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M-commerce: como vender mais no e-commerce mobile?

O Brasil fechou o ano de 2017 com 236,5 milhões de telefones celulares, o que significa uma proporção de 113,52 celulares para cada 100 habitantes, segundo números da Anatel. A quantidade enorme de linhas telefônicas ativas no país demonstra o quanto estamos imersos na tecnologia móvel o tempo inteiro — e o crescimento do m-commerce é apenas um resultado natural de uma população cada vez mais conectada e ávida pelo consumo rápido e acessível por meio dos smartphones.

Todo esse cenário abre os olhos dos gestores de lojas virtuais, que precisam agir rápido e garantir que suas páginas estejam acessíveis e competitivas diante da concorrência. Por isso, vamos ajudar você a se destacar com o seu m-commerce, com todas as informações necessárias e dicas matadoras para sua loja vender mais no e-commerce mobile. Acompanhe!

Foque no mobile

Mobile first é o mantra do momento. Esse conceito é importante a fim de se entender a importância dos usuários de dispositivos móveis para o seu comércio eletrônico. Mobile first significa pensar na sua página para celulares primeiro, sites responsivos com desdobramentos para outros dispositivos, como tablets e computadores desktop com telas grandes.

Isso porque as pessoas estão cada vez mais utilizando seus poderosos smartphones para as tarefas do dia a dia, diversão e consumo de conteúdo. Celulares fazem parte das nossas vidas o tempo todo, e sem sequer perceber, continuamos conectados 24 horas por dia, bastando sacar o aparelho para acesso instantâneo à web.

Antes, se falava em ter uma versão mobile para cada website. Hoje, os sites são projetados para dispositivos móveis em primeiro lugar. Isso é mobile first, uma mudança de conceito e de mentalidade coerente com o momento da tecnologia em que vivemos. Somente entendendo esse novo momento é que será possível melhorar as páginas e lojas para o m-commerce, com ações relevantes a fim de aumentar a conversão de usuários mais exigentes a cada dia.

Otimize o seu site mobile

Diante do panorama competitivo que descrevemos acima, é preciso ter um e-commerce de alto desempenho por vários motivos: garantir o engajamento dos clientes, ser eficiente para gerar vendas e aparecer bem colocado nas buscas relacionadas aos seus produtos e serviços.

Seu m-commerce precisa ser de rápido carregamento, independentemente da qualidade da conexão com a internet. Isso garante que o usuário não desistirá no meio do processo de compra, além de tornar a sua navegação mais suave, sem interrupções e travamentos desagradáveis. Isso também ajuda a aparecer melhor nas buscas do Google, que privilegia sites que consomem menor transferência de dados para favorecer a experiência do usuário.

Um e-commerce otimizado para dispositivos móveis tem uma navegação simples, confortável para se fazer com a ponta dos dedos, e deve reagir não só ao toque mas também a movimentos de segurar e arrastar. Lembre-se de que esse tipo de utilização é bem diferente de quando é usado mouse e teclado. Facilitar a navegação é o primeiro passo para converter mais no m-commerce.

Aumente a conversão no m-commerce

Vamos então às melhores práticas para potencializar ainda mais a conversão de usuários de dispositivos móveis do seu e-commerce.

Use botões grandes

Já falamos que nos dispositivos móveis é imprescindível garantir o conforto da navegação com a ponta dos dedos. Isso, basicamente, significa utilizar botões bem posicionados e grandes o bastante para os dedos de adultos selecionarem facilmente apenas a opção desejada.

Não se esqueça: mobile first! A navegação de sites em desktops é normalmente baseada em menus, com botões que podem estar dispostos de maneira vertical e horizontal e reagem ao cursor parado em cima da área clicável, o chamado mouse over. Nada disso funciona em celulares e tablets, o que deixa mais claro ainda o motivo de pensar no site primeiro para os dispositivos móveis, com estrutura e fluxos de navegação simples e pensados para usar as mãos em vez de teclado e mouse físicos.

Trabalhe com cuidado os links dos textos

Os hiperlinks, por outro lado, não favorecem muito a usabilidade em telas sensíveis ao toque. Nos acostumamos a usar palavras como âncoras clicáveis em páginas de texto, mas em dispositivos móveis elas podem se tornar um obstáculo quando o foco é aumentar as vendas.

Páginas cheias de botões e links exigem uma diagramação que considere espaços entre esses elementos para não dificultar a navegação, aumentando as taxas de conversão do seu site.

Deixe a busca sempre ao alcance dos dedos

Nada como uma busca bem localizada para fazer seus clientes encontrarem o que precisam de forma rápida e fácil.

Principalmente em um m-commerce, que pode ter milhares de produtos disponíveis! O que nos leva à próxima dica focada em aumentar as conversões no e-commerce.

Facilite a comparação de produtos

Além da busca, a comparação de produtos favorece muito a navegação em smartphones, porque oferece ao usuário uma ótima ferramenta para se decidir pela compra ao ajudá-lo a tirar suas dúvidas rapidamente.

Quando o consumidor tem dúvidas, frequentemente desiste do processo de compra, pensando em continuá-la depois — ou pior, procura outro e-commerce para ter certeza.

Elimine etapas dispensáveis

O funil de conversão de um m-commerce não pode se tornar um dificultador, um obstáculo a ser vencido. Uma boa prática para a usabilidade é quebrar formulários em etapas menores, mas multiplicar o número de passos necessários para um cliente concluir a sua compra nunca é bom.

Aposte em um fluxo eficiente para o seu cliente, desde a página do produto até o checkout. Estude os funis de conversões no Google Analytics para entender se existe alguma etapa em que a desistência é maior, e solucione o problema.

Se houver campos demais, ou informações desnecessárias nos formulários de cadastro, elimine. Deixe apenas o essencial, e depois consiga mais informações sobre o seu cliente aos poucos, oferecendo descontos para quem completar seu cadastro, por exemplo.

Aposte em menus curtos

Em telas pequenas, é melhor não inserir muito texto ou opções demais nos menus. Este é um dos maiores desafios que surgem quando o assunto é mobile first: a navegação deve ser intuitiva, o que é difícil de alcançar.

Pense bem na categorização de itens do seu m-commerce, pois isso torna a busca do usuário mais fácil, e a navegação entre os itens mais prazerosa e produtiva. No mobile, ainda mais do que nos computadores de mesa, dificuldades para navegar em menus complicados significa aumento na taxa de rejeição e redução das conversões.

Mais simples é sempre melhor

Escolha sempre o caminho da simplicidade, o famoso “menos é mais”. Quando a experiência de compra é simples, o visitante se torna cliente e volta depois. A ideia é que as pessoas possam comprar e navegar pelo seu site sem perceber a interface e sem a interferência de elementos que desviem a sua atenção do principal objetivo: a conversão.

Na dúvida, lembre-se disso. Simples é sempre melhor!

Gostou dessas ideias para vender mais no m-commerce? Confira também 5 dicas para melhorar a presença do seu negócio nos canais digitais e continue se informando mais sobre o assunto!

Como os micromomentos estão mudando os hábitos de compra?

Já parou para notar o quanto você usa seu smartphone no dia a dia? Seja para pesquisar um endereço, tirar uma dúvida, procurar um tutorial ou consultar os preços de alguns produtos na internet.

É daí que surgem os chamados micromomentos: pequenos momentos de engajamento digital em que os consumidores procuram resolver uma necessidade específica.

Para você entender melhor sobre o assunto, mostraremos aqui como os micromomentos estão sendo gerados pela mudança da forma em que as pessoas estão consumindo e como os smartphones desempenham um papel central nesse cenário. Acompanhe!

Entendendo os micromomentos

No Brasil, os usuários de smartphone olham para seus telefones, em média, mais de 86 vezes por dia. É durante toda essa jornada (assistindo vídeos, mandando mensagens, compartilhando posts, olhando a hora etc.) que existem pequenas fatias de tempo em que ocorrem a tomada de decisão e a formação de preferência do usuário.

Isto é, quando o dispositivo mais próximo é utilizado para esclarecer uma curiosidade, fazer uma pesquisa, procurar um estabelecimento, enfim, quando alguém quer resolver um problema e o faz utilizando a internet do smartphone, isso gera instantes que podem converter aquele usuário em um cliente.

