necessidades e interesses, de modo a realizar ofertas adequadas.

2. Entenda a jornada digital do cliente

As compras online são cada vez mais comuns e isso acontece até mesmo em relação aos seguros. Empresas podem buscar opções massificadas online, com o fechamento das vendas sendo a única etapa que é feita presencialmente, por exemplo.

Portanto, é indispensável compreender como ocorre a jornada digital do cliente. Nesse caso, é importante visualizar questões como a busca de informações de quem compra. Em geral, os consumidores procuram se inteirar sobre o tema, então pode valer a pena contar com uma produção de conteúdo relevante.

Boa parte dos tomadores de decisão também estão nas redes sociais. Sendo assim, é preciso marcar presença nesses canais, de modo a garantir o máximo de interação e aproveitamento das oportunidades.

Ao compreender o caminho que o consumidor percorre, portanto, é possível agir com maior efetividade, conquistando as vendas.

3. Foque em oferecer conveniência e segurança

Para que a jornada digital seja concluída corretamente, é fundamental que os clientes possam contar com dois aspectos principais: segurança e conveniência. O primeiro elemento é indispensável para garantir uma atuação consistente e que proteja dados e recursos financeiros.

Já o aspecto voltado para a conveniência traz praticidade e aumenta a facilidade de aquisição da solução. Ter elementos que oferecem uma boa experiência de usuário é algo adequado nesse sentido, de modo a ampliar as chances de realizar a venda de seguros para o varejo.

Tais questões contribuem para uma abordagem ainda melhor, diminuindo os esforços necessários para fechar negócio.

4. Utilize a automação de atendimento inicial

Outro recurso que pode e deve ser empregado tem a ver com o primeiro contato com o possível cliente. Uma vez que o varejista entra no site em busca de informações sobre seguros, por exemplo, é importante que haja uma interação já nesse ponto.

Para não ser necessário ampliar a infraestrutura e a equipe, o ideal é fazer uma automação do atendimento. O uso de chatbots é especialmente recomendado nesse momento, permitindo que o cliente tire dúvidas e solicite determinadas informações.

Além de tudo, é uma forma de entender melhor as exigências de quem chega até o site, bem como de fortalecer o contato inicial.

5. Segmente a atuação para vendas

Com a coleta de informações iniciais sobre as necessidades, é adequado realizar uma segmentação de abordagem. Isso significa dividir o mercado em grupos, de acordo com determinadas características, como área de atuação do varejo ou interesses.

A grande vantagem de fazer isso é que as ações se tornam efetivas e direcionadas. Desse modo, há um melhor aproveitamento das oportunidades, gerando maiores chances de consolidar a venda de seguros para o varejo.

Além disso, o trabalho segmentado exige menos esforços e acelera o processo, trazendo ótimo aproveitamento de recursos.

6. Aproveite o retargeting

Em muitos casos, ainda mais digitalmente, é comum que os decisores sobre a compra precisem pensar sobre a etapa. Ao adquirir seguros massificados, o empreendimento fará um grande investimento e, por isso, precisa ponderar.

Porém, toda navegação deixa rastros. Mesmo que uma pessoa não forneça dados específicos, de maneira propriamente dita, ela pode ser identificada. Com isso, uma ótima possibilidade é realizar o retargeting.

Essa abordagem consiste em apresentar ofertas e páginas já visitadas por uma pessoa em outros espaços publicitários, como nas redes sociais e em banners em outros sites. Como o usuário já conhece o seu site, trata-se de algo que pode estimulá-lo a fechar negócio mais rapidamente.

7. Não se esqueça das regras estabelecidas por lei

Ao mesmo tempo, é fundamental que tudo aconteça de maneira legal. Quando se fala em seguros, algumas das regulamentações são recentes, então é necessário ficar de olho nesse ponto.

A venda casada, por exemplo, não é permitida, tanto para o varejo quanto para o cliente final. Portanto, é importante orientar os varejistas sobre isso e criar pacotes que não levem a essa questão.

Também é necessário ter atenção com a oferta de seguros registrados e autorizados, permitindo que haja total regularização quanto a essa atividade.

8. Realize um pós-vendas de qualidade

Para garantir o máximo de satisfação, fidelização e boas recomendações por parte dos clientes, o processo não acaba quando o negócio é fechado. É preciso ir além, oferecendo uma experiência condizente e que favoreça o sucesso.

Sendo assim, é necessário estruturar um pós-vendas. Ele deve incluir uma atuação consultiva, em que os varejistas possam recorrer à empresa em busca de suporte e orientação sobre como usar os produtos de seguro corretamente.

Também é importante estar disponível para realizar um acompanhamento, oferecendo todo o apoio necessário para que o cliente atinja seus objetivos. Ao agir dessa forma, a abordagem se torna muito mais consistente e satisfatória, estimulando a conclusão de novas conversões no futuro.