Assim, os micromomentos podem ser classificados em 4 tipos:

1. Momento: eu quero saber

São os micromomentos que ocorrem quando o usuário quer aprender algo específico e acaba procurando por informações na internet.

2. Momento: eu quero ir

Esses são gerados quando a pessoa quer buscar um estabelecimento determinado nas proximidades.

3. Momento: eu quero fazer

Momentos que acontecem quando alguém quer aprender a fazer algo, como consertar um eletrônico, montar um look para uma festa ou cuidar do jardim.

4. Momento: eu quero comprar

São todas as ocasiões em que algo influenciou a decisão do consumidor sobre qual produto comprar.

Como dissemos, os smartphones têm um papel fundamental nessa mudança de hábito. A seguir, explicamos como essas mudanças vem acontecendo.

A revolução dos smartphones

Depois de a tela monocromática ter dado lugar às cores e com o surgimento do acesso à rede e à visualização de sites, fotos e vídeos, os aparelhos celulares se tornaram verdadeiros computadores portáteis.

E aqui vai um fato: de acordo com os dados coletados pelo Google, 94% dos usuários de smartphones utilizam seus aparelhos em meio a tarefas para buscar informações. O que isso quer dizer? Que os celulares vêm mudando cada vez mais o comportamento e a rotina das pessoas.

Vejamos os momentos listados acima como exemplo. Para o “eu quero saber”, ainda de acordo com os mesmos dados coletados, 65% das pessoas que têm smartphones os utilizam para aprender mais sobre algo que viram na TV.

Ou seja, os livros, as revistas e até mesmo a navegação em desktop estão sendo deixados de lado com a facilidade de acessar informações nas pontas dos dedos.

Já o que reforça o micromomento “eu quero ir” é o fato de que entre 2014 e 2015 as buscas por “próximo de mim” cresceram 55%. As pessoas conseguem chegar onde querem com um trabalho muito menor do que antes de os smartphones entrarem em cena.

Enquanto isso, mais de 2 milhões de horas de conteúdo foram assistidas no YouTube como resultado da busca “como fazer”, e metade de todo esse conteúdo foi visto em tablets ou smartphones. É o “eu quero fazer” em ação.

E, por último, o “eu quero comprar”: 79% dos usuários de smartphones dizem que, em relação há alguns anos, as suas compras são realizadas bem mais rápido graças às pesquisas online, sem contar a possibilidade de utilizar o cartão de crédito.

Além disso, usuários também estão comprando em seus carros (33%), em suas cozinhas (28%) e em outros locais. Ao precisar repor um objeto quebrado ou comprar um novo produto, é para a internet que as pessoas recorrem.

Falando em internet, entre 2014 e 2015, houve um aumento de 112% no acesso à rede via smartphones. Isso se deve aos muitos fatores que facilitam e tornam algumas tarefas cotidianas mais rápidas e práticas quando executadas por um dispositivo digital. Vamos conferir algumas?

Pagamento de contas por meio de celulares

Pagar as contas mensais de gás, água, boletos, faturas e todos outros serviços que utilizamos diariamente era muito cansativo quando precisávamos ficar em pé em longas filas ou ir até os caixas eletrônicos.

Era um tempo desperdiçado que poderia ser utilizado em outras atividades, sejam profissionais, de lazer ou familiares.

Além dos inúmeros aplicativos existentes atualmente para pagar serviços e produtos pelo celular e da facilidade que isso acarreta, os smartphones ainda são considerados o meio mais seguro de pagamento pela internet!

Outros tipos de consultas

Hoje, é possível consultar tudo o que se possa imaginar por meio dos smartphones, no entanto, cabe dar como exemplo alguns tipos de consultas que mudaram nossos hábitos completamente, como:

  • consulta bancária: saldo, fatura, limites de crédito ou empréstimo, quase tudo o que se pode fazer no caixa ou no atendimento é possível fazer com um smartphone;
  • acesso às redes sociais e ao e-mail;
  • acesso a qualquer loja que tenha um site.

É claro, se o smartphone passa a ser tão presente na vida das pessoas, é essencial que as empresas utilizem isso como oportunidade para conquistar o sucesso desejado — e é disso que trataremos no tópico seguinte.

A importância da experiência mobile para as empresas

Podemos entender a experiência mobile como: disponibilidade do site da empresa em versão mobile, facilidade e agilidade na navegação (por exemplo, evitar que o usuário precise dar mais de 4 cliques desde o momento em que entra no site da loja até a finalização da compra), layout responsivo e outras características que ajudam a conquistar os clientes.

Essa experiência é importante para fortalecer a marca, criar uma nova forma de relação com o cliente, engajá-lo e tornar a comunicação mais dinâmica. Ou seja, ela reflete diretamente no crescimento das vendas e na conversão dos consumidores.

Portanto, ao mesmo tempo em que deve-se procurar entrar nesse meio para permanecer consistente no mercado, é indispensável trabalhar na experiência do usuário, pois experiências frustrantes são negativas e podem ter o resultado contrário do desejado.

Juntando isso a uma boa estratégia de marketing para acertar nos micromomentos, seu negócio já tem uma parcela importantíssima do que é preciso para crescer!

E então, o que achou deste post que preparamos? Assine a nossa newsletter e receba outros conteúdos interessantes diretamente na sua caixa de e-mail!

Cross-selling e upselling: entenda o que são esses conceitos

Com a competitividade do mercado cada dia mais acirrada, oferecer uma boa experiência de compra aos consumidores sem perder a lucratividade se tornou uma questão crucial para a sobrevivência de um negócio. Pensando em driblar esse cenário, estratégias como o cross-selling e o upselling podem ser a solução.

Todos que vivem o dia a dia do comércio varejista sabem que um dos grandes desafios enfrentados pelas empresas é aumentar o ticket médio dos clientes em uma compra. E quando falamos de um e-commerce, isso poder se tornar ainda mais complexo.

É com esse objetivo que as táticas de cross-selling e upselling podem ser colocadas em prática em diversas plataformas, visando aprimorar os processos de compra. Isso ocorre tanto para os lojistas quanto para o consumidor.

Mas e você, sabe o que são as estratégias de cross-sell e upsell? Neste artigo, explicaremos esses conceitos e a importância deles para o e-commerce, além de algumas dicas de como implantar essas técnicas em sua loja virtual. Confira!

O que é cross-selling?

Também conhecido como venda cruzada, o cross-selling é uma forma bastante usada pelo varejo para estimular os consumidores a incluírem produtos complementares às suas compras iniciais.

Um exemplo clássico e cotidiano do cross-sell é quando em uma rede de fast-food, antes de concluir uma compra, os atendentes oferecem uma porção maior de batatas fritas por apenas X reais.

No comércio virtual, por exemplo, é comum ver técnicas de cross-selling aplicadas ao incluir um item no carrinho. Nesses momentos, uma porção de produtos complementares são sugeridos ao consumidor para incrementar determinada aquisição.

Criar essas oportunidades é muito importante, pois aproveita o impulso do cliente no ato da compra. Contudo, para que o cross-sell seja realmente eficaz é essencial entender as necessidades do consumidor e pensar de maneira estratégica ao sugerir itens agregados a uma compra.

O que é upselling?

Assim como o cross-selling, o upselling é uma prática bastante adotada pelo varejo como forma de estimular os consumidores a aumentar o ticket médio. No entanto, ao contrário das vendas casadas, o upsell oferece um upgrade na aquisição planejada pelos clientes.

Suponhamos que o consumidor está em busca de uma máquina de lavar de 9 kg. Uma forma eficaz de praticar o upselling é anunciar modelos maiores e mais modernos, com o intuito de estimular a aquisição de um produto melhor.

Esse tipo de técnica é bastante viável tanto para aplicação no varejo convencional quanto em um e-commerce ou marketplace.

Quais são as diferenças entre cross-selling e upselling?

Muitos gestores ainda têm dificuldades na hora de distinguir os dois conceitos. Contudo, as diferenças são simples.

Cross-selling é a técnica que induz o cliente a gastar mais dinheiro adquirindo produtos de outras categorias que são complementares à sua compra inicial. Já o upselling é a estratégia que motiva o consumo de um modelo mais caro, mas que tenha mais atributos.

Usando os smartphones como exemplo, se um cliente está em busca de um modelo intermediário, uma boa forma de praticar o upselling é mostrar os recursos mais modernos do modelo top de linha.

Já se a ideia é fazer o cross-selling, mostre opções de cartões de memórias, capas de proteção ou seguros contra furto. Essas novas aquisições podem complementar a compra final.

Qual é a importância desses conceitos para uma loja virtual?

Ainda que tenham suas particularidades, tanto o cross-sell quanto o upsell são formas de auxiliar os lojistas e vendedores a incrementarem seu faturamento. Mais do que apenas impactar nas vendas, essas estratégias também são muito positivas para criar um relacionamento mais sólido entre as marcas e os consumidores.

Conforme o comprador entende que a ajuda do e-commerce foi primordial para fazer uma boa escolha, ele fortalece seu grau de confiança com a marca. A longo prazo, esses conceitos podem ajudar também na fidelização e no aumento da cartela de clientes da empresa.

Como implantar estratégias de cross-selling e upselling em um e-commerce?

A seguir, listamos algumas das principais estratégias que ajudarão você a implantar técnicas de cross-sell e upsell no seu e-commerce. Confira:

Disponibilize produtos de acordo com o contexto da compra

Se um consumidor está em busca de uma lavadora de roupas, ele pode também se interessar por uma secadora, certo? Ou até mesmo decidir investir um pouco mais e adquirir uma máquina que lava e seca.

Tudo isso depende, é claro, de receber o estímulo e compreender o motivo pelo qual aquele gasto a mais pode ser vantajoso. Portanto, não faz o menor sentido durante uma compra o lojista oferecer uma cama para quem pretende comprar uma lavadora.

Esse é o primeiro passo para quem deseja incrementar a experiência de compra em uma loja virtual.

Embora seja muito usada no cross-selling, essa técnica pode ser adotada também no upselling. Basta diagnosticar as necessidades do cliente e oferecer itens condizentes com sua intenção de compra.

Crie ofertas personalizadas

Com o mercado mais acirrado, as empresas estão mais atentas para entender a importância de analisar individualmente seus clientes. Isso permite que as lojas criem ofertas customizadas para cada consumidor.

Estar atento aos diferentes perfis permite ainda que seu e-commerce ofereça produtos de acordo com as preferências de cada comprador. É possível segmentar ofertas de acordo com gostos e até mesmo o poder aquisitivo dos clientes, tornando as possibilidades de compra mais reais.

Use o cross-selling para auxiliar na recompra

A difusão das redes sociais e, principalmente, de ferramentas como o e-mail marketing permitiram aos lojistas cultivarem uma relação mais estreita e duradoura com os clientes. Hoje, é possível enviar promoções e estimular vendas complementares mesmo depois de uma compra.

Para que essa estratégia seja ainda mais eficaz, é importante avaliar os níveis de satisfação e o tamanho da aquisição feita pelo cliente. Essas são as diretrizes básicas no momento de estimular o cross-selling no pós-compra.

Uma equipe competente, combos de produtos, preços mais atraentes e até opções com isenção de frete são fatores que podem auxiliar na consolidação do cross-selling e upselling em um e-commerce. Mais do que aumentar o faturamento, esses conceitos conseguem melhorar a imagem e tornar sua empresa ainda mais competitiva!

E você, o que achou do nosso artigo? Siga os nossos perfis nas redes sociais e acompanhe mais dicas sobre comércio virtual: estamos no Facebook, Twitter e LinkedIn!

Como usar um sistema de mensalidades para engajar clientes?

O pagamento recorrente tornou-se uma alternativa financeira para empresas que dependem desse modelo, como escolas e academias, mas também passou a atrair a atenção de empreendedores que desejam uma renda fixa em outros negócios, como os e-commerces. Para ambos os casos, contar com um sistema de mensalidades é fundamental.

Para que o modelo de recorrência seja lucrativo, a gestão financeira precisa ser eficiente e não dar aberturas para a inadimplência tornar-se comum. Assim, o engajamento dos clientes é uma etapa importante a fim de garantir pagamentos em dia.

O sistema de mensalidades tem muito a agregar na consolidação do modelo de pagamento recorrente e na melhora da experiência do cliente. Confira a seguir algumas dicas de como engajar clientes usando essa tecnologia.

Melhore a experiência e a comodidade do cliente

Um sistema de mensalidades fornecido por uma empresa com expertise na área englobará uma interface para os colaboradores, mas também uma para o cliente final. O objetivo é que os pagamentos e as alterações possam ser feitos diretamente pelo consumidor e da forma como for mais conveniente para ele, auxiliando na fidelização.

Assim, em vez de ter que entrar em contato com a empresa todas as vezes que desejar fazer uma alteração, como mudar o cartão de crédito de cobrança, alterar o dia de vencimento da fatura, acessar uma segunda via da conta etc., será possível realizar essas ações diretamente no aplicativo.

Essas facilidades permitem que o cliente sinta-se mais confortável realizando as alterações necessárias e reduz a inadimplência, pois facilita a gestão da conta, evitando que o consumidor espere o boleto vencer para entrar em contato com a empresa.

Dê mais autonomia para o cliente

Para que a comodidade seja um benefício real, é preciso dar mais autonomia para que o cliente realize a gestão da conta. Em vez de limitar o número de alterações, exigir confirmação por telefone ou que a pessoa vá até a loja física, todas as ações devem ser concentradas no sistema fornecido.

Uma vez que o cliente reconhece quais são as formas de pagamento mais interessantes para ele e quando ele não poderá se comprometer com a quitação da conta de uma forma, ele pode alterar visando não se tornar inadimplente.

Avaliar com o fornecedor do sistema de mensalidades se o consumidor terá formas próprias de administrar essas questões é relevante para que ele fique realmente engajado e melhore o relacionamento com a empresa como um todo.

Avalie as preferências entre as formas de pagamento

Ainda que o consumidor possa preferir uma forma de pagamento ou outra, a empresa deve estar sempre atenta às informações que podem ser coletadas utilizando um sistema de mensalidades e indicar as melhores opções.

Inicialmente é essencial conhecer bem as características e preferências do público para oferecer um modelo mais compatível e que proporcionará mais satisfação entre os clientes. Avaliando previamente esses critérios é possível definir quais funcionalidades o sistema deve oferecer para ser mais completo e atender às demandas do negócio.

As possibilidades de atualizações e melhorias também devem ser avaliadas. Por exemplo, quais métricas podem ser acompanhadas pelo sistema? É possível fazer personalizações?

Essas e outras questões permitem disponibilizar ao cliente um meio de pagamento mais completo e que atenda melhor às preferências dele.

Acompanhe as métricas do sistema de mensalidades

O acompanhamento das métricas é fundamental para que a empresa consiga identificar características importantes dos clientes e tornar o pagamento mais eficiente e ágil, otimizando processos e estratégias de atuação.

Entre as principais que devem ser avaliadas está a taxa de inadimplência. Por exemplo, se foi identificada uma inadimplência de 30% dos clientes, é possível verificar qual é a forma de pagamento predominante nesse grupo. Se identificar que é o boleto, uma campanha pode ser realizada com foco em incentivar o uso do cartão de crédito.

Essas valiosas informações permitem que a empresa desenvolva estratégias de contingenciamento para o caso de crescimento do número de inadimplentes ou quando uma forma de pagamento específica está aumentando a quantidade de pessoas que deixam de pagar.

Quando esses fatores podem ser avaliados de forma prática, é possível desenvolver estratégias e campanhas para melhorar a adimplência, reduzir cancelamentos e aumentar o ticket médio. Também é viável analisar se houve alguma mudança significativa no público ou no produto.

Alinhe o produto fornecido e o público-alvo

Outro benefício de um sistema de mensalidades é a possibilidade de avaliar se a inadimplência, a taxa de cancelamentos ou o downsell estão crescendo em uma parte do público com características semelhantes.

Por exemplo, identificou-se que 20% dos clientes que moravam em determinada região mudaram o plano para um mais econômico. Esse pode ser um indício que o produto está perdendo a relevância naquele local ou precisa ser desenvolvido um plano intermediário, reduzindo um pouco o ticket médio, mas evitando uma queda maior.