O uso dessas orientações favorece a venda de seguros para o varejo, simplificando o processo e aumentando o seu retorno. Com planejamento e atuação personalizada, os resultados tendem a ser ainda melhores.

E aí, as informações foram úteis? Então, compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude outras pessoas a entenderem o assunto!

Veja por que usar um chatbot em seu e-commerce

Com o avanço da tecnologia e das diferentes formas de consumo atuais, o cliente também mudou bastante o jeito como interage com as empresas. Hoje, por exemplo, esperar muito para ser atendido ou para ter uma reposta sobre qualquer tipo de dúvida já não é bem-aceito pelos consumidores. Por isso, pensar no chatbot em e-commerce é uma ótima solução.

Caso você não saiba o que são os chatbots, aí vai: eles são a união perfeita entre o chat online e a inteligência artificial dos robôs. Ou seja, essa ferramenta é capaz de ler, responder e, principalmente, interagir com humanos — no caso, seus clientes — por meio de mensagens de texto online. Incrível, não é?

Com tanta praticidade que os chatbots oferecem, é realmente válido pensar em usar a tecnologia em favor do seu negócio. Quer saber mais motivos para investir na ideia? Confira!

Otimizam o atendimento

Imagine que você tem à disposição dos consumidores uma equipe com 50 pessoas para atenderem as demandas que venham via chat online. Mas esse número de colaboradores não é suficiente, por exemplo, em períodos de grande movimento, como a época do Dia das Mães, Black Friday, Natal etc. Como fazer então para não deixar os clientes esperando?

Com a ajuda dos chatbots! Eles são capazes de responder às perguntas básicas e mais simples sem precisar da ajuda dos seus funcionários. O que auxilia bastante a não sobrecarregar a sua equipe e deixar os colaboradores focados apenas nos casos mais complexos e que exijam, de fato, a atenção de um humano.

E isso ainda permite a você economizar, pois não precisará contratar mais mão de obra para o atendimento online do seu e-commerce.

Aumentam bastante a abrangência

Se você tem considerado aumentar os canais de atendimento aos clientes, mas estava pensando em como fazer isso sem investir muito, mais uma vez, optar pelo chatbot é uma ótima opção para o seu negócio. Pense que você pode ampliar o contato com os consumidores em plataformas como as redes sociais, e-mail, telefone etc.

Os bots são perfeitos para essas tarefas e, de novo, você não precisará perder tempo e dinheiro na busca por mais profissionais que façam esse trabalho. A equipe pode ser bem mais reduzida e dar conta de todas as solicitações sem problema algum!

Ao mesmo tempo em que você consegue expandir o seu atendimento, reforça a sua presença em todas as esferas disponíveis na internet. Não se esqueça de que as mídias sociais, por exemplo, fazem parte do dia a dia da vida dos brasileiros e são um dos canais mais poderosos de vendas e de aproximação com os clientes — e isso vale também para a área de seguros, viu?

Mostrar que você está bem-preparado para atender os consumidores nas mais diferentes plataformas é, com certeza, mais um sinal de credibilidade, confiança e sofisticação para o seu negócio!

Permitem o atendimento 24 horas por dia

Esse é, sem dúvidas, um dos grandes diferenciais dos chatbots. Estar online 24 horas por dia é ter a certeza de poder atender o seu cliente quando ele precisar. E vale lembrar que, com o ritmo acelerado da vida das pessoas hoje em dia, é comum que muitas compras de produtos ou serviços aconteçam fora do horário normal de expediente, que costuma ser das 9h às 18h.

Então, ampliar esse atendimento é ganhar e fidelizar mais clientes, que se sentirão muito bem-atendidos por você. Mesmo que algumas solicitações sejam um pouco mais complexas, o fato do consumidor ser respondido quando ele quer já conta bastante e faz o seu negócio saltar à frente da concorrência, viu?

O resultado disso é o aumento das suas vendas e uma melhor experiência para o cliente que, diga-se de passagem, vai adorar saber que não precisa esperar até o dia seguinte para entrar em contato com você! A personalização desse atendimento também faz parte e envolve ainda mais o comprador, que se sentirá especial e bem-cuidado pela sua empresa.

Recuperam inadimplentes

E o que dizer desse outro benefício que o chatbot em e-commerce é capaz de trazer? Enquanto a sua equipe está trabalhando para melhorar o atendimento dos clientes e cuidando de casos que demandam mais atenção, os bots podem se antecipar e ir tentando contado com os consumidores inadimplentes.

Assim, você não perde nada, muito pelo contrário, eles serão aliados fundamentais aos seus funcionários que têm como objetivo principal conseguir negociar com os compradores que estão em falta com a sua empresa. Às vezes, o chatbot pode até mesmo fazer todo o processo de negociação sem problema algum e de um jeito fácil e descomplicado!