O acompanhamento dessas oscilações permite verificar se o produto ou serviço continua atendendo às expectativas dos clientes ou se estão desarticulados com o perfil de público traçado. Em alguns casos pode ser interessante reajustar os valores, em outros pode-se focar em um público de maior poder aquisitivo, alterando estratégias de marketing, por exemplo.

A definição de qual estratégia de vendas será mais relevante para o negócio depende da avaliação do caso e de uma ferramenta que possibilite o acesso a esses dados. Ao manter os produtos alinhados com o perfil de clientes, é possível engajá-los mais, pois há um maior interesse em relação à marca.

Mantenha uma gestão de pagamentos eficiente

Por fim, o engajamento dos clientes depende de uma gestão de pagamentos eficiente. Por exemplo, ninguém gosta de ser cobrado por uma conta que já pagou, e isso depende da organização e atualização do sistema usado.

Avaliar questões como taxa de cancelamento, novas assinaturas e inadimplência, por exemplo, permite organizar-se para o futuro e ter um controle financeiro mais seguro. Acompanhar o Lifetime Value, por exemplo, é uma forma de conhecer o tempo médio que os clientes permanecem ativos e o quanto pode ser esperado de receita em determinado período.

Uma taxa baixa indica que o produto ou serviço está inserido no público errado ou está prometendo mais do que pode atender, causando frustração. Todas essas questões devem ser avaliadas para ter um índice de satisfação do cliente elevado.

O controle do caixa atual e futuro oferece à empresa mais segurança financeira para investir, além de estabilidade para crescer e se solidificar. No entanto, essas conquistas só são possíveis usando ferramentas adequadas a fim de proporcionar uma gestão eficiente somada à uma experiência positiva para o consumidor.

Quer saber o que mais um sistema de mensalidades eficiente pode fazer pelo seu negócio e como ele impacta os pagamentos recorrentes? Entre em contato com o nosso time de especialistas agora mesmo e descubra!

Introdução ao Blockchain: um novo fator no mundo dos negócios

Empreendedores que desejam manter-se atualizados sobre as novas possibilidades de negócios devem ficar atentos às tecnologias que estão ganhando espaço e atraindo atenção. Por isso, saber o que é blockchain torna-se essencial devido à grande visibilidade dessa solução.

A seguir, saiba mais sobre o que é, quais são os potenciais de uso e quais as vantagens dessa tecnologia. Confira!

O que é blockchain?

O blockchain ganhou mais visibilidade a partir de 2008 quando passou a ser aplicado em conjunto com o Bitcoin, a criptomoeda desenvolvida por Satoshi Nakamoto, visando uma assinatura digital para essa moeda, de forma a garantir a segurança das operações realizadas. Após essa primeira aplicação de sucesso do blockchain, a tecnologia passou a ser estudada como alternativa em diferentes segmentos.

Mas afinal, o que é o blockchain? Trata-se de uma estrutura autônoma, descentralizada e que permite a autenticação de registros digitais sem a necessidade de um intermediador, como são os bancos no caso das compras online, por exemplo.

A infraestrutura consiste em um sistema de armazenamento de informações em blocos encadeados, onde cada bloco tem uma chave do bloco anterior. Cada novo bloco ou alteração em blocos anteriores precisa ser autorizada por toda a rede. Cada participante da rede possui uma cópia do Ledger (ou Livro Caixa).

Para cada nova entrada, o sistema do blockchain executa algoritmos para avaliar e validar o bloco que está solicitando a alteração ou inserção. Caso haja consenso entre participantes da rede, a ação é validada e a transação é aceita, sendo adicionada à cadeia.

Nos casos em que os participantes não reconheçam a inserção ou alteração do novo bloco, a entrada deste é negada e o mesmo não é adicionado à rede. A validação por blocos permite que o registro seja autorizado ou não sem precisar de uma autoridade central que determine quais transações são permitidas.

Quais são as vantagens do blockchain?

Apesar de ser avaliado para adoção em diferentes segmentos, o blockchain tem uma relação já próxima com os pagamentos online, sendo utilizado na validação de registros digitais. Isso apresenta um interesse ainda mais proeminente de bancos, seguradoras, financeiras e setores correlatos. Na questão de pagamentos os benefícios são diversos. Conheça alguns deles a seguir.

Segurança

Diferentemente dos sistemas bancários que utilizam um banco de dados centralizado, apresentando um único ponto de invasão, o blockchain consiste em um sistema descentralizado. Assim, para realizar um ataque hacker, por exemplo, é necessário acessar simultaneamente todos os elos e também alterar todos os registros dos blocos anteriores, tornando o ataque muito mais difícil.

Ainda que o sistema não seja inviolável, ele proporciona muito mais segurança do que um modelo comum. Como cada bloco está conectado aos anteriores e visível para todos os participantes da rede, a possibilidade de um acesso simultâneo em toda a rede é bastante reduzida.

Velocidade de processamento

Um registro compartilhado por diferentes atores de um sistema financeiro global possibilita um processamento mais rápido de transações. O blockchain permite a criação de Smart Contracts, que viabilizam de transações internacionais em tempo real, com a autorização das partes envolvidas.

Dessa forma, negócios internacionais ficam facilitados, pois o vendedor, o comprador e os respectivos bancos podem validar em tempo real que uma transação ocorreu, por exemplo.

Rastreabilidade

As transações validadas por blockchain são mais facilmente rastreadas, pois, uma vez que o registro é adicionado à cadeia, ele recebe uma chave que o relaciona com o registro anterior, tornando-o quase impossível de ser alterado ou manipulado sem a que os demais participantes da rede percebam, dado que todos possuem uma cópia do mesmo.

Assim, os registros auxiliares de auditoria criados pelos bancos a cada nova transação nas vendas com cartão de crédito tornam-se desnecessárias, aumentando a transparência e agilidade desses processos.

Registro global

Um Ledger distribuído consiste em um banco de dados compartilhado e sincronizado com todos os membros de uma rede. As alterações e adições realizadas na rede são copiadas para todos os participantes em segundos.

Quais são as aplicações corporativas e sociais dessa tecnologia?

O uso do blockchain na prática pode ter implicações em diferentes âmbitos econômicos e sociais. Por parte das empresas, já têm sido criados grupos para estudar e analisar aplicações da tecnologia. Na Espanha, por exemplo, 70 companhias criaram um consórcio multissetorial para uso do blockchain. Há também iniciativas envolvendo bancos de todo o mundo com o objetivo de desenvolver um sistema transacional baseado em blockchain.

Além da aplicação corporativa, o blockchain começa a ter aplicações sociais, como para prestação de contas e aumento da transparência de administrações públicas. Um exemplo é o governo do Canadá que está usando a solução para tornar o sistema de concessão de financiamentos públicos mais transparentes. Também já existem aplicações semelhantes por parte da Unicef e do Banco Mundial.

Portanto, num futuro próximo, a tendência é que essa tecnologia impacte cada vez mais aspectos cotidianos das pessoas. Ainda há muito o que ser estudado e aprimorado, mas o blockchain já se mostra presente em diferentes setores.

Onde a solução pode ser aplicada?

Como afirmado, o uso do blockchain em setores como o financeiro, os bancos, governos e as instituições de grande porte já é uma realidade. Em outros países, a solução também já aparece na área de seguros, como residencial, automobilístico e outros, facilitando transações e processos.

Atualmente, a Susep, que regulamenta o setor de seguros no Brasil, ainda não se manifestou formalmente sobre o assunto, entretanto, empresas brasileiras já têm desenvolvido soluções que direcionam para essa tecnologia. A expectativa é que o uso do Blockchain passe a ser aceito e facilite operações na área.

Entre as melhorias que podem ser alcançadas na área de seguros usando blockchain destacam-se:

  • mais efetividade na detecção de fraudes;
  • melhor precificação de riscos;
  • processamento e aprovação de sinistros de forma automatizada e ágil;
  • menor dependência de documentos impressos.

O potencial de uso do blockchain entre as seguradoras é muito benéfico para o setor e pode promover facilidades tanto para as empresas quanto para os vendedores de seguro intermediários, como e-commerces, e para o cliente final.

Agora que você já entendeu o que é blockchain e todo o potencial dessa tecnologia, mantenha-se atualizado sobre essa e outras soluções que podem ser adotadas no setor de seguros, proporcionando facilidades e eficiência para você. Assine a nossa newsletter!

Conheça 7 benefícios de um site responsivo para o seu cliente

Atualmente, ter um site responsivo deixou de ser um diferencial de mercado e tornou-se uma necessidade para as empresas que desejam manter a relevância diante dos clientes e maior visibilidade na internet. Perante esse novo cenário, atualizar-se é imprescindível.

De fato, uma pesquisa da Mary Meeker revelou que usuários de smartphone consultam o aparelho em média 150 vezes por dia. Isso significa que o uso de dispositivos móveis tem aumentado em duas frentes: em relação ao número de pessoas com acesso e também à frequência de uso.

Esse cenário torna o investimento em mobile essencial para que as empresas continuem relevantes para esses consumidores. O perfil do público está diferente e cada vez mais interligado com preferências relacionadas com a experiência no smartphone, assim, para vender e se relacionar com o cliente é preciso investir nesse canal.

Portanto, é essencial investir em um site responsivo e no conceito de mobile first, no qual o foco inicial do desenvolvimento e design é direcionado aos dispositivos móveis.

Confira, a seguir, 7 benefícios possíveis com o investimento no site responsivo!

1. Atender novas demandas do público

Os novos comportamentos de consumo indicam que os clientes estão cada vez mais aptos a manter todo o processo de compra nos meios digitais. Assim, ao investir em um site responsivo o primeiro benefício refere-se à capacidade do negócio de atender essas novas demandas do público.

De acordo com pesquisas do Think with Google, 91% dos usuários pesquisam informações no smartphone enquanto realizam outras tarefas. Dessa forma, a usabilidade no celular é um diferencial, quando comparado com o desktop ou mesmo o notebook, devido a esse uso simultâneo.

Ainda que o público esteja mais predisposto a utilizar os canais digitais móveis para tarefas diversas, o investimento em mobile é apenas de 5%, o que indica a grande necessidade das empresas se adequarem a essas novas demandas.

2. Promover uma experiência de compra positiva

Outra razão pela qual o investimento em um site responsivo é benéfico para a empresa e o cliente diz respeito à experiência do usuário, ou user experience (UX). De acordo com o mesmo relatório do Google, 82% dos usuários de smartphones consultam os dispositivos enquanto estão em lojas escolhendo produtos. Entre eles, um em cada dez usuários altera a decisão de compra devido à pesquisa.

Assim, uma vez que a empresa não pode lutar contra essa tendência, ela deve preocupar-se em proporcionar uma experiência de compra positiva e que inclua a etapa de descoberta e consideração da jornada de compra. Ou seja, momentos nos quais o cliente ainda está realizando pesquisas para obter informações sobre o produto e não interessado em finalizar uma compra.

Um site que preze pela experiência do usuário deve privilegiar uma usabilidade em dispositivos móveis que não seja prejudicada pelo canal usado pelo consumidor, além de permitir e facilitar fases como conversão, fechamento do pedido, acompanhamento da entrega e pós-venda por qualquer canal, mobile ou não.

3. Proporcionar uma jornada de compra digital

A experiência de compra positiva está diretamente relacionada com a possibilidade de a empresa fornecer uma jornada de compra totalmente digital, portanto, que contemple desde a descoberta até o pós-venda.

Dessa forma, todas as ações devem poder ser realizadas nos dispositivos móveis com segurança e praticidade, pois quando o usuário fizer pesquisas, a empresa será uma opção real para ele concretizar o pedido.

A empresa deve analisar qual é o melhor tipo de conteúdo para o público-alvo considerando os recursos disponíveis no mobile. Assim, a jornada será de fato digital, sem etapas presenciais que possam prejudicar a experiência esperada pelo cliente.

4. Ter um bom ranqueamento nos sites de busca

Atualmente, o Google e os outros mecanismos de busca consideram o critério “site responsivo” para o ranqueamento das pesquisas realizadas pelos consumidores. Dessa forma, investir em um site mobile impacta diretamente as possibilidades de ranquear melhor nesses motores de busca.

Quanto mais bem posicionado o site no Google, mais chances de aumentar o tráfego, ter mais visibilidade online e atrair mais clientes. Para o consumidor, por sua vez, um site responsivo entre os resultados exibidos facilita a navegação e a experiência da pesquisa.

5. Melhorar o relacionamento com o cliente

Proporcionar um melhor relacionamento com o cliente também é uma das vantagens conquistadas por investir em um site mobile. De acordo com 69% dos consumidores, a percepção em relação a marca é impactada pela qualidade, timing e relevância das mensagens.

Para atender esses critérios, portanto, é essencial que as campanhas realizadas, seja de anúncios, mídias sociais, e-mail marketing ou outras, contemplem a experiência mobile. Com isso, o bom relacionamento com o cliente, que afeta a retenção e fidelização, é impactado pela capacidade do site de oferecer uma navegação relevante por meio dos dispositivos móveis.

6. Facilitar a atualização com o site responsivo

Entre as possibilidades atuais de integração está a de disponibilizar aplicativos com conteúdo de sites responsivos, de forma que o app represente apenas uma interface, entretanto o conteúdo se mantém no site.

Com essa tecnologia as necessidades de atualização de software do iOS ou do Android são reduzidas, sendo que as mudanças podem ser realizadas diretamente na página do site. Esse recurso evita a demanda recorrente por novas versões do app.

7. Manter um fornecedor com expertise

Um aspecto importante de quando a empresa deseja adotar um site responsivo é a escolha de um fornecedor com expertise tanto na tecnologia necessária para realizar essa atualização quanto no segmento de atuação, conhecendo melhor as demandas e particularidades relacionadas com o negócio.

Dessa forma, escolher e manter um fornecedor com expertise e que possa trazer as atualizações para a empresa, promovendo melhorias e tornando todo o processo ainda mais prático é um benefício proporcionado por esse tipo de investimento.

Com um parceiro com esse foco, a empresa pode direcionar os esforços para a área de atuação dela e deixar que profissionais capacitados estudem as melhores possibilidades de investimentos e otimizações a partir do escopo desejado.

Por mais que a popularização dos smartphones tenha feito com que muitos profissionais acreditassem que o desenvolvimento de um site responsivo fosse algo banal, a análise mais aprofundada das necessidades de cada empreendimento torna essencial uma escolha mais criteriosa do fornecedor visando alcançar os benefícios listados anteriormente.

Nem sempre um site adaptado para o mobile fornece a experiência necessária para atender as demandas dos clientes. Quer Mais dicas de negócios digitais? Assine nossa newsletter e fique atualizado!

5 dicas para melhorar o engajamento de clientes

Em qualquer negócio — independentemente do seu tempo de atuação no segmento, do seu porte ou da sua área de mercado —, o bom relacionamento com o consumidor é essencial para manter a saúde e a vitalidade da organização. E, nesse âmbito, objetivando expandir as operações, maximizar as performances e alavancar os resultados, algumas dicas para melhorar o engajamento de clientes são sempre muito bem-vindas!

Conceitualmente, é possível definir o verbo “engajar” como a ação de participar, de modo voluntário e colaborativo, de alguma coisa. No campo comercial, a interpretação não é diferente — podemos compreender o engajamento de clientes como a interação e o envolvimento estabelecidos, de forma relevante, com determinada marca.

Ademais, a importância da sua promoção para a geração de novas oportunidades de negócios e para a fidelização do público é inegável. Gostaria de entender o porquê e conhecer algumas medidas práticas que podem ser aplicadas na sua empresa? Continue a leitura do nosso artigo e confira!

1. Invista na experiência do usuário

O conceito de experiência do usuário diz respeito às sensações experienciadas na relação estabelecida entre o consumidor e a empresa, as quais exercem influência sobre a sua decisão de continuar — ou não — adquirindo os produtos e os serviços de determinada marca.

Compreendida essa abrangência, é possível perceber que a promoção de uma experiência positiva demanda muito mais do que uma atuação eficiente por parte da organização, englobando concepções mais complexas.

O ponto de venda, as redes sociais, o site institucional — todos são meios de relacionamento entre a empresa e o consumidor e requerem a prática de ações e a implantação de recursos que otimizem a interação do público com a marca. Sendo assim, como promover uma boa experiência para o usuário?