Aqui ainda vale ressaltar que o chatbot pode atuar fortemente na renovação de contratos e serviços. Muitas vezes, o cliente só precisa dar uma confirmação para seguir com você, e o bot faz essa tarefa de um jeito superágil!

Reforçam o retargeting

Outra ótima vantagem no uso de chatbot é a forma como eles potencializam o retargeting, ou seja, se mostram presentes depois de uma pesquisa feita pelo cliente sobre o produto ou serviço que ele precisa naquele momento. Nessa situação, é importante ressaltar que a tecnologia ajuda mais do que você imagina!

Portanto, é realmente vantajoso apostar nos bots também como aliados perfeitos nessa tarefa, agindo como verdadeiros lembretes para que o cliente volte para o seu e-commerce e, quem sabe, finalize a compra daquilo que ele precisa.

Como você pôde notar, a tecnologia pode e deve ser uma parceira para alcançar os seus objetivos, principalmente, no que se refere a presença da sua marca na web. Lembre-se de que são muitos os concorrentes nos tempos de hoje e conseguir um diferencial no atendimento ao cliente é um dos melhores caminhos para tê-los sempre com você.

Então, usar o chatbot em seu e-commerce é um passo importante e que deve ser explorado ao máximo, mas sempre com muita atenção e inteligência, viu? Não adianta ter a ferramenta à sua disposição e não saber exatamente como usá-la da melhor maneira possível. É preciso entender de que forma ela vai ajudar você, combinado?

E aí, gostou das dicas? Então, compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude com que mais pessoas conheçam os chatbots!

O consumo de produtos de seguros mudou: veja o que as Insurtechs têm a ver com isso

O consumo de produtos de seguros mudou muitos nos últimos anos devido à evolução tecnológica e ao desenvolvimento de novos modelos de negócios. Isso é evidenciado pela maior influência das Insurtechs, organizações que estão modificando completamente a maneira como as pessoas adquirem soluções na área de seguros. Tudo graças a serviços e ferramentas digitais práticas, ágeis e confiáveis.

Adiante, separamos características dessa modalidade de startups e explicamos quais são seus principais impactos no comportamento dos clientes, bem como em todo o setor de seguros. Confira!

O que é uma Insurtech?

Insurtech é um termo originado da mescla da palavra “insurance” (seguro) com “technology” (tecnologia). No fundo, uma Insurtech é uma startup, só que voltada ao mercado de seguros, ou seja, uma organização que oferece produtos e serviços dessa área. Ela pode trabalhar com aplicações, softwares, equipamentos e outras tecnologias para ofertá-los aos consumidores, entregando maior agilidade, comodidade e mobilidade.

As Insurtechs se assemelham às Fintechs, startups da área financeira, as quais empregam tecnologias para oferecer serviços desse segmento. Elas também ditam o modo como as Insurtechs estão funcionando e se consolidando no segmento de seguros, fornecendo parâmetros e boas práticas, uma vez que estão mais estabelecidas no mercado.

Qual é a influência das Insurtechs no setor de seguros?

Os consumidores estão mais conscientes e mais exigentes graças ao aumento, nas últimas décadas, da comodidade e da qualidade na prestação de serviços de empresas de vários segmentos, principalmente por causa da tecnologia. Dessa forma, eles esperam o mesmo da área de seguros, embora seja um segmento normalmente tradicional, burocrático e engessado em seus processos.

Para atender essa demanda, as Insurtechs estão trabalhando com maior foco na experiência de seus usuários, deixando um pouco de lado margens elevadas de lucros, que podem não se sustentar no médio e longo prazo. Isso porque, caso mantenham a forma de trabalho antiga, a tendência é a perda de clientes ao longo do tempo.

É preciso ressaltar que as pessoas estão querendo cada vez mais uma maior acessibilidade financeira aos planos, redução significativa de burocracia e maior personalização das apólices e serviços prestados. Para atender essas reivindicações, a atuação das Insurtechs vai desde a melhora da experiência dos clientes na aquisição de seguros, passa pelo estímulo a soluções mais inovadoras e chega até a ampliação do mercado para indivíduos que antes não conseguiam contratar seguros.

Isso se dá pela entrega maior de facilidade ao acesso desses serviços, especialmente por conta de dispositivos móveis, e à redução de valores possibilitada por terem estruturas mais enxutas e otimizadas. Dessa forma, seus custos fixos são menores do que os das seguradoras convencionais, o que justifica preços de produtos e serviços menores.

Tudo isso ocasiona um efeito benéfico ao setor, pois o público em geral passa a avaliá-lo mais positivamente, além de se tornar maior e mais diversificado.

Quais estratégias estão empregando no meio digital?