Inicialmente, é preciso ouvir o cliente. Dificilmente adiantaria, por exemplo, implementar uma nova função em um produto ou serviço sem compreender, de fato, o que os consumidores desejam. Assim, observe a principais reclamações e dúvidas do seu público e, depois, analise cada um dos pontos levantados. Por fim, partindo dessa coleta de informações, elabore um planejamento estratégico de melhoria para as suas entregas.

É possível — e até recomendável — selecionar um grupo de consumidores específicos, antes de lançar o novo modelo no mercado, para avaliar e comparar a versão atual e a anterior. O feedback foi satisfatório? Então, é hora de dar forma ao seu protótipo!

2. Varie o seu mix de ofertas

Para promover e manter o engajamento de clientes, é necessário entregar novidades em produtos e serviços com regularidade.

Ao acessar a sua loja virtual ou visitar o seu espaço físico e deparar-se sempre com as mesmas opções, o consumidor, desestimulado, perde o interesse em acompanhar e aguardar os próximos lançamentos.

Aqui, a dica é manter uma constante inovação e investir na rotatividade de produtos ou serviços. Mais uma vez, é importante observar o comportamento do público e ouvir o cliente, avaliando suas necessidades — muitas vezes, em constante mudança — e buscando atendê-las de forma eficaz, e não apenas padronizada, gerando valor.

Nesse ponto da estratégia, também é interessante lançar um olhar sobre a atuação da concorrência. Não falamos, no entanto, de copiar as práticas e as ações de outras empresas do mesmo segmento, mas de descobrir o que pode compor o seu diferencial no mercado.

3. Mantenha um atendimento de excelência

A relevância de um bom atendimento ao cliente, atualmente, já é reconhecida por organizações de diferentes ramos de atuação — e a elevação do nível de satisfação dos consumidores e o aumento do engajamento com a marca são apenas duas das infinitas vantagens que podem ser percebidas pelas companhias que implementam um serviço de relacionamento eficiente e cortês.

Em uma pesquisa desenvolvida pela US News And World Report, uma empresa especialista em comportamento do consumidor, por exemplo, foi constatado que 68% dos clientes não continuam a comprar em uma determinada companhia após receberem um mau atendimento ou um produto/serviço de qualidade questionável.

Aqui, não por coincidência, aplica-se a mesma orientação dada nos dois tópicos anteriores: estude o comportamento do seu consumidor e esteja atento ao que o seu público tem a dizer.

Ao entender as características dos seus clientes e compreender quais são as suas expectativas, é possível criar um atendimento personalizado e direcionado para a solução das dores da sua audiência.

Nessa etapa, certifique-se de estabelecer técnicas humanizadas de atendimento (esqueça a robotização e o acompanhamento inflexível do script) e de alinhar os funcionários do setor de relacionamento às propostas de transparência e empatia no trato com os clientes.

4. Monitore os seus resultados

Nesse estágio, é importante lançar um olhar sobre os resultados alcançados com a implementação das medidas práticas mencionadas até aqui.

O monitoramento periódico das métricas é o ponto-chave. Por meio dessa prática, é possível identificar eventuais gargalos e entraves que possam influenciar, de forma negativa, na promoção do engajamento de clientes, o que oportuniza a devida correção.

Para esclarecer melhor essa fase da atuação da empresa, tomemos como exemplo o serviço de atendimento ao cliente citado no tópico anterior. Nesse âmbito, dois possíveis indicadores são: o tempo médio de atendimento (TMA) — que compreende a duração média do serviço de suporte — e o tempo médio de espera (TME) — que considera a média do tempo aguardado pelo atendimento.

Ao analisá-los, é possível reconhecer a presença de lacunas na eficiência do serviço de relacionamento com o consumidor e eliminá-las, tão prontamente quanto possível, impedindo que a fidelização da audiência e a retenção do público sejam prejudicadas.

5. Utilize um serviço de chatbot

Para evitar a perda de espaço em um mercado visivelmente cada vez mais concorrido, é relevante considerar uma solução de automatização da interação estabelecida entre os clientes e a marca: os chatbots.

A implantação desses recursos — espécies de assistentes virtuais criados com base em softwares de comunicação automatizada — possibilita a entrega de um atendimento apropriado para suprir as particularidades de cada negócio.

Assim, com o intuito de garantir uma maior eficiência e impactar, de forma positiva, a experiência do usuário, sobre a qual já falamos nas linhas acima, é essencial investir na capacidade de resposta, por parte do assistente, aos questionamentos levantados mais frequentemente pelo seu público.

Compreenda que os chatbots, em regra, atuam em aplicativos de trocas de mensagens disponibilizados, por exemplo, nas páginas institucionais mantidas pela empresa, então, representam, muitas vezes, o canal de contato mais procurado pela audiência da marca — o que faz valer o esforço demandado para a sua otimização.

Melhorar o engajamento de clientes, como vimos, requer a implementação de algumas medidas pela empresa. Assim, colocando em prática as dicas que apresentamos neste artigo, você verá que é possível não apenas manter um bom relacionamento com o público, mas também desfrutar de todas as vantagens da fidelização e da retenção dos consumidores, como resultado dessa interação bem-sucedida.

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8 práticas para aumentar a arrecadação anual de seu negócio

Aumentar a arrecadação anual é um objetivo de praticamente qualquer empresa. Um faturamento maior pode simbolizar uma operação mais bem-sucedida e, especialmente nos anos em que são feitos muitos investimentos, é um indicador mais fiel do sucesso comercial do que o lucro.

A arrecadação anual, ou receita bruta, não é o mesmo que o lucro anual da empresa. Ela é calculada com a soma de todos os valores que entraram no fluxo de caixa da companhia ao longo do ano pela realização da sua atividade comercial. Já o lucro é a receita menos a soma de todos os custos e impostos.

Neste artigo, selecionamos 8 práticas que podem ser adotadas para aumentar a arrecadação anual em um negócio. Conheça todas!

1. Conquiste mais clientes

A forma mais simples de aumentar a receita bruta é investindo na conquista de mais clientes. Normalmente, isso será feito com um investimento maior em publicidade e divulgação dos produtos e serviços da empresa.

Em negócios com setores de marketing amadurecidos, é usual que já exista um cálculo pronto para o custo de aquisição de clientes (CAC) médio, o que facilita o dimensionamento do investimento necessário para conquistar mais consumidores.

E apesar da tendência de que o CAC fique maior à medida que a oferta de potenciais clientes é reduzida pelo próprio sucesso da empresa, é possível explorar novas técnicas de divulgação e vendas e tecnologias inovadoras para minimizar esse custo.

2. Aumente o valor do ticket médio

Uma outra forma de conseguir uma arrecadação anual maior é maximizando o ticket médio da empresa. O ticket médio é a média de quanto cada cliente gasta por evento de compra, uma métrica especialmente valiosa para o varejo.

As técnicas para aumentar o ticket médio envolvem uma ampliação da oferta com base nas demandas do cliente. E as duas principais formas de fazer isso são o upselling e o cross-selling.

O upselling consiste em sugerir ao consumidor um produto ou serviço superior em substituição ao que ele está considerando no momento. É como quando uma operadora de telefonia sugere um plano com mais internet, ou quando o atendente do fast-food pergunta se o cliente quer uma batata maior.

Já o cross-selling é a oferta de produtos suplementares ao que está sendo comprado ou já foi adquirido pelo consumidor. No fast-food, é quando o atendente sugere uma sobremesa, ou quando a operadora de telefonia oferece um seguro para o telefone do cliente.

3. Maximize a retenção

Também é possível conseguir uma arrecadação maior com uma retenção maior dos clientes. Normalmente será bem mais barato prolongar o relacionamento com o consumidor do que investir tudo na aquisição de novos clientes.

Um público fidelizado realizará novas compras ao longo do ano e, assim como os novos clientes, vão contribuir positivamente para os resultados financeiros anuais da organização. E em sistemas que envolvem pagamento recorrente, como seguros ou assinaturas de serviços, a retenção é extremamente importante para o sucesso da empresa.

4. Ajuste os valores dos produtos e serviços oferecidos

Uma das ferramentas que uma empresa tem à disposição para alterar a sua arrecadação anual é o ajuste dos preços de produtos e serviços oferecidos.