O setor de seguros é marcado pela complexidade, burocracia e regulação extrema. Além disso, tem processos ultrapassados, sendo boa parte manual e repetitiva. Tais aspectos dificultam a inovação e a adoção de práticas melhores e mais dinâmicas. Por outro lado, o ambiente dentro das Insurtechs é mais fluido, proativo e criativo, principalmente por causa do meio digital.

Nele, é possível entregar serviços customizados graças a sistemas que mapeiam comportamentos e necessidades dos clientes, bem como fazer vendas digitais mais rápidas e volumosas. O meio online abre um leque de possibilidades, pois é possível fechar contratos de seguros em diversas regiões do país.

Também dá para melhorar o atendimento ao cliente com o uso de mensageiros instantâneos, chatbots e mensagens via redes sociais. Além disso, o consumidor consegue solicitar um serviço com poucos cliques em seu smartphone, contratar um seguro online e tirar suas dúvidas em questão de segundos, sem que precise enfrentar filas e burocracia.

Outro ponto importante é o pós-venda no ambiente virtual, o qual pode ser feito com maior eficiência e velocidade. Depois da conclusão de uma venda de algum produto, dá para se contatar o cliente para saber como está sendo sua experiência de consumo, solicitar avaliações e até oferecer serviços adicionais que gerem maior valor. Tudo isso em apenas alguns minutos.

É importante destacar que a demanda por seguros tende a se diversificar na proporção em que novos perfis de clientes surgem no mercado e na medida em que as tecnologias possibilitam diferentes formas de interação. Aliado as esses fatores, temos a chegada de tecnologias que prometem alterar profundamente as interações comerciais nos próximos anos, como a Inteligência Artificial, o Blockchain e a Internet das Coisas (IoT).

O que as seguradoras tradicionais podem fazer para se ajustar a esse processo?

Segundo a pesquisa “Opportunities await: How InsurTech is reshaping insurance”, feita pela PwC e divulgada em 2016, 3 em cada 4 organizações de seguros creem que partes de seus negócios têm riscos de serem interrompidos pelas inovações disruptivas das Insurtechs.

Isso significa que o mercado já está atento às mudanças no consumo de produtos de seguros e à influência das Insurtechs nas formas de se comercializar apólices e demais serviços. Para se proteger da perda de consumidores e das quedas nos resultados, é importante que o investimento em inovação tecnológica seja um dos principais focos do negócio.

Ainda segundo esse mesmo estudo, 28% das seguradoras entrevistadas afirmaram ter parcerias com essas startups, enquanto que, perto de 14%, participam em empreendimentos da área ou em programas de incubadoras. Aquelas organizações tradicionais que não conseguem se modernizar têm nas parcerias uma maneira de aproveitar as vantagens das Insurtechs.

Dessa forma, futuramente poderão ocorrer muitos acordos e trocas de experiências entre tradicionais players do mercado e esses empreendimentos disruptivos. Tal aspecto certamente possibilitará serviços cada vez mais alinhados às necessidades dos clientes, o que será importante para muitas dessas empresas se manterem no mercado e conseguirem diferenciais competitivos.

E aí, gostou de saber sobre a influência das Insurtechs e como o consumo de produtos de seguros foi impactado por essas startups? Quer mas informações sobre o assunto? Então, siga as nossas redes sociais: estamos no LinkedIn, Twitter e Facebook!

Seguro online: como funciona esse novo modelo de negócio

Uma pesquisa feita pela PwC, em 2016, revelou que apenas 3,4% dos consumidores brasileiros nunca compraram online. Mais do que isso, o mesmo estudo mostra que o percentual de brasileiros que compram frequentemente pela web já supera o das compras físicas.

Mas engana-se quem acha que o consumo em lojas virtuais se refere apenas a roupas e eletrônicos: 42% dos brasileiros já admitem, por exemplo, comprar um carro 100% pela internet. Se esses brasileiros aceitariam adquirir um automóvel pela web, por que não comprariam um seguro online?

O setor securitário não pode deixar que a tecnologia faça com ele o que os aplicativos de carro particular fizeram com os táxis. Se a nova geração de consumidores é digital, não faz sentido continuar comercializando apólices como nos anos 70. O mundo mudou e as empresas que não se adaptarem aos novos canais digitais tendem a ser devastadas pela “seleção natural” do mercado.

Entenda agora por que é necessário abrir os olhos para o novo e promissor mercado de seguro online!

Você quer ser acelerador da transformação digital ou ser acelerado por ela?

As sucessivas quedas nas vendas de seguro auto estão muito mais ligadas a uma mudança no perfil dos novos consumidores (que passaram a dar preferência ao transporte alternativo) do que propriamente à retração na venda de veículos.

Essa é apenas uma das transformações no comportamento dos novos clientes do setor de seguros. Enquanto a situação acima descrita exige verticalização, com a criação de unidades de negócios diferentes e um portfólio mais diversificado, o fato de a maioria das compras ocorrerem com base na web exige uma migração mais agressiva das seguradoras e corretores para o ambiente virtual. E isso vai muito além de ter um app.

Segundo dados do 1º Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste (1º Conseg-NE), de 2016, a influência do mundo digital nas vendas físicas de seguro é cada vez maior: 20% dos negócios fechados em lojas são precedidos de visita online, sendo que 50% dessas visitas ocorrem no mesmo dia da compra. Esse é o processo de transição para uma mudança definitiva para a compra de seguro online.

Qual é o contexto da transformação digital no mercado segurador?

O primeiro elemento do setor que vem sendo transformado pela tecnologia é a precificação. Afinal, na área de seguro auto, por exemplo, não faz sentido que um jovem de 20 anos com um veículo esportivo pague mais caro por um seguro do que uma mulher de 35 anos que tem um carro popular e dirige usualmente de forma irresponsável. O mercado já sabia há décadas que era preciso personalizar, mas faltava tecnologia. Agora não falta mais.

Muitas seguradoras já trabalham com implementação de sensores nos veículos (em uma fusão de tecnologias como Big Data e IoT), em que tais dispositivos capturam dados, que são enviados aos sistemas da seguradora.

Lá, serão agregados com outros dados (como estatísticas de roubos da região) para gerar um valor mais justo na contratação ou renovação do seguro. Informações captadas e trabalhadas por algoritmos estão mudando a forma de precificar seguro no Brasil.

Mas as inovações no setor vão muito além dessa perspectiva. Oferecimento de planos personalizados, trabalho com redes neurais, aprendizado de máquina para análise de documentação ou sinistro e, sobretudo, seguro online (disponibilização do produto 100% digital durante todo seu ciclo de vida), são algumas das novidades que quem é corretor ou gestor em seguradoras, não pode ignorar.

Insurtechs x seguradoras: qual é o seu modelo de negócios?

Nos últimos anos, não foram poucos os mercados que foram colocados de cabeça para baixo com o surgimento das startups e de seus novos modelos de negócios, mais enxutos, mais próximos do consumidor, mais tecnológicos e mais inteligentes.

Que nos testemunhem as grandes administradoras de cartões de crédito, cujas receitas vêm sendo terrivelmente maculadas pelo surgimento das fintechs, que oferecem cartões sem anuidade, sem necessidade de abertura de conta bancária e imersos em um ambiente totalmente digital. Para muitas instituições financeiras, é tarde demais para tentar uma reação.

Passado o furacão das empresas high tech no setor financeiro, a palavra de ordem nas mesas redondas e discussões de negócios é insurtech. A diferença é que o termo não trata apenas de startups que desafiam o status quo das empresas tradicionais.

Muito além, trata-se tanto dos novos entrantes (startups) quanto das seguradoras redesenhadas pela transformação digital, que adaptaram todos os seus processos e produtos para o ambiente virtual. E veja bem: isso vale para as vendas, para o atendimento de sinistros, bem como para o procedimento de renovação de apólices. Não se trata apenas de vender.

Seguro online como um novo modelo de negócio?

Muitas seguradoras já estão migrando para o ambiente virtual. E isso não quer dizer apenas marketing digital. Estamos falando de uma dinâmica inteiramente focada no e-consumidor, desde o trabalho com sentiment analysis nas redes sociais (para conhecer melhor seus potenciais clientes), passando pela venda digital do produto, até a inserção da mobilidade na interação entre segurado e seguradora. Isso é vender seguro online.

O problema é que muitas empresas do setor ainda armazenam dados estratégicos em planilhas do Excel. Esse descompasso entre os players do segmento pode culminar em um processo de desaparecimento dos concorrentes mais atrasados. Avaliação de sinistralidade no setor securitário se faz com dados; e em plena era dos negócios digitais, não é possível prescindir de soluções como Big Data, machine learning ou Internet das Coisas.

Mas para que essa transformação conceitual se materialize, é evidente que sua seguradora precisa trazer para seus processos internos algumas ferramentas, como as que descreveremos abaixo.

Quais são as soluções que podem acelerar a transformação digital?

Na era do seguro online, existem diversas estratégias a fim de criar novas oportunidades de vendas com ferramentas digitais. Uma delas é usar a inteligência artificial para melhorar e reduzir custos com o atendimento ao cliente. Você pode usar chatbots ativos para trabalhar projetos de retarget (clientes que abandonaram sua loja física ou virtual sem comprar nenhum produto), renovação, upgrade e cross-selling.