Mas é um erro acreditar que apenas inflacionar os valores pode resultar em uma ampliação da receita bruta: muitas vezes esse ajuste pode causar a perda de clientes e diminuir o faturamento.

Ainda que essa decisão consiga efetivamente aumentar o lucro em um período curto, ela pode corroer a base de consumidores e se tornar insustentável no longo prazo.

E, apesar de ser um evento mais raro, o ajuste de preços para baixo com a intenção de ampliar a base de consumidores também deve ser feito com cuidado: mesmo se aumentar a arrecadação anual, essa medida reduzirá os lucros e pode resultar em prejuízos, se for feita de forma inconsequente.

5. Adote soluções de pagamento inteligentes

Ofereça diversas formas de pagamento para os seus clientes e não corra o risco de perder uma venda por não ser capaz de aceitar o meio de pagamento de um consumidor.

Mesmo a melhor estratégia de marketing e as técnicas de venda mais eficientes podem ser desperdiçadas se no momento final da conversão o cliente simplesmente não tiver um meio adequado para efetivar a compra.

Ter uma solução de pagamentos inteligente pode simplificar esse processo, automatizar burocracias e garantir que todas as compras sejam finalizadas com sucesso.

6. Tenha uma política de cobranças estruturada

Em qualquer negócio que ofereça assinaturas de serviços, compras no prazo e pagamentos recorrentes, existe um risco real de inadimplência dos clientes. E uma forma de aumentar a arrecadação é minimizando essa inadimplência com uma política de cobranças bem estruturada.

É importante desenvolver técnicas para lembrar os clientes de pagamentos atrasados de forma automatizada, antes que isso se torne um problema maior, e pensar de forma estratégica quais são as formas mais eficazes de negociar dívidas e recuperar o prejuízo causado pelos inadimplentes.

Com uma política de cobranças bem estruturada e aliada a uma ferramenta de automação, é possível também reduzir os custos de uma operação de cobranças e maximizar a sua eficiência financeira.

7. Otimize os processos de vendas

Além de servir para reduzir os custos operacionais, a otimização dos processos de vendas da empresa podem resultar em mais conversões e, consequentemente, uma arrecadação bem maior.

Invista em treinamentos e capacitações para a equipe de vendas e também em softwares que vão automatizar a parte burocrática do trabalho, o que estimulará a produtividade do setor, potencializando a operação.

Com um processo de vendas otimizado, a empresa consegue vender mais com menos custos, aumentando não apenas o faturamento, como muito provavelmente os lucros.

8. Escale a operação com novas lojas e equipes de vendas

O crescimento da operação é uma tendência natural para empresas bem-sucedidas. Mas pode ser um desafio escalar o negócio, especialmente quando isso envolve a abertura de novas lojas e a ampliação da equipe de vendas.

Quando uma empresa amplia seus pontos de vendas, é esperado que a sua arrecadação anual aumente, mas existe um custo para desenvolver a operação e, em um primeiro momento, esse investimento pode superar a receita bruta.

Por isso, é crucial ter um bom planejamento estratégico desenvolvido sob uma análise mercadológica para guiar a expansão do negócio. Dessa forma, além da arrecadação anual maior, o lucro também crescerá.

Gostou dessas 8 dicas para aumentar a arrecadação anual? Então, compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e divulgue essas boas práticas!

Troca e devolução no e-commerce: como lidar com isso no dia a dia?

Um e-commerce de sucesso não depende apenas de preço e qualidade dos produtos. No comércio eletrônico, transmitir confiança para o visitante da sua loja virtual é um item fundamental para que ele se transforme em um cliente. Nesse ponto, vemos a real importância de pensar e estruturar o processo de troca de devolução do seu e-commerce.

Além de transmitir maior segurança e ajudar a melhorar a taxa de conversão da sua loja virtual, ter e apresentar uma Política de Troca e Devolução bem estruturada pode ser o diferencial que o cliente procura ao comparar sua loja com a concorrência.

Afinal, por diversos motivos ele pode precisar trocar um produto ou até mesmo se arrepender da compra e solicitar a devolução.

Para ajudar você a lidar com essas situações no seu e-commerce, preparamos este post. Continue a leitura e confira dicas para não errar ao realizar trocas e devoluções e ter transparência com seu consumidor.

Política de Troca e Devolução no e-commerce

A Política de Troca e Devolução precisa ser encontrada facilmente pelo visitante da loja virtual. Então, é necessário pensar um local de fácil acesso, como o rodapé da página ou uma área de atendimento ao cliente (SAC).

Isso facilita o acesso e transmite a ideia de transparência ― oferecendo maior segurança para aqueles que comprarem seu produto.

É fundamental deixar claro no documento quais são as etapas necessárias para que as trocas aconteçam, bem como quais são as responsabilidades de cada parte durante esse processo.

Vale ressaltar que deve ser assegurado o prazo de até 30 dias para o envio, tanto em caso de troca por defeito quanto por outros motivos.

Geralmente, o custo do envio fica por conta da empresa. Em caso de defeitos, a loja deve oferecer um produto igual ao cliente. Entretanto, um vale-compra no mesmo valor pode ser uma opção, assim como a troca por outros itens ou a devolução do dinheiro, caso não seja possível ofertar um produto igual por falta de estoque.

Quando não é constatado defeitos no produto, a ideia de envio e devolução é a mesma.

O que fazer quanto às devoluções e trocas

O artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor assegura o direito de arrependimento da compra, e permite que o cliente devolva um produto até 7 dias a partir da data de recebimento, sem indicar o motivo. Para troca, o prazo é de 15 dias.

Quando solicitada, não há escapatória, a loja deve aceitar a devolução do produto e então apresentar a solução: trocar por outra mercadoria, oferecer o vale-compra ou estornar o dinheiro dos produtos.

Esses prazos e possibilidades de cancelamento devem fazer parte do planejamento do e-commerce como um risco.

O que mais deve conter na Política de Troca no e-commerce

É necessário especificar que o cliente precisa entrar em contato com a empresa antes de enviar o produto, informando a respeito da troca ou devolução.

Dessa maneira, você consegue se preparar para as etapas seguintes e não tem surpresas com produtos chegando sem serem informados.

Por lei, o cliente que desiste da compra não deve ter nenhum custo. Por isso, é realmente importante deixar claro que os produtos devolvidos deverão estar intactos, sem terem sido utilizados e que o cliente deve informar previamente a sua devolução por meio de formulário de contato ou e-mail informado no documento de Politica de Troca e Devolução.

A devolução do dinheiro deve ser feita com base no meio de pagamento escolhido por ele no ato da compra. No caso do uso de cartão de crédito, é possível estornar a quantia em até duas faturas.

A importância da transparência na comunicação com os clientes

Por mais que a loja virtual tenha que cumprir determinadas ações estipuladas pela lei, é extremamente importante que o lojista estabeleça uma relação de transparência com seus clientes.

A importância de ser transparente aumenta nas situações em que a loja virtual não é obrigada a realizar a devolução ou a troca, como em casos de produtos que não apresentam defeitos e o prazo estipulado por lei já tenha vencido.

Por isso, é interessante que a Politica de Troca e Devolução seja de fácil acesso e amplamente divulgada para seus clientes.

Política de Troca e Devolução como um diferencial para o negócio

Sendo comunicada de maneira clara, a Politica de Troca e Devolução pode ser um grande diferencial para o e-commerce, uma vez que transmite maior confiança para o visitante e apresenta soluções para possíveis problemas.

Diversas marcas oferecem garantias para que o cliente entre em contato diretamente com o fabricante caso o produto apresente algum problema ou defeito. É extremamente importante explicar na sua loja virtual qual será o processo exato para que isso aconteça.

Outra forma de usar a Politica de Troca e Devolução de maneira estratégica é ampliar o prazo de troca em períodos sazonais de grandes vendas para o varejo, como no Dia das Mães, Dia dos Namorados, Black Friday e Natal.

Em caso de troca, enviar um novo produto antes de receber o antigo é outra estratégia que pode ser adotada. É claro que, primeiro, precisa ser pensada a viabilidade dessa estratégia.

Observe os motivos dos arrependimentos e das trocas

Em uma loja virtual, muitos fatores podem ser responsáveis pela troca ou devolução de produto, como:

  • falta de pesquisa;
  • variações de preço;
  • demora na entrega;
  • qualidade do produto;
  • embalagem corrompida;
  • informações divergentes na descrição dos produtos.

É importante observar quais são os motivos que estão levando seus clientes a devolverem ou solicitarem trocas de produtos, pois dessa forma você conseguirá agir de modo a evitar que isso não aconteça ou aconteça com menor intensidade.

Por exemplo, se parte dos pedidos de troca forem motivados por tamanhos incorretos, alterar as descrições dos produtos possa a ser uma solução, assim como trabalhar melhor as imagens apresentadas na página de descrição.

A Politica de Troca e Devolução é um diferencial para seu e-commerce, pois ajuda na construção da confiança da sua loja virtual. A fim de usá-la de forma ainda mais estratégica, confira nossas dicas para elaborar um plano de crescimento para e-commerce e aumente as suas vendas!

Veja como reduzir o custo de aquisição de seus clientes

O CAC, ou custo de aquisição do cliente, refere-se aos recursos relacionados às vendas e ao marketing investidos ao longo do processo de atração e de conversão dos usuários. Você provavelmente já sabe que quanto maiores esses custos, menores são os lucros. Por isso, muitas empresas têm procurado reduzir esses gastos a fim de aumentar suas receitas.

Essa não é uma missão impossível. Utilizando as ferramentas e as estratégias certas, você conseguirá reduzir os custos de aquisição de clientes. Saiba como!

Medidas para a redução do custo de aquisição do cliente

Aumente as taxas de conversão

Em vez de manter os esforços em atrair mais usuários ou intensificar o tráfego no seu site, talvez seja mais interessante concentrar-se em converter esses visitantes em compradores. Para conseguir isso, é importante estar atento ao próprio conteúdo que você gera e na sua capacidade de engajar os leads.

Alguns dos elementos mais importantes neste momento são o layout do CTA, a relevância e a qualidade do material educativo que você disponibiliza e a estrutura dos seus e-mails marketing.

Aliás, o marketing por e-mail tem sido apontado como uma das ferramentas mais eficientes para aumentar as taxas de conversão. No entanto, não existe uma receita pronta. É necessário levar em conta uma série de fatores, principalmente o modelo de negócios e o perfil do seu público. Descubra o que mais funciona para a sua empresa. Não perca tempo para modificar as estratégias e, assim, otimize os resultados de conversão.

Invista em automação

Softwares de automação reduzem a necessidade e a quantidade de recursos humanos, o que diminui os custos com salários e outros encargos, por exemplo. Além disso, essas ferramentas aumentam a capacidade de geração e de análise de dados, emitindo relatórios detalhados sobre os leads, as conversões e muito mais. Essas tornam-se uma fonte rica de dados que podem e devem ser usados para a tomada de decisões.

A automação potencializa e muito as chances de aumentar as taxas de conversão e com isso reduzir os custos de aquisição de clientes.

Implemente cross-selling por meio de parcerias

É interessante aproveitar o que você já investiu inicialmente com o CAC para gerar mais vendas. Ao vender um item, é possível oferecer um serviço ou outro item que complemente a venda. Essa ação é conhecida como cross-selling, ou venda cruzada.

Vamos supor que a empresa tenha um custo de aquisição de R$ 30 para vender um computador em seu e-commerce. Ela vai gastar esse valor de toda forma, mas se a companhia coloca outros produtos para serem vendidos juntos, como um seguro de garantia estendida, ela ganhará aí também: terá uma comissão do seguro vendido. São dois produtos vendidos por um único custo de aquisição.

Para entender como essa estratégia pode ampliar os lucros, aproveitado o CAC que já foi investido, pense na venda de um produto com receita recorrente, como a assinatura de um serviço. Usa-se o custo de aquisição referente ao produto que vai ser vendido apenas uma vez — que no exemplo dado foi o computador — para gerar uma receita que pode durar 8, 10, 12 meses.

Note que, nesse caso da assinatura de um seguro, a compra do plano não é realizada direto na seguradora. Ao fazer um contato para uma contração de seguros, o consumidor vai cair em uma corretora parceira. Quando o cliente compra em um balcão de varejo, essa loja é um agente da seguradora, um realizador de vendas. Mas, ainda assim, há uma corretora que homologa esse processo.

No caso de vendas de seguro de carro, de casa ou de vida, sempre será um corretor que fará a venda, ainda que por meio de um intermediário, como a concessionária ou sua agência bancária. A seguradora nunca vende direto.

O que influencia na redução do CAC é que, mesmo vendendo por meio de um parceiro, há custos, incluindo a comissão do corretor, do e-commerce e do varejo. Quanto mais tempo o cliente conquistado ficar na base da seguradora e renovar o seguro, ou seja, ter uma persistência maior, mais o investimento se dilui. Isso é o correspondente no mundo dos seguros ao Lifetime Value.

Mas como essa conexão entre a seguradora e seus parceiros é possível, a fim de que ambas as empresas se beneficiem na redução do custo de aquisição do cliente? Vejamos.

Recursos plug and play: APIs e chatbots

Para viabilizar essa parceria, a seguradora precisa fornecer ferramentas para que o processo de venda e de integração do corretor ou do agente parceiro com seus sistemas seja mais fácil.

E essa integração não acontece somente até o ato da compra/contratação. Mesmo no caso da pós-venda, por mais que muitas vezes a seguradora assuma todo o suporte ao cliente do seguro, às vezes, o varejo e outros parceiros continuam fazendo uma parte e, por isso, precisam de ferramentas para manter a integração.

Esses recursos estão disponíveis agora de forma digital. Isso significa que você precisa estar preparado para ajudar seu parceiro, que pode ser um e-commerce, um varejo ou até mesmo uma empresa já imersa no mundo da tecnologia, como uma startup.

A comunicação ou a integração com esses parceiros ocorre via APIs (Application Programming Interface). Tratam-se de ferramentas que permitem a troca de dados entre softwares, plataformas, dispositivos, sites e outros sistemas de modo automatizado, sem a intervenção humana. Por exemplo, a contratação de um plano de seguro pode ser realizada por meio de APIs.

Assim, usando essa interface, a seguradora poderá disponibilizar ferramentas para o parceiro propor renovação do plano, cobrar pagamentos atrasados, implementar estratégias de recuperação de inadimplentes ou mesmo usar chatbots — softwares que funcionam como assistentes virtuais para realizar atendimentos aos consumidores. Dessa forma, é possível falar com mais clientes, por um custo menor e de forma mais acertada.

O resultado é que a seguradora consegue contribuir para que o custo de aquisição seja menor para ela e para o parceiro. Afinal, o meio digital, além de trazer conveniência, traz também rapidez, agilidade e satisfação para o cliente — tudo isso com um custo menor.

O papel de canais de relacionamento e parceiros de negócio

Esses recursos digitais são importantes mesmo quando a venda é realizada no balcão do varejo. A seguradora precisa fornecer sempre um canal fácil para receber as informações das vendas.

Por exemplo, se o vendedor da loja física ou do e-commerce vendeu hoje um seguro para um laptop, coloca-se um sinalizador, uma flag no sistema, para avisar à seguradora que o cliente adquiriu o seguro. No entanto, se esse usuário contatar a seguradora e não houver seu cadastro na base, o relacionamento com esse consumidor ficará abalado.

Quando o canal de comunicação é mais complexo ou demorado, via .txt, por exemplo, o lojista perde força de vendas. E se essa venda cruzada de seguros começar a dar muitos problemas para o varejista, ele vai achar o negócio pouco interessante e desistirá. Sendo assim, a integração precisa ser descomplicada, moderna e barata, especialmente para varejista menores e menos tecnológicos.

Essa onda da transformação digital no setor de seguros foi fomentada pelas Insurtechs, uma gama de startups que têm buscado integrar esse mercado aos novos recursos da tecnologia.

As Insurtechs têm esse papel de trazer ao cliente uma abordagem mais simples, digital e que precisa gerar atração. Para isso, é necessário investir em ferramentas digitais para reduzir seu custo de aquisição do cliente e aumentar a base de usuários. Quanto menor for o CAC da empresa, mais ela vai conseguir crescer.

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