Ainda na área de vendas, há também a possibilidade de trabalhar chatbots receptivos, os quais podem ser acionados de maneiras variadas, como com botões, QR Codes ou simplesmente serem hospedados em páginas de redes sociais (fortalecimento das ações de marketing digital). E o melhor, tudo devidamente alinhado à Resolução 294/2013 do Conselho Nacional de Seguros Privados.

Mas as soluções digitais na área de seguros não se limitam às vendas. Todo o processo de análise de sinistro pode ser realizado com o auxílio de aplicações baseadas em inteligência artificial cognitiva e machine learning. Por melhor que seja sua equipe de backoffice, é evidente que não há como chegar nem próximo dos níveis de produtividade e eficiência de uma máquina baseada em IA.

O resultado, portanto, é a liberação de valores com muito mais rapidez, análises com maior nível de precisão (eliminando eventuais prejuízos por fraudes) e redução drástica de custos na seguradora.

Bom, você percebeu neste artigo que seguro online é um caminho inevitável no setor, mas também que isso envolve muito mais do que fechar apólices pela internet. Quer sair na frente de sua concorrência e preparar sua seguradora para o furacão que a Indústria 4.0 está na iminência de provocar no segmento securitário? Entre em contato conosco e saiba como acelerar sua empresa em direção ao futuro!

Como fazer a contratação de seguro por meio de APIs?

A cada dia o mundo apresenta novas soluções em tecnologia que visam trazer mais segurança, melhores custos operacionais para as empresas e comodidade para os usuários. Seguindo essa tendência, as APIs chegaram a fim de oferecer agilidade e revolucionar diferentes setores como o e-commerce, os games e até mesmo a contratação de seguros, conhecida por seus processos longos e burocráticos.

De forma resumida, as APIs são códigos desenvolvidos com o intuito de automatizar metodologias e estabelecer a comunicação entre diferentes plataformas. Seu principal objetivo é simplificar a integração entre sistemas se adequando ao perfil dos usuários e necessidades requeridas por determinadas interfaces.

Neste artigo, explicaremos para você o que são APIs, suas aplicações e como elas podem auxiliar no mercado de seguros. Acompanhe!

O que são APIs?

Relacionamentos, trabalho, consumo e informação. A cada dia as pessoas estão mais conectadas ao mundo virtual. Certamente, você já deve ter ouvido falar das APIs e mesmo sem saber ao certo o que é, com certeza já fez uso dessa tecnologia mais de uma vez.

Com origem do inglês “Application Programming Interface”, o termo API diz respeito às ferramentas que possibilitam a troca de informações entre diferentes sistemas. De modo geral, essas interfaces funcionam como fios condutores que conectam computadores, sites, aplicativos e outros dispositivos sem que seja necessária uma intervenção humana.

Essas programações são desenvolvidas para possibilitar que uma empresa ou site crie e forneça códigos com a finalidade de interagir e se associar a outras companhas, sites ou desenvolvedores. Para que isso de fato aconteça, é preciso que organizações e startups liberem suas APIs com o intuito de que outros profissionais possam adaptá-los e desenvolver novos serviços que serão integrados a eles.

Por meio das APIs é possível conciliar aplicações e outras ferramentas para serem usadas de acordo com a forma que se adéque melhor às necessidades de determinado público ou instituição.

Por exemplo: as programações de uma API permitem que os usuários realizem processos dentro de uma interface e, sem que as pessoas sequer percebam, uma série de comandos são executados para conectar diferentes servidores e mecanismos. Graças a essa tecnologia é possível realizar uma compra ou a contratação de um serviço pela internet de forma simples e totalmente automatizada, captando e transmitindo informações de servidores distintos.

Quais são os principais tipos de APIs?

Atualmente, o mercado dispõe de APIs públicas ou privadas que podem ser usadas em qualquer dispositivo que tenha conexão com a internet. Seu uso independe de sistema operacional, por exemplo. Isso possibilita o desenvolvimento de modelos de negócios com mais agilidade e com perfis cada vez mais inovadores.

As públicas são aquelas de uso livre ou que permitem aos desenvolvedores adquirir seus serviços por um determinado limite de acessos. O mercado estima que, hoje, existam cerca de 15 mil APIs públicas. Já as privadas são aquelas desenvolvidas exclusivamente para uso de uma empresa. Criadas sob medida para as instituições, essa modalidade é utilizada a fim de alimentar e automatizar seus processos internos.

Conheça alguns exemplos

Como já vimos anteriormente, as APIs são utilizadas nos mais diferentes canais e suportes, sendo eles do mundo digital ou até mesmo em sistemas operacionais, podendo ser aplicados nos mercados de B2B ou B2C.

A seguir, separamos alguns dos exemplos mais conhecidos de empresas e serviços que utilizam esse recurso para aprimorar seus negócios e criar melhores experiências para seus usuários.

1. Windows

Dentro do sistema existem aplicativos como a função relógio. Nesse caso, uma API será responsável por exibir essa função dentro de outros aplicativos do programa ou incorporar novas funcionalidades às já existentes no mecanismo de relógio.

2. Google Maps

Esse talvez seja um dos melhores exemplos do que é e como funciona uma API. Ele dispõe de uma complexa codificação que permite a usabilidade de sua interface de mapas em diferentes plataformas, servidores etc. Para esses casos, existe um código original que pode ser adaptado para o uso de acordo com as demandas de cada audiência. Graças aos códigos fornecidos pelo Google Maps, por exemplo, aplicativos como 99, Uber, Correios ou Cabify podem integrar o serviço de geolocalização do Google às suas interfaces.

3. Decolar

Toda a informação transmitida aos usuários por meio do site de viagens foi antes verificada por uma API que comparou os dados com os de outras empresas parceiras da plataforma. A cada nova consulta de preços, por exemplo, uma série de APIs são acionadas para verificar questões como valor, data, horário, disponibilidade e companhias aptas a oferecer determinado serviço.

4. UPS

A companhia especializada em logística para entregas tem o Shipping API, uma programação que permite a integração de serviços de frete dentro de um e-commerce. Esse recurso é a solução perfeita para empresas que precisam integrar diferentes prestadores de serviços de entrega.

5. Buscapé

O portal disponibiliza em seu portal para desenvolvedores o acesso à sua API de comparação de preços, permitindo a utilização de sua base de produtos, que pode ser usada em aplicativos, sites ou plugins.

Como a contratação de seguro se beneficia com o uso de APIs?

Para muitos contratantes, renovar ou cotar um novo seguro para casa, carro ou de vida pode ser um verdadeiro tormento. Esse momento exige o envio de uma infinidade de dados e informações, e essa burocracia faz com que os processos sejam desgastantes e demorados.

No mercado de seguros, as companhias que já começaram a pensar na integração de seus sistemas darão muitos passos à frente da concorrência.

Pela ótica das empresas, o aumento da capilaridade perante o mercado está entre os principais setores impactados pela automatização dos processos no segmento de seguros. Esse conceito remete à abrangência que o seu negócio tem no mercado em que atua, e a melhor forma de alcançar esse resultado é criando uma rede de parceiros sólida e integrada.

Já pelo viés dos consumidores, sejam eles de B2B ou B2C, oferecer a digitalização dos seguros e a integração de sistemas por meio de APIs cria experiências mais amigáveis para os usuários. Essa automação permitirá às empresas criar métodos de pagamento, monitoramento pós-venda e contratação muito mais dinâmicas, além de reduzir os custos operacionais com essas transações.

No sentido da automatização de processos, o setor de contratação de seguro ainda está muito atrasado. Em sua maioria, as empresas investem pouco, ou quase nada, em tecnologia da informação. Contudo, por meio da implantação de APIs, o segmento pode dar grandes saltos em termos de desburocratizar metodologias e acompanhar as transformações no comportamento de consumo do público.

E você, o que achou deste artigo? Quer conhecer mais sobre APIs e como aplicá-las no mercado de seguros? Entre em contato conosco e tire suas dúvidas!

Entenda como chatbots podem melhorar o mercado de seguros

A tecnologia está modificando a maneira como os consumidores realizam suas compras e, principalmente, como se relacionam com as empresas. Diante dessa nova realidade, é fundamental investir na transformação digital, integrando essas soluções ao modelo de negócio.

Assim, é possível modernizar e automatizar uma série de processos internos, o que garante mais eficiência e produtividade para a operação. Afinal, uma gestão competente e enxuta precisa manter o foco na redução de custos, na racionalização de recursos e no crescimento das receitas.

Essa transformação também deve atingir as seguradoras, que podem utilizar essas tecnologias de maneira inteligente ― visando sempre um atendimento mais ágil, o incremento nas vendas e o aumento da rentabilidade.

Nesse sentido, os chatbots se destacam no mercado, pois são capazes de produzir resultados bastante positivos no contato com os clientes e, por isso, já fazem parte de muitas estratégias comerciais ― que costumam abranger anúncios, campanhas de marketing e ações de retargeting.

Assim, é preciso entender melhor o que são os chatbots e como utilizá-los no dia a dia. Vamos lá?

O que são chatbots?

Os assistentes virtuais, também chamados de chatbots, são softwares que oferecem um atendimento mais personalizado ― por meio da integração de aplicativos de mensagens e plataformas de comunicação mobile.

Esses sistemas permitem uma maior interação entre as empresas e seu público-alvo, com respostas em tempo real. Os chatbots podem estar incorporados aos principais canais de relacionamento com o cliente — contact center, site e diversos apps (incluindo o Facebook Messenger, o Twitter e o Skype).

Ao utilizar um chatbot, o consumidor consegue direcionar o serviço de acordo com as suas necessidades. Por meio de APIs (Application Programming Interface), o software coleta e envia informações que podem ser úteis para esse usuário.

De fato, os chatbots são capazes de alavancar as vendas, além de contribuir significativamente durante as intervenções de pós-vendas. Isso acontece, uma vez que o cliente tem uma experiência mais agradável com o software ― que proporcionam um suporte ágil, prático e seguro.

Quais são os motivos para a implementação de chatbots?

Existem diversos motivos que justificam a implementação dos chatbots. Dentre os mais importantes, estão:

1. Agilidade no atendimento

A agilidade no atendimento é um dos itens mais percebidos pelos clientes e também é uma das principais razões para o uso dos chatbots. Na verdade, com esse sistema, é possível diminuir muito as filas de espera.

2. Redução de custos

A redução de custos vem do enxugamento das centrais de relacionamento, uma vez que os chatbots são programados para identificar as dúvidas mais comuns e respondê-las imediatamente. Desse modo, é possível diminuir os gastos com a folha de pagamento, com terceirizações e com infraestrutura.

3. Competitividade

Com a melhoria na qualidade do atendimento e com a redução das despesas operacionais, a empresa ganha competitividade perante seus concorrentes diretos e indiretos.

4. Adequação

Muitos consumidores já preferem os contatos feitos por meio de troca de mensagens, evitando telefonemas ou e-mails. Por isso, é fundamental adequar a operação a esse novo comportamento.

5. Disponibilidade

Com os chatbots, é fácil oferecer um atendimento 24 h. Desse modo, todos os usuários podem ter seus problemas resolvidos, a qualquer momento.

6. Engajamento

O relacionamento com os clientes precisa estar entre as prioridades de empresários e gestores, pois é indispensável para a ampliação do market share e o fortalecimento da imagem corporativa. Nesse sentido, implementar um chatbot pode ser uma maneira de personificar a empresa e aumentar o engajamento com os consumidores.

Como chatbots podem melhorar o mercado de seguros?

O mercado de seguros apresenta um enorme potencial de transformação digital ― visando o aperfeiçoamento das rotinas internas, a captação de novos clientes e uma interação mais dinâmica com esse público-alvo.

Nesse contexto, vale ressaltar que os chatbots garantem um aumento nas taxas de retenção, graças à agilidade e à efetividade desses contatos.

Além disso, o sistema pode oferecer produtos e soluções alinhados ao perfil de cada usuário, criando novas oportunidades de venda.

Outro ponto importante a ser citado, é o crescimento do número de atendimentos realizados em um mesmo período ― o que contribui para a evolução de diversos indicadores de desempenho.

Logo, é preciso explorar todas as funcionalidades dos chatbots para empresa, sendo que existem muitas opções desenvolvidas especialmente para otimizar todas as etapas da jornada de compra do consumidor de seguros. Dentre as mais aplicadas, estão:

Apresentação de planos e serviços

O chatbot pode ser utilizado para fornecer detalhes sobre as ofertas disponíveis e esclarecer as principais dúvidas dos clientes, antes mesmo da contratação do seguro. Em geral, os questionamentos envolvem coberturas, franquias, indenizações e vistorias.

Cotação online e contratação de seguros

Além das informações iniciais, o chatbot também é capaz de realizar cotações online ― de modo que o usuário possa escolher a proposta que melhor supra as suas demandas e então, feche o contrato.

Caso o consumidor prefira o atendimento humano para concluir a transação, é possível integrar o chatbot à central de relacionamento, para que um operador dê continuidade ao processo.

Registro e acompanhamento de sinistros

Outro serviço que os chatbots oferecem é o registro e o acompanhamento de sinistros. Pelo sistema, o segurado pode encaminhar todos os dados necessários, além de enviar fotos ou vídeos. Além disso, esse cliente também consegue acompanhar os desdobramentos da ocorrência, de forma automatizada.

Pronto atendimento

Os chatbots conseguem atender imediatamente diversas situações. Essa assistência permanente garante mais conveniência e tranquilidade para os usuários.

Cadastro de prestadores de serviço e corretores

A realização ou a atualização de cadastros de prestadores de serviço e corretores, também podem ser feitas por meio dos chatbots. Nesse caso, o software coleta as informações pertinentes e regulariza a base.

Dessa maneira, fica evidente a importância dos chatbots para empresa e que a implementação dessa tecnologia deve ser parte de um planejamento mais amplo ― que englobe o monitoramento dos principais KPIs (Key Performance Indicators), a escolha do software ideal e a definição de metas de curto, médio e longo prazo.

Por fim, vale lembrar que a presença digital já é uma exigência para que as seguradoras se mantenham sólidas, diante da concorrência e de um mercado em constante evolução.

